RSS

Cachorro é assistente de veterinário

Em apenas duas semanas, mais de 40 milhões de pessoas, já assistiram o vídeo que está em destaque no youtube.

O sucesso se deve ao fato, de que o secretário da clínica veterinária, é um assistente de quatro patas.

CLÍNICA ANIMAL

O cachorro é chamado para atender quem chega a recepção. Aguarda a impressão dos exames e entrega os documentos.

Mas pensando bem, todas as clínicas veterinárias deveriam ter muitos assistentes de quatro patas, para confortar tanto os pacientes que chegam como seus tutores, não acham.

Assistam

.

 

O Céu dos Animais e a Ponte do Arco-Íris

Sim, os animais tem alma, e valem pelos melhores amigos (Chico Xavier).

a_vida_msd

Que as lágrimas não nos impeçam de nos lembrar que um ser que chega na nossa vida é um presente que nos foi ofertado.

Há presentes assim valiosos que não duram muito, quando nossos corações desejariam que durassem eternamente e ignoramos por que eles se vão quando a vida parece apenas começar.

anjo_enzoMas se nos perdemos nesse mundo de questões sem respostas, a dor será muito maior que as lembranças de tudo o que a vida nos permitiu juntos enquanto durou a caminhada na terra.

Se tivéssemos que voltar atrás, teríamos preferido não ter encontrado, não ter conhecido, somente por que não pudemos guardá-lo no nosso seio mais tempo?
Não…

O vento passa, mas nos refresca; a chuva vem e vai, mas sacia a terra.

O importante mesmo não é a quantidade de tempo que as coisas ou os seres duram, mas a riqueza que elas trazem à nossa alma, e o amor que nos permitimos dar e o que aceitamos receber.

As dores das partidas definifivas são indizíveis, indefiníveis, mas que elas nunca nos impeçam de nos lembrar da vida compartilhada.

Que as lágrimas não nos impeçam de sorrir novamente um dia quando a dor for mais amena e as lembranças felizes começarem a voltar, como as flores no jardim a cada primavera.

A eternidade existe para que esperemos por ela, para que tenhamos o consolo de saber que um dia, se o Deus-Pai permitir, Ele que nos ama de amor infinito, poderemos novamente nos encontrar.

Minha adaptação do texto de Letícia Thompson.

 

Enfermeira matou yorkshire muda de cidade

 

A enfermeira de 22 anos, suspeita de agredir e matar o próprio animal de estimação, tenta reconstruir a vida longe de Formosa, no Entorno do DF, onde ocorreu o incidente em novembro do ano passado.

Prestem atenção a animação abaixo, que retrata como a yorkshire Lana morreu.

morte_yorkshire_lana

Mudança
Sem especificar a cidade, o advogado Gilson Saad disse que ela, o marido e a filha moram atualmente na Região Metropolitana de Goiânia.

De acordo com o advogado, a permanência da família em Formosa já não estava boa, por causa da comoção popular com o caso. Manifestantes chegaram a tentar apedrejar o prédio onde a família morava e tiveram de ser contidos pela Polícia Militar.

A situação ficou ainda mais difícil depois que a prefeitura da cidade não renovou o contrato com o marido da suspeita. Ele atuava como médico em uma das unidades de saúde do município. Quando conseguiu emprego em uma cidade perto de Goiânia, a família se mudou.

Segundo Saad, desde que teve os números de telefone divulgados na internet, a enfermeira decidiu não ter celular. Por esse motivo, o defensor não teria tanto contato com a cliente. “Ela está bem, aguardando o desenrolar do caso”, diz Saad.

justica_lana_06

O advogado da enfermeira de 22 anos suspeita de agredir e matar um cachorro da raça yorkshire criticou, nesta quarta-feira (18), a decisão da Polícia Civil de indiciar a mulher por constrangimento da filha. A menina, na época com 1 ano e 6 meses, assistiu às cenas de agressão ao yorkshire.

