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Arquivo mensal: julho 2012

757 furões são resgatados da tortura

A polícia resgatou 757 animais em Expoet, um criadouro de furões, que os comercializava, para fins de pesquisas cientificas na Suécia.

Os furões estavam presos em pequenas jaulas, e pelo estado dos animais e do local, por um longo período, ninguém estava cuidando deles, de acordo com o site Djurens Rätt.

A unidade, localizada em Falkenberg, que criava furões para serem utilizados como cobaias, passou a vendê-los também como animais de estimação domésticos, por causa da pouca lucratividade, afirma Halland News.

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Foto ilustrativa (Reprodução/Internet)

Em inspeção feita na última primavera, constatou-se que 500 animais encontravam se em gaiolas muito pequenas. Uma inspeção feita recentemente mostrou que a situação dos animais havia piorado. Os furões haviam se multiplicado de forma incontrolável, vários animais foram mortos, enquanto outros apresentaram sintomas de estresse e sinais de distúrbio mental. Todos os animais estavam sem água. Durante a visita, o Conselho Regional de Administração de Halland concluiu que as deficiências eram tão graves que todos os animais deveriam receber cuidados.

Os 757 furões foram levados sob custódia, sendo que a maioria está correndo risco de morte por estarem muito doentes ou feridos. Segundo Halland News, o proprietário do estabelecimento disse que vai encerrar a exploração por falta de recursos.

O homem será investigado por crime de crueldade contra os animais.

Fonte : ANDA

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A Sexta 13 e o Gato Preto

 

O Calendário é um sistema para contagem e agrupamento de dias que visa atender, principalmente, às necessidades civis e religiosas de uma cultura.

Além das conhecidas 2 grandes guerras mundiais, ao longo da civilização humana, houveram inúmeras outras guerras, algumas armadas, outras psicológicas, todas de cunho religioso, com o propósito não só de converter as pessoas, mas para ditar as elas como pensar, e a quem a elas deveriam pagar  tributos.

Foi também a religião, a percussora do mito sobre o azar, da sexta-feira 13, devido a esta data ser atribuída a crucificação de Jesus Cristo.

Mas se você acha que algo diferente ocorrer, prepare-se pois em 2012, teremos três sextas-feiras 13. Qualquer mês que comece num domingo irá conter uma sexta-feira 13.

Na antiguidade até a idade média, o domínio dos governantes baseava-se em controlar o povo pela religião. A maioria das civilizações baseava suas crenças em Deuses oriundos da própria natureza, como o povo celta que entendia que a terra comporta-se como um autêntico ser vivo e procuravam viver em harmonia com a terra, mantendo-a sadia, evitavam saqueá-la e polui-la inutilmente.

Também os primeiros egípcios tinham uma atitude de respeito em relação aos fenômenos da natureza – o Sol, a Lua, e às características marcantes dos animais – a ferocidade do leão, a força do crocodilo, etc eram venerados. As primeiras divindades que surgiram eram quase sempre representadas sob a forma de um animal. E como cada povoado tinha seu próprio deus, ele era associado a um animal da região, com atribuições e poderes diferentes.

E foi ali no Egito que o culto a Deusa Bastet surgiu

Bastet, ou  Ailuros (palavra grega para “gato“) é na mitologia uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas.
Era representada como uma mulher com cabeça de gato, e um cesto onde colocava as crias. Nos seus templos eram criados gatos, que eram considerados como encarnação da própria deusa, e por essa razão os gatos eram tratados como Deuses. Quando os gatos morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais especialmente reservados para eles.

Mas como toda crença aproveita algum dado para que possa ser assimilada e considerada verdadeira por muitos anos, a associação do gato ao culto da fertilidade, não foi em vão pois eram os gatos foram quem salvavam os egípcios da fome e de doenças.