“O laudo psicológico deu a entender que a criança tem muito apego à mãe e não demonstrou nenhum abalo aparente por causa das cenas presenciadas”, argumentou o defensor Gilson Saad. Segundo ele, não há prova técnica para a acusação.

Em entrevista ao G1 do Distrito Federal, a delegada Renata Brandimarte, da 2ª Delegacia Policial de Formosa, disse que o laudo psicológico a respeito do impacto das cenas de agressão sobre a filha da enfermeira não foi conclusivo. “A informação é que é difícil analisar uma criança tão pequena, de 1 ano e 6 meses. A avaliação é mais precisa a partir dos 3 anos”, explicou.

Nesta semana, a delegada concluiu o inquérito. A enfermeira será indiciada por maus-tratos ao animal, além de constrangimento da filha. O resultado da diligência deve ser encaminhado ao Ministério Público de Goiás na próxima semana.

Sobre o indiciamento por maus-tratos, Saad disse que já era esperado. Ele informou que vai aguardar a promotoria se manifestar para prosseguir com a defesa.

Fonte: G1

 

Crise esvazia delegacia de proteção aos animais em Campinas

Há pelo menos 20 dias, quem vai até a Delegacia de Defesa dos Animais de Campinas para registrar um boletim de ocorência (BO) não consegue fazer a denúncia. O órgão, que oficialmente se chama Setor de Defesa e Proteção dos Animais, está sem escrivão e sem delegado. As pessoas que chegam ao local são orientadas a prestar queixa em outros distritos policiais da cidade.

delegacia-animais

Marisa Galvão, presidente do Grupo de Apoio ao Animal de Rua: dificuldade para registrar ocorrência

Por falta de autoridades, os policiais também não podem efetuar prisões em flagrante. Além disso, sem ninguém para documentar os depoimentos, investigadores estão impossibilitados de continuiar diligências dos casos já registrados no departamento.

A delegacia foi criada em fevereiro do ano passado como uma inciativa pioneira da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo para dar tratamento especial e agilidade na solução de crimes contra animais e o meio ambiente. As atividades funcionam no mesmo prédio do Setor de Arquivos e Registros Criminais (Sarc), no bairro Nova Campinas, mas com uma equipe independente. Porém, o Correio apurou que o grupo sofre com a falta de infraestrutura da Polícia Civil de Campinas.

A delegada titular do setor, Rosana Mortari, está de licença médica, segundo a Delegacia Seccional. No momento, o setor tem apenas três funcionários escalados para atender casos relacionados à causa animal em cinco cidades — Campinas, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba e Paulínia — em um departamento que recebe em média 40 denúncias por dia. A delegacia também não conta com veículos adequados para remover e transportar os animais e não tem um abrigo para os bichos.

Fontes da Polícia Civil afirmaram que o escrivão da Delegacia de Defesa dos Animais foi realocado em outro distrito policial por falta de pessoal. Já o delegado da Seccional, José Carneiro de Campos Rolim Neto, afirmou que o funcionário está de férias. “Temos dois escrivães lá, mas que ficam no Sarc. O da Delegacia de Defesa dos Animais está de férias e a delegada de licença médica e volta na próxima semana. Por isso que estamos pedindo, em caráter emergencial, para que as pessoas procurem outras delegacias”, explicou Neto.

A psicóloga, Rosana Campos, de 52 anos, afirmou que foi várias vezes até o local para registrar crimes diferentes contra animais, mas em nenhuma das tentativas conseguiu realizar o procedimento. Uma das denúncias era a respeito de uma cadela da raça pit bull estuprada frequentemente por seu dono. “Me disseram para ir em outro distrito nas duas vezes. É um pena, porque a delegacia tinha sido criada justamente para atender crimes dessa natureza. Foi um grande passo para quem se preocupa com a causa animal. O que está acontecendo é um retrocesso, uma prova que a questão animal não é levada a sério por esferas superiores”, afirmou Rosana.