Por respeitarem os ciclos naturais das enchentes do Rio Nilo, que na verdade adubavam suas plantações, tinham uma enorme safra de colheita de grãos armazenada. Mas nos tempos antigos armazenar grãos era um chamariz para roedores, que não só devoravam tudo, como se multiplicavam ainda mais. A única forma de combate aos roedores eram os gatos. Venerados e cuidados como Deuses vivos, a exportação de gatos também era proibida, sendo considerado um crime punido com a pena de morte, levar qualquer gato para fora do Egito. Dessa forma nenhum outro país teria gatos para combater os roedores, e sem  os grãos, se sub-meteriam as qualquer imposição que o Egito quisesse para lhes vender a safra.

O avanço do império romano sobre as outras civilizações, podiam com
o uso de armas até lhe tirar as terras, mas para dispor da mente desses povos, os romanos tiveram que começar a guerra psicológica, denegrindo os costumes de seus opositores.

Os gatos que era associados a Deusa Bastet que era toda adornada de ouro, e pintada de preto, para dar mais ênfase a associação de riqueza e de fertilidade foi deturpada pelo romanos que passaram a caçar e matar os gatos pretos na tentativa de acabar com o culto a essa divindade.

 

O Papa Gregório IX afirmava na bula Vox in Roma que o diabólico gato preto, “cor do mal e da vergonha”, havia caído das nuvens para a infelicidade dos homens.

Também os costumes do povo celta foram deturpados pela igreja, como eles possuíam muito conhecimento da natureza, já que viviam nas florestas, conheciam bem o poder curativo das plantas.
Para acabar com a resistência dos celtas ao catolicismo, a Igreja Católica pregava que os sacerdotes druidas eram bruxos, por conta de seus chás e poções.

Por viverem isolados nas matas, rodeados por muitos gatos, a Igreja começou a associar os gatos a escuridão e depois as trevas, aproveitando-se dos hábitos noturnos dos druidas (afinal eles plantavam de dia e se reuniam a noite,, enquanto que os sacerdotes dormiam a noite, pois não trabalhavam de dia), e afirmava que todos, druidas e gatos, de terem parte com o demónio, mas principalmente os gatos de cor preta. Milhares de pessoas foram obrigadas a confessar, sob tortura, que haviam venerado o demónio em forma de gato preto, sendo logo depois, condenadas à morte.

A Igreja também foi a maior perseguidora de gatos da história, e na Idade Média, travou uma dura e longa cruzada contra os gatos e os seus admiradores. No ano 1232, o Papa fundou a Santa Inquisição, que atuou barbaramente durante seis séculos, torturando e executando, principalmente na fogueira, mais de um milhão de pessoas, sobretudo mulheres, homossexuais, hereges, judeus e muçulmanos. Igualmente médicos, cientistas e intelectuais, e… também os gatos, “ad majorem gloriam Dei”.

A mesma perseguição foi realizada no Século XV, contra os povos nórdicos, que eram adoradores de uma outra divindade a Deusa Freya, que era caracterizada por ter uma carruagem puxada por gatos pretos.
A Igreja considerava o seu culto um ato de heresia, associando-o à adoração de maus espíritos. Foram destruídas imagens dela, e as mulheres que tinham gatos foram torturadas e queimadas vivas.
Os gatos, que também eram uma representação da deusa, foram novamente acusados de serem demoníacos. Passaram a ser perseguidos e quando capturados, eram enforcados, e jogados nas fogueiras da Santa Inquisição.

 

Toda a tradição baseada nas habilidades naturais desses povos conquistados, sobreviviam em alguns poucos locais, durante a Idade Média, mas eram mantidos em segredo pois eram perseguidas pela Igreja, cuja religião monoteísta tornar-se-ia um instrumento institucionalizado do Estado. A magia tornou-se uma atividade suprimida simplesmente porque os sacerdotes da Igreja não a entendiam, e não a respeitavam, e também por não quererem correr o risco de que alguém pudesse sobrepujar as suas poucas habilidades, e o fato de queriam continuar a ser a única via para se chegar a Deus.
Desta forma, tudo o que a Igreja considerava “não ideal”, seria identificado na forma de várias imagens do mal ou das trevas.