Outra que não consegue fazer BO há 15 dias é a presidente do Grupo de Apoio ao Animal de Rua de Campinas, Marisa Galvão. “Tentei duas vezes, eles falaram que não tinham como realizar o procedimento. É triste, porque eu sei que quem trabalha lá são pessoas familiarizadas com a causa e querem ajudar. Mas eles não conseguem fazer nada sem o BO. Nas outras delegacias eles tentam te convencer a não fazer a ocorrência”, afirmou Marisa.

Situação preocupa órgãos de defesa e militantes

A informação de que a Delegacia de Defesa dos Animais de Campinas não consegue cumprir o seu papel há 20 dias causou preocupação em militantes contra os maus tratos em animais.

O deputado estadual Feliciano Nahimy Filho (PV), um dos idealizadores da delegacia, afirmou que marcou uma reunião com o delegado da Secional, José Carneiro de Campos Rolim Neto, para discutir uma solução para o problema. “A delegacia era um desejo antigo de quem luta pela causa animal na cidade. Não vamos deixar que as coisas cheguem a esse ponto”, disse o deputado.

Já o presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas, Flávio Lamas, afirmou que o grupo se reúne na próxima quarta-feira para debater o assunto. “Nossa delegacia foi uma das primeiras do País a adotar este modelo independente e começou com uma estrutura ótima e muita boa vontade. Não sei o que aconteceu nesse meio tempo”.

Para o veterinário Diogo Ribeiro Siqueira, de 29 anos, os crimes contra animais não podem ficar para segundo plano. “Muitas vezes as autoridades não entendem que a questão dos maus-tratos não envolve apenas o bem-estar do bicho, mas o bem-estar humano. A delegacia trata de questões sanitárias e isso tem a ver com a questão da saúde pública, que tem grande impacto para a vida da população”, explicou Siqueira.

 

Fonte: Paulinia News

 

CASO ASSASSINA ANIMAIS/SP- AJUDE A PRENDÊ-LA

Protetores e amantes dos animais,
Todos sabem que as leis de proteção animal são fracas, praticamente inexistentes, mas é por isso mesmo que não podemos deixar que o “caso Dalva” caia no esquecimento.

Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender.

Por favor, quem já tiver entregado animais à Dona Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, pra onde ela disse que os levaria e que destino tiveram. Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo.

Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim?

Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais.

Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. 

O Adote um Gatinho possui a guarda dos 8 gatos e 1 cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se essa senhora se provar inocente talvez a justiça determine que eles retornem a ela. Não podemos nem imaginar isso acontecendo!

Se você não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível.

O momento é agora e contamos com a ajuda de todos.
Susan  – Adote um Gatinho

logo

 

Se só agora você soube do caso compartilhe, divulgue, para que essa mensagem chegue as pessoas que entregaram animais ou dinheiro a Dalva e seus comparsas.

 

Caso da matadora de animais/SP e seus comparsas

Mulher detida suspeita de matar cães e gatos em SP é solta, e não agia sozinha.
Nota do Blog: O flagrante na madrugada dessa sexta-feira 13, não terminará com essa matança cruel de animais, com a precária legislação existente de maus-tratos aos animais.

=> A desconfiança original (ainda não descartada), era de que essa Dalva e seus comparsas;

- Vendiam a carne dos animais para restaurantes,

- Vendiam a pele dos animais até para fora do país, para confecção de roupas, brinquedos.

- Vendiam o sangue dos animais para clinicas veterinárias e ritos satânicos.

Portanto se a mesma não for acusada de “Estelionato”, e ter o seu sigilo telefônico e bancário quebrados, não conseguiremos saber ‘quem realmente pagava para que os animais fossem mortos’, e quem se beneficiava financeiramente dessa crueldade.

Dalva recebia e às vezes cobrava dinheiro para supostamente vacinar/castrar os animais que matava. Prova disso é que em alguns gatos mortos encontrados no saco de lixo estavam com a barriguinha raspada, sinal de que foram castrados recentemente. Os corpos descartados eram todos de animais de pequeno porte, a maioria filhotes que somente tinham o sangue retirado. Já os animais de médio e grande porte recai a suspeita de além da venda do sangue, também o comércio das peles e da carne de cães e gatos.

A matadora de animais Dalva Lina da Silva, é só uma integrante dessa quadrilha, que precisa ser desmembrada, e que precisa ser devidamente investigada, por conter indícios de que médicos veterinários estariam cientes dessa crueldade, já que compravam o sangue desses animais, para depois cobrarem exorbitantes somas de tutores os quais os animais necessitassem de transfusão de sangue.

Os animais mortos encontrados no saco de lixo, além de passarem pela perícia, para determinar a causa da morte, também vão oferecer pistas da procedência desses animais, caso estejam microchipados, que é o que ocorre quando são castrados em mutirões da prefeitura de São Paulo.

O vereador Tripoli em entrevista ao portal Terra disse; “Você não faz um ritual religioso com 30 animais, pois o volume é muito grande e não há necessidade. Sem sombra de dúvidas pode haver um comércio paralelo para o sangue dos bichos, pois uma bolsa, segundo as ONGs que trabalham conosco, custa até R$ 300. Elas seriam vendidas para veterinários, clínicas e hospitais, para depois serem usadas em transfusões e outros fins. O inquérito policial deve confirmar”, afirmou Tripoli.(click para ler na íntegra)

Por volta das 1h30, da madrugada, Juliana Bussab e Susan Yamamoto da ONG “Adote um gatinho”, foram até o local para tentar retirar os 11 gatos que ainda estavam vivos dentro da residência da matadora, o que não foi permitido e ocorrerá somente hoje com uma liminar de um Juiz, na qual a ONG ficará como fiel depositária dos animais.

animais-mortos-hg-20120113_thumb[1]

Uma mulher identificada como Dalva Lima da Silva, de 43 anos, foi presa, no final da noite de ontem, na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Denúncia - Organizações não-governamentais (ONGs) protetoras dos animais, há 20 dias, contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos.

Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

gatos_dalva

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Vídeo do R7, com o flagrante dos animais mortos.

Por volta das 23h, o detetive testemunhou Dalva deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital. Na casa de Dalva, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de ela matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Segundo a Polícia Civil, a mulher foi liberada porque o caso é considerado de menor potencial ofensivo. À polícia, Dalva Lima da Silva, de 42 anos, assumiu a responsabilidade por apenas cinco animais – ela afirmou os recebeu doentes e tentou tratá-los. Como não obteve sucesso, aplicou anestésico para que eles morressem sem dor.

Durante a madrugada, a polícia informou que foram encontrados os corpos de 33 animais na calçada de uma casa da Rua Mantiqueira, 168 Vila Mariana fone : 8223-9694, na Zona Sul de São Paulo.

E, numa nova contagem, verificou-se que eram 39 cadáveres – quatro cachorros e 35 gatos. Segundo ainda a polícia, Dalva não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.

Na delegacia, a mulher afirmou que há 13 anos resolveu, por conta própria, cuidar de animais de rua. Ela também disse que um abrigo de Diadema, no ABC, encaminhava animais doentes para que ela cuidasse.

“Ela disse que tentava conduzir os animais para ONGs, e era negado”, disse o delegado Wilson Correia Silva, da divisão de crimes contra o meio ambiente. “Ela admitiu que levou cinco animais a óbito, que segundo ela não estavam respondendo ao tratamento. Ela decidiu sacrificá-los, a aplicava anestésico. Os demais ela disse não saber como morreram, afirmou que não estavam sob seu cuidado.”

O delegado informou que será instaurado um inquérito para investigar o caso e que irá requisitar as imagens que o investigador particular afirmou ter das ações da suspeita. Os protetores de animais que contrataram o detetive também serão ouvidos.