Dali até a idade média, Roma também continuou sua perseguição aos gatos pretos (poupando os gatos de outras cores que eram necessários para combater os roedores), e ao longo dos anos, enraizou na mentalidade das pessoas a crendice das mulheres-bruxas e dos gatos pretos, e aproveitando-se de novos conhecimentos de gênios da época como Nostradamus e Galileu Galilei, foi reforçando o mito em torno do número 13, recontando a história da última ceia, onde Judas traiu Cristo por estarem em 13 pessoas a mesa.

Hoje resumindo ao máximo, mitos criados há mais de 2000 mil anos e perpetrados na metade destes, parece inconcebível que as pessoas se deixassem levar por essas alegações, e passassem a acreditar e viver suas vidas com base nessas superstições.

Em especial porque segundo a lógica, a feroz perseguição aos gatos incitada por Roma, dizimando quase por completo os Gatos na Europa no Século XIV, contribuiu decisivamente para a multiplicação de ratos, que eram portadores da Peste Bubónica, pela morte dos gatos, a consequência foi a proliferação dos ratos e da Peste Negra, que dizimou um terço da população europeia (de 1347 a 1350).

Talvez com o advento da internet, e a facilidade na obtenção das informações, as pessoas comecem a repensar seus hábitos que foram passados de geração em geração, com base não em crenças que aprimoram e aproximam o ser humano de sua essência e da natureza, que por mais que muitos não queriam admitir tem o seu lado divino. A natureza tem a sua beleza, os seus mistérios e as suas intempéries.

Engraçado pensar que somente há 200 anos atrás, os senhores de engenho do Brasil, fizeram como os Romanos, e através de um único boato conseguiram fazer com que os escravos se alimentassem menos, somente dizendo a eles que manga com leite, fazia mal a saúde. Do leite era feita a manteiga, os queijos, muito apreciados pelos portugueses. Como os escravos gostavam de mangas e as comiam abundantemente, os feitores espalhavam que tomar manga com leite era mortal. Para confirmar a história chegavam ao ponto de envenenar o escravo que comia manga e bebia leite.Tudo isso em função de poupar o leite para a casa grande.

 

A abolição da escravatura no Brasil foi proclamada numa Sexta-Feira 13, em Maio de 1888. Os escravos foram libertados, mas ainda existem pessoas que querem escravizar outros seres humanos por qualquer motivo desde a cor da sua pele, a sua crença.
Já os Gatos Pretos, foram tão perseguidos e caluniados que acabaram por perder seu lugar nas alturas – primeiro foram tratados como deuses, depois foram tratados como os vilões da história.

Mas da mesma forma que o mito do azar, e do veneno, ainda hoje impera na memória de algumas pessoas, temos pelo menos muito mais formas de difundir a realidade e a verdade para elas.

Mas se mesmo assim você for uma dessas pessoas com medo de sexta-feira 13, saiba que isso tem nome.  O medo específico (fobia) da sexta-feira 13, é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. E triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13.

 

O Papa dos Gatos

O Papa sempre quis escrever livros sobre gatos, conta seu secretário; é o seu desejo secreto, se ele tivesse tempo, esse era o seu sonho quando ainda era cardeal.

Como disse Joseph Ratzinger em abril de 2005, durante o funeral do Papa João Paulo II, ele finalmente depois de 24 anos em Roma iria voltar para a Alemanha, porque ele tinha um plano: escrever histórias, histórias sobre os gatos.

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O Papa ama os animais e cuida dos abandonados

Joseph Ratzinger teve gatos ao seu redor durante décadas, especialmente quando ele era o líder da Congregação para a Doutrina da Fé. A Congregação ficava em uma das ruas mais movimentadas de Roma, a Via Aurelia. Nesta rua todos os dias, apareciam gatos feridos. E alguns animais eram deixados no jardim da Congregação, ou nas proximidades. Ele era o Cardeal Ratzinger, e cuidou de todos os gatos. Ele os alimentou com leite, quando estavam com fome, curou suas feridas, e os observava enquando se deitavam ao sol e via que aos poucos iam se recuperando. E deu a todos os gatos um nome.