Recolhimento de animais
A polícia determinou que os gatos que foram encontrados dentro da casa ainda vivos fossem recolhidos pela ONG “Adote um gatinho” – entretanto, o advogado da instituição afirmou que nesta manhã a casa estava fechada e não foi possível recolher os animais. “A PM preservou o local a noite inteira e há indícios de que haja alguém dentro, mas ninguém atende”, afirmou. O delegado Silva informou que deslocará uma equipe ao local para tentar resolver o problema.

O advogado da suspeita, Martim Lopes Martinez, confirmou a versão dada por ela à polícia. “Segundo ela, ela recebe cães e gatos doentes, de rua, e tenta tratá-los. Os que não conseguem sobreviver ela dá uma anestesia para que eles não sofram. Ela disse que ligava para várias instituições pedindo ajuda, mas isso era sempre negado”, afirmou o defensor. De acordo com ele, Dalva é viúva vive na casa com as filhas de 22 e 5 anos, e não trabalha – ela vive de uma pensão deixada pelo marido.

Por volta das 10h30, o G1 voltou a procurar Martinez para comentar a tentativa da polícia de retirar os gatos que ainda estão na casa de Dalva. O advogado, porém, não atendeu as ligações.

Para assistir ao vídeo do G1, click aqui

Por volta do meio-dia, oito gatos e um cachorro foram retirados da casa de Dalva Lina da Silva pela Polícia Civil , porque a mesma não atendeu a porta quando a ONG Adote um Gatinho chegou com a liminar para retirar os animais, que novamente tiveram que acionar a polícia.

resgatados_dalva

Investigações

Vizinhos da suspeita e o investigador contratado pelos protetores relataram que os animais apenas chegavam à casa, e não deixavam o imóvel – o que causava desconfiança. Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como a suspeita alega.

Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos eram filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Os corpos serão encaminhados necrópsia. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.

Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

 

408224_2399829641080_1411225037_31950133_203083607_n

Fontes: Mural Animal, Agência Estado, Folha.com, R7, G1.

 

Mulher é presa por matar cães e gatos em São Paulo

 

Cerca de 30 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP.

Uma mulher identificada como Dalva Lima da Silva, de 43 anos, foi presa, no final da noite de ontem, na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Denúncia - Organizações não-governamentais (ONGs) protetoras dos animais, há 20 dias, contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos. Ao desconfiarem de que Dalva estava matando os animais, estas pessoas resolveram denunciá-la às ONGs. Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

 

gatos_dalva

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Rituais satânicos - Por volta das 23h, o detetive testemunhou Dalva deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital. Na casa de Dalva, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de ela matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Segundo ainda a polícia, Dalva não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.

denuncie_181

Fontes: Agência Estado, Folha.com.

 

Irmãos caninos nasceram só com 2 patas

Caso da cadela Faith se repete em dose dupla no Brasil.

O caso de dois filhotes de cachorro, que foram levados a uma clínica veterinária para serem sacrificados por não terem as patas dianteiras, mas que foram adotados, tem dado um pouco de alento aos nossos corações tão sofridos pelas notícias recorrentes de tortura e morte de animais no brasil. O caso foi postado no youtube, relembra o caso da cadela Faith conhecida mundialmente.
Atualização 01.01.2012 – A adotante do João e da Maria é a Dra. Rafaela Costa Magrin, ela ficou sabendo da postagem e deixou um comentário dizendo que eles fazem 4 meses hoje. Que ela trabalhava na clínica veterinária onde foram deixados por uma pessoa que disse que eles haviam nascido na rua, que eram 8 filhotes ao todo, mas como eles tinham essa deficiência sabia que eles morreriam lentamente, então pediu para eutanázia-los. Mas a Dra. Rafaela se emocionou ao vê-los e decidiu adotá-los. 

Em seu comentário, ela até agradece essa postagem, sendo que somos nós que temos que agradecer aos céus e implorar para que nasçam muitas mais pessoas com o imenso coração da Rafaela, porque não deve ser nada fácil cuidar e cuidar dessa dupla, é preciso além de fé, muito mais coisas.

fedosedupla
Faith (em português: Fé) é o nome de uma cadela, nascida em dezembro de 2002 num abrigo para animais dos Estados Unidos da América. Ela nasceu com 3 pernas – duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada. Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo. A cadelinha foi adotada por Reuben, na época com dezessete anos, que passou a cuidar dela junto com a mãe, Jude Stringfellow. Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ. Por isso ela lhe deu o nome de “Faith” (= Fé)
1654788-9920-atm14
Faith tornou-se bípede, uma vez que aprendeu a andar sobre as patas traseiras, ensinada pelas donas num processo que envolveu o uso de manteiga de amendoim como isca; após aprender a andar ereta ela se tornou bastante famosa após aparições no programa The Oprah Winfrey Show.Seus músculos e articulações traseiros se adaptaram ao esforço. Faith foi levada por sua dona em várias partes do mundo, em palestras de motivação, sobretudo para soldados mutilados em batalha, sempre provocando emoções no público que a vê, alegre e saltitando.Por seu trabalho motivacional Faith foi nomeada Sargento Honorário do Exército dos Estados Unidos da América.
Ainda não consegui contato com a veterinária ou com os adotantes dos cães que foram batizados de João e Maria, mas pelo vídeo é possível ver que ambos estão sendo muito bem amparados e que demonstram muita vontade de viver, e que dia-a-dia, vão se adaptando a sua deficiência, e fortalecendo as patas traseiras para se movimentarem livremente para brincar, comer e andar.

E é com essa notícia de fé na solidariedade e carinho destes seres humanos que acolheram e adotaram essas duas vidinhas, que pretendo encerrar as postagens do blog Mural Animal, neste ano de 2011, com a esperança de que a grande maioria dos brasileiros, aqueles que não são sociopatas e nem psicopatas, que não torturam, nem maltratam e nem matam animais, possam se unir e exigir das autoridades do brasil, uma real legislação de proteção aos animais e ao meio-ambiente, e não um arsenal de leis incompreensíveis que em nada inibem e nem punem “torturadores”, “malfeitores”, “contrabandistas” e “assassinos covardes” de animais, sejam eles domésticos, silvestres ou exóticos.
mudar_brasil
Não esqueçam de assinar, compartilhar e repassar aos amigos a petição pedindo punições mais severas contra a enfermeira Camilla Corrêa, que maltratou, torturou, arremessou, espancou e por final estrangulou a Yorkshire Lana quando a polícia chegou.
Essa petição online é só começo, ela será impressa e encaminhada ao ministério-público, haverá também uma série de manifestações públicas a serem realizadas em 2012, para exigir punição a todos os covardes que maltratam animais.
vergonha_brasil
 

3 Filhotes mortos a machadadas

Em busca de “vingança” por ter sido mordido no pé por uma cadela vira-lata, um homem decapitou a golpes de machado três filhotes de aproximadamente dois meses na frente de três crianças menores de dez anos.

Lenoir Gomes Pereira, de 47 anos, invadiu o pátio da casa que alugava para uma mulher e seus três filhos, agarrou os cães, os jogou na rua e iniciou o massacre. A cena foi presenciada por vizinhos e chocaram a cidade.

filhotes_mortos_machadadas

A cadela estava no terreno da casa de uma mulher que é inquilina do homem e recolheu os animais da rua. Quando foi supostamente atacado pela cadela, o homem pegou os filhotes e os arremessou para fora do terreno.Preso em flagrante e visivelmente embriagado, segundo a polícia, o homem prestou depoimento e foi liberado após assinar um termo circunstanciado.

O fato chocante ocorreu no dia 28 de dezembro em Balneário Arroio do Silva (a 224 km de Florianópolis), no litoral sul de Santa Catarina.