Caros Colegas,Apenas meu testemunho real:Muito antes de Joseph Ratzinger ser nomeado Papa, nos idos de 1977, quando em visita a parentes meus em Regensburg, fiquei sabendo que entre os alunos de teologia ele já carregava a fama de gateiro fanático (de família tradicionalmente gateira) e que alimentava os animais de vida livre junto à universidade, preocupando-se também com a reprodução dos mesmos. Na época alguns comentaram isso como algo estranho, como podem imaginar, pelo preconceito que sofremos como gateiros. Mas como a minha prima também é gateira, posso assegurar de que ele sempre agiu com legítimo interesse pelos animais, especialmente gatos. Recentemente dei aulas de alemão a um cardeal brasileiro que integraria a lista de empregados do Papa no Vaticano, e este também confessou que foi convocado, por ter especial afinidade com gatos, e esta seria uma qualidade admirada por Joseph Ratzinger e notada em sua visita ao Brasil, quando ainda era apenas professor de teologia e se preocupava com a situação dos animais no Brasil. Chegaram a conversar sobre isso. As pessoas podem achar que essas minhas convicções seriam de cunho religioso. Mas minha família alemã tradicionalmente se opunha à igreja católica apostólica romana, tendo sido eu batizada evangélica luterana. Ou seja, total isenção do contexto religioso.abçs Heidi

Então por que ele não se chamou “Papa Francisco” ?

Na verdade, alguns católicos se perguntam por que o papa não escolheu o nome Francisco, já que São Francisco de Assis, é o santo padroeiro dos animais, como seu nome papal.

De acordo com informações da imprensa local, o papa costumava andar pelas ruas de Borgo Pio, seu antigo bairro romano a leste do Vaticano, onde os vizinhos o comparavam com o Dr. Dolittle, um encantador de gatos. Gatos abandonados e errantes, corriam em sua direção quando o viam chegar, e que ele diariamente preparava e separava a comida para eles.

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“Os gatos estão invadindo a Santa Sé”

As regras no vaticano proíbem que se tenham animais de estimação dentro dos apartamentos, mas todo mundo sabe que há um cardeal que tem um cachorro morando com ele em Roma”, disse o Cardeal Mahoney.

Quando ele era somente o Cardeal Ratzinger, ele mantinha dois gatos, agora como Papa não poderá mante-los no Vaticano

” Toda vez que ele encontra com um gato, o Papa vai falar com o bichano, e às vezes é uma longa conversa”, disse o cardeal Tarcisio Bertone, sobre o Papa Bento XVI, ao Daily Telegraph

O clérigo disse ainda que quando o Papa era somente o cardeal Ratzinger ele já era apaixonado por gatos, e que uma vez cerca de 10 gatos o seguiram até o Vaticano, e que um dos guardas suíços interveio, dizendo: ‘Olha, sua eminência, os gatos estão invadindo a Santa Sé “.

O caseiro da casa do papa em Regensburg, Alemanha, em entrevista ao NYT, disse

papa_ama_gatos (3)A casa que construída no estilo da década de 1970, em uma rua tranquila, e com um jardim murado, passa a sensação de um oásis. Nesse jardim há uma escultura de bronze da Virgem Maria que olha por sobre canteiros das rosas e narcisos, e há também uma estátueta de um gato que está ao lado de uma porta de vidro deslizante. E completa o caseiro “O Papa, ama gatos” .

Ratzinger diz que, sua família sempre teve gatos. Mas agora, diz ele, os gatos são uma “coleção de pratos de porcelana com pinturas de gatos, que são lembranças das férias pela Europa com meu irmão.”

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Konrad Baumgartner, o chefe do departamento de teologia na Universidade de Regensburg em entrevista ao Kansas City Star, disse; –..depois de celebrar a missa, ele entrou no velho cemitério atrás da igreja.E eu o acompanhei, e lá estava cheio de gatos, e quando ele saiu, todos eles correram para Joseph . Eles o conheciam e o amavam. Ele ficou ali, acariciando e conversando com alguns gatos, por muito tempo. Ele sempre visita os gatos, quando visita a igreja. Seu amor por gatos é bastante conhecida.

[A empregada do Papa] apontou ao repórter, uma escada onde havia uma parede cheia de pratos pintados, e em cada prato havia um gato diferente pintado, e que pertencem a família do Papa.

Quando o cardeal Joseph Ratzinger foi eleito Papa Bento XVI em abril de 2005, funcionários PETA estavam emocionados , porque o novo papa era conhecido como um apaixonado por gatos, e que gostava de alimentar os gatos e os cães de rua dos Jardins do Vaticano, e que ele também escreveu contra o tratamento desumano que era dado aos animais.

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papa_ama_gatos (23)O novo papa ainda inspirou um livro infantil , “Joseph e Chico”, um livro para crianças que conta a vida de Bento XVI, tendo como narrador um gato chamado Chico, descrito como um dos melhores amigos do Papa, tem cerca de 40 páginas e está repleto de ilustrações. A obra, conta com uma introdução escrita pelo secretário pessoal do Papa, Georg Gänswein.O livro é publicado pela editora Messaggero Padova, escrito pela jornalista Jeanne Perego e ilustrado por Donata Dal Molin Casagrande.

De acordo com o secretário, o leitor vai descobrir que, além de amar os gatos, o Pontífice também ama as crianças e reza por elas diariamente.

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José e Chico”(Edizione Messaggero Padova) tem autorização papal e inclui um prefácio de Georg Gaenswein, secretário pessoal de Bento XVI desde 2003.
Chico o gato, confessa ali, ter arranhada o rosto de Bento XVI em uma noite de Natal, mas diz que como ele que o papa era amigo de gatos, quando viu uma escultura de um gato no jardim. Se fosse uma escultura de cachorro – “Eu teria pensado duas vezes antes de dar-lhe uma arranhadinha’, diz ele.

O gato, de cor alaranjada, existe de verdade. Chico relembra, numa linguagem divertida e coloquial, episódios da infância de Joseph Ratzinger, como a ocasião em que atacou o então cardeal na noite de Natal, arranhando-o no rosto. «Ele me perdoou imediatamente», diz o bichano.

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A popularidade do pontífice entre os defensores dos animais sofreu uma queda, quando ele começou a usar a estola de arminho, petições na Internet correram o mundo.

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Mas ao se tornar Papa, a vida dentro do Vaticano, não conseguiu alterar, seu amor e amizade pelos gatos.

O Papa já teria até o título para o primeiro livro “Um gato no Coliseu em Roma”.

E era sobre estes gatos, que ele queria escrever. Mas sua eleição, que o corou como Papa parou esses planos. Como Papa Bento XVI, a partir de então, ele tinha que cuidar da grande Igreja, em vez de uns poucos gatos na Via Aurelia.
A Guarda Suiça antigamente dispersava e enxotava os animais que cruzavam a passagem para a Sala Pública Paulo VI. Depois que Ratzinger virou Papa, os guardas quando veem um gato, sabem que eles tem passagem livre, então eles simplesmente  os deixam ficar nos belos jardins do Papa. Porque eles sabem que se Bento XVI, vai até lá rezar na parte da tarde na Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, no Vaticano, e ele sempre fica muito contente quando ele vê um gato. Porque então ele retorna ao seu antigo sonho: de escrever histórias de gatos.

Apesar de Bento XVI, ser o primeiro papa a ser descrito por um gato, ele faz parte de uma longa tradição do Vaticano.

De acordo com o papado: An Encyclopediapor Philippe Levillain, Papas anteriores também têm mantido animais de estimação.

  • O Papa Paulo II, no c. 15 teve seus gatos tratados por seu médico pessoal.

  • Leão XII, em 1820, levava seu gato ‘”Micetto”, dentro de sua batina.

  • O Papa Leão XII tinha um cão e um gato.

  • Do Papa Paulo VI, diz-se que uma vez vestiu seu gato em uma versão felina das vestes dos cardeais

  • Papa Pio XII manteve pássaros engaiolados no apartamento papal e um peixinho dourado chamado Gretchen.

  • papa_ama_gatos (13) papa_ama_gatos (14)

Alguns sacerdotes famosos que têm gatos são:

  • Padre Chuck Giradeau, reitor da Igreja Episcopal de Todos os Santos, em Atlanta, tem uma gato laranja, de nome Ivan.

  • Pai Allan Warren, da Igreja do Advento, em Boston, tem quatro gatos, Jake, Jeoffrey, Skipergee e Coruja

O cardeal Roger Mahony, arcebispo de Los Angeles, tem dois gatos; um chamado Rafael e outro Gabriel. Mahony acredita que os gatos são animais de estimação perfeito para clérigos “porque eles são companheiros maravilhosos. Há uma espiritualidade sobre eles. Sua presença é muito reconfortante. “

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Ratzinger diz que, sua família sempre teve gatos. Mas agora, diz ele, os gatos só em sua própria casa são uma “coleção de pratos de porcelana com os gatos pintados sobre eles, lembranças de diferentes Europeu férias com meu irmão.”

Mas, diz o cardeal Roger Mahony, arcebispo de Los Angeles, que estava em Roma para a inauguração do papa, “A conversa de rua que o papa adora gatos está incorreto. O papa adora gatos. ”

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Durante a visita ao Reino Unido em 2010, o Papa Bento XVI teve um encontro inesperado com Pushkin. O Pe. Richard Duffield, foi o responsável por garantir que o Papa se encontrasse com um membro muito importante da comunidade. Após as orações, o Papa desceu pelo elevador e quando a porta se abriu, ele ouviu um miado de gato, e olhou agradavelmente surpreendido. Fotógrafos e a TV correram para gravar o encontro histórico. O gato preto havia sido trazido na presença papal. O Papa estava feliz por me encontrar o gato, com uma fita amarela e branca no pescoço, porque são as cores do Papa. Ele perguntou à idade da gata que se chama Pushkins (10 anos de idade), e disse à felino “muito prazer” em alemão, e que ela estava muito bonita. Pushkin estendeu a pata para o Papa que ficou muito sorridente. Ele acariciou-lhe o queixo e fez cafúne em seus ouvidos enquanto o outro padre a segurava. Segundo o Padre, Pushkin permaneceu em “um silêncio digno e orante”, durante todo o encontro. O padre cuida da gata há dois anos, desde quando ele veio para a Paróquia, e diz ainda que Pushkin, cumprimenta a todos os fiéis, e que Pushkin agradou tanto o Papa que deve ser colocada na lista de cartões de Natal que o Papa envia aos mais chegados

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Então, por que o Papa Bento XVI é proibido de ter gatos no Palácio Apostólico?

Joaquin Navarro-Valls, o porta-voz oficial da Santa Sé assessoria de imprensa no Vaticano, se recusou a comentar. Seu secretário explicou: “Essa é uma questão privada. A Santa Sé não divulgar nada sobre a vida privada do papa.

E não só o Papa é um apaixonado por gatos, assim como muitos na Itália. Os gatos tem um “lugar especial” no coração dos italianos

papa_ama_gatos (21)“Os italianos têm um monte de história relativas aos gatos que remonta ao século 13 quando os ratos doentes assolado as cidades matando milhares de pessoas”, diz Mahony.  As pessoas, trouxeram gatos de todos os lugares para matar os roedores doentes. Desde então, eles sempre tiveram um lugar muito especial no coração dos italianos.

Gatos – Cidadões livres

Por causa de seu trabalho em acabar com os roedores que proliferam as doenças, os gatos receberam o status de “cidadãos livres” na Itália. Em termos do direito italiano, isto significa que o governo e seus abrigos são responsáveis ​​pela castração e esterilização de gatos (e cães), mas depois lhes permitem ir livre para se defenderem sozinhos.

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Segundo o Dr. Enrico Moriconi, presidente da recém-formada AVDA, ou por veterinari i Diritti degli Animali (Associação de Veterinários dos Direitos dos Animais ), a Itália é líder mundial na lei dos direitos dos animais. Desde 1991 tem sido ilegal matar cães e gatos saudáveis ​​que vivem em abrigos.

Turim, a cidade próspera industrial no norte da Itália, que foi palco dos Jogos Olímpicos de 2006, aprovou leis rígidas de proteção animal, que remonta ao tempo de Guisseppe Garibaldi, o ativista político que fundou a primeira sociedade de proteção animal em Itália, o Ente Nazionale Protezione Animali (Sociedade para a Proteção e Cuidado de Animais), em 1871.

Aqui, os donos de cães são multados até 650 dólares, se eles não andam com seus animais pelo menos três vezes por dia. Pessoas em bicicletas podem levar cães para passear, desde que não exercitam demais  seus animais de estimação. É contra a lei para tingir peles de animais ou praticar “qualquer forma de mutilação” por motivos estéticos, como corte da cauda, ​​e há enormes multas para qualquer forma de crueldade com animais.

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O livro de regras de 20 páginas também proíbe que peixinhos, coelhos e pintinhos sejam dados como prêmios em parques de diversões. Lojas de animais devem ser piso antiderrapantes dentro das gaiolas, e há requisitos de tamanho específico para as gaiolas dos animais.

Mas Moriconi assinala que estas leis de direitos animais inovador nem sempre são cumpridas. De acordo com Deborah D’Alessandro, oficial de relações públicas para a Torre Argentina Cat Sanctuary e um voluntário incansável, amantes dos animais em toda a Itália estão olhando agora para o Papa Bento XVI para as mudanças que irá aliviar a situação dos gatos do país e cães e tem um longo alcance efeito na contenção da crueldade contra os animais em todo o mundo. “Nós escrevemos a Sua Santidade lhe pedir uma audiência privada e convidando-o a visitar o santuário. Estamos esperando por uma resposta positiva. ”

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O Vaticano não permite animais de estimação nos dias de hoje. Dizem que é uma coisa de segurança. Mas não boatos que o Papa compartilha seus aposentos papais com dois gatos , um que ele resgatou das ruas de roma, enquanto era cardeal. O Vaticano não irá confirmar ou negar, por isso não há surpresa que ninguém comente sobre os pêlos de gato, que pode aparecer em suas vestes.

Muitas culturas concordam que os gatos pretos são presságios poderosos.

papa_ama_gatos (27)Os antigos egípcios reverenciavam todos os gatos, pretos ou não, e foi lá que começou a crença de que um gato preto cruzasse seu caminho lhe traria boa sorte.

Carlos I , rei da Inglaterra, da Escócia e da Irlanda em 1625, durante seu reinado adotou uma política religiosa para conseguir congregar cristãos que podiam divergir em muitos pontos, mas se mantinham unidos graças a uma razoável tolerância.

Ele tinha um gato preto como animal de estimação. Quando o gato morreu, ele lastimou a perda do bichano e disse a corte que sua sorte havia ido embora. A afirmação virou superstição, pois no dia seguinte o rei foi acusado de alta traição e condenado a morte por decapitação

Com a execução do rei, grupos religiosos passaram a denegrir o gato preto, dizendo que este causava azar a quem o tivesse. Entretanto com o passar das décadas o Rei Carlos I foi depois canonizado como santo mártir da Igreja Católica, por suas ações de conciliação entre os religiosos.

Entretanto, a crença que foi trazida para a América, era a de que os gatos traziam azar, talvez para que a sorte continuasse com os europeus, não acham!

O endereço de e-mail do Papa Bento XVI no Vaticano ( benedictxvi@vatican.va ), tem sido inundado com mensagens dos animais pedindo bênçãos, e as suas orações, de acordo com autoridades do Vaticano.

E acho que o Papa Bento XVI, não imagina que existem sacerdotes que justamente na semana dos animais, levanta preconceitos medievais contra seus amados gatinhos, não acham!

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São Francisco pregando aos pássaros “atribuída a Giotto (1295-1300. Fresco. St. Francis, Igreja Superior, Assis, Itália)

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Fonte: Fóruns diversos na internet

PS: Texto e imagens, livres para cópia, por favor divulguem em prol dos gatinhos, miausssss!

PS: Eu sou responsável pelo que escrevo, você é responsável pelo que entende!

O intuito dessa postagem e de minha pesquisa é a demonstrar meu carinho aos bichanos!

Leia também: A Sexta 13, o Gato Preto, e a Manga com Leite

 

Luto por Lennox nas redes sociais do mundo todo

Indignados com o assassinato do cão Lennox, as pessoas do mundo todo estão trocando suas fotos de perfis, para demonstrar o pesar diante do assassinato dele e de outros animais que estão no corredor da morte na Irlanda do Norte e em outros países pelos mesmo motivos.

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Desculpas para matar, essa ou aquela espécie, não faltam as autoridades ditatoriais; alegam que matam animais que vagam nas ruas para controlar a superpopulação e doenças, e agora também vão as casas retirar os animais que tem lar que tem família, para serem eutanasiados porque são dessa ou daquela raça.

Não são só os assassinos em série, que começam sua carreira matando e maltratando animais – a história nos mostra que muitos governos e autoridades também começaram assim, antes de iniciarem suas guerras civis.

Se não nos unirmos para defender os animais, seres mais fracos, indefesos, sem voz e sem voto, dessas atrocidades e injustiças, não conseguiremos quem também se una a uma necessidade humana.

 
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Publicado por em 07/11/2012 em Camp, Campanha, Lennox, Luto

 

Cão Lennox é eutanásiado

O conselho da cidade de Belfast, confirmou ao jornal londrino The Telegrafh, que o cão Lennox, que foi condenado como uma raça perigosa, foi “humanamente colocado para dormir”, na manhã do dia 11 de junho.

A situação de Lennox, um cão de sete anos, descrita com uma mistura de bulldog americano e Labrador, conquistou os corações dos amantes dos animais e ativistas de todo o mundo, depois que ele foi apreendido há dois anos.

Sua proprietária, Caroline Barnes, argumentou ele nunca mordeu ninguém e não é um risco, e embarcou em uma longa disputa legal para ter o cão Lennox poupado de ser executado.Mas depois de um período de impasse, a ordem judicial de execução expirou, e Lennox foi colocado para dormir.

A Família de Lennox, emitiu esta declaração hoje:
“Gostaríamos de aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos vocês novamente pelas suas mensagens de apoio. Lamentamos dizer no momento presente da cidade de Belfast o conselho parece ter a intenção de matar o nosso menino. Apesar das garantias anteriores; tenho sido negado o oportunidade de dizer adeus ,também fomos informados de que não podemos recolher o corpo e trazer para casa. Fomos informados, porém, que vamos receber as cinzas por correio.”

Em um comunicado, que dizia: ” A corte da cidade de Belfast confirmou hoje que o cão Lennox, um tipo de ilegal de pit-bull, foi humanamente colocado para dormir, em conformidade com a Ordem do Tribunal da Comarca, e confirmado pelo Tribunal de Recurso da Irlanda do Norte
“Embora não exista um regime de isenção a que os cães deste tipo (mestiço pit-bull), isso pode ser admitida como uma alternativa à eutanásia, e como não havia outras medidas que pudessem ser aplicadas neste caso, e que abordam as preocupações relacionadas à segurança pública .

Na página do facebook “SALVE LENNOX”, a família escreveu;

Lennox foi assassinado às 7 horas desta manhã, a família não foi autorizada a dizer adeus a ele, a sua família foi proibido a família estar ao lado dele.


Amo você filhote, você para sempre será lembrado por sua bravura, e pelas pessoas incríveis que você trouxe para junto de nós, e para aqueles que você ajudou a unir.


Você é um menino doce, muito amado, e agora corre livre, nós vamos nos encontrar novamente algum dia, você sempre estará vivo nos corações de muitos que lutaram por você.


Agora você não está mais nas mãos, daqueles que lhe causam dor.



Quase 200.000 pessoas apelaram para Belfast City Council, que apreenderam o cão, e os manifestantes se reuniram em frente ao consulado britânico em Nova York para pedir uma prorrogação