Ele foi preso por matar a machadas três filhotes de vira-lata em Balneário Arroio do Silva, no Sul de Santa Catarina. O crime ocorreu na frente de três crianças na Avenida Santa Catarina, Zona Sul da cidade, na tarde de terça-feira.

Buscou uma machadinha e matou os três. Os filhos da mulher, de oito, nove e 10 anos, assistiram às mortes e pediram para o homem não agredir os animais.

O suspeito afirmou, em depoimento ao delegado, que já havia avisado para a mulher não colocar cães no terreno da casa. Isso também teria motivado o crime. Pereira admitiu estar com ódio da cadela e por isso cometeu o crime. Ele é obrigado a se apresentar em uma audiência em juízo, já marcada para o início do ano. Porém, dificilmente será preso.

Segundo a delegado Jorge Giraldi, o homem de 47 anos foi liberado após assinar um termo circunstanciado. Ele responderá por crueldade contra animais. O suspeito alegou que foi atacado por uma cadela. Para ser vingar, matou os três filhotes do animal.

“Tenho 30 anos de polícia e nunca peguei um caso dessa natureza. O mais constrangedor foi que as mortes aconteceram na frente das crianças. Isso é o que mais choca”, afirma o delegado de Arroio do Silva, Jorge Giraldi.

“Ele foi autuado pela legislação ambiental por crueldade contra animais. Mas devido nossa legislação, acho que uma prisão preventiva nesse caso não é cabível. Atualmente a prisão só em último caso”, disse Girald

Fontes : Diário Catarinense e UOL Notícias

 

Cãozinho de 45 dias teve pescoço cortado

 

Um filhote de cão vira-lata, com idade entre 30 e 45 dias, foi resgatado no final da tarde desta quarta-feira depois de passar mais de 24 horas agonizando com dois cortes profundos no pescoço em uma casa de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. O salvamento foi realizado por agentes do Centro Municipal de Controle de Zoonoses (CCZ), após a dona-de-casa Valdirene Silva Galvão ligar para o Centro denunciando seu vizinho por agredir o animal.

 

caozinhopescoço02

Foto: Sergio Menezes/SMCS/Divulgação

Os ferimentos foram provocados pelo desempregado Cristiano da Silva, de 31 anos, morador do jardim Maria Lúcia, zona norte de Rio Preto. Silva, que é irmão da dona do cão, uma adolescente de 17 anos, decidiu matar o filhote porque o choro dele o incomodava à noite. “Ele aproveitou a ausência da irmã, que não estava em casa, para, primeiro, tentar estrangular o animal e, depois, cortar o pescoço do bichinho com uma faca de serra de cozinha”, contou o delegado Aparecido Valdemir Lopes, do 4º Distrito Policial, onde o caso está sendo apurado.

Segundo o delegado, a agressão ocorreu na manhã de terça-feira. O cão teria passado mais de 24 horas agonizando, antes de ser resgatado pelo CCZ.

caozinhopescoco01

Foto: Sergio Menezes/SMCS/Divulgação

Lopes disse ter recebido a denúncia do Centro na manhã desta quinta-feira. Ele ouviu Valdirene e a adolescente, mas não encontrou Cristiano para colher depoimento. “Ele (Cristiano) vai responder por maus-tratos e crueldade contra animais, crime previsto no artigo 32 da Lei 9605/98.”

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Rio Preto, a denúncia chegou ao CCZ no final da tarde de quarta-feira. Os agentes foram até a casa, recolheram o filhote e o encaminharam para o CCZ, onde passa por tratamento com veterinários.

caozinho03

Foto: Sergio Menezes/SMCS/Divulgação

Os cortes foram suturados com 10 pontos em cada um dos ferimentos, mas o cão, apesar dos cuidados que vem recebendo, ainda corre risco de morte e de contrair infecção. O veterinário Luís Flávio Vani do Amaral, do CCZ, ficou revoltado ao receber o animal naquela estado, o cãozinho recebeu o apelido de Tender.

Fonte: Terra

 
 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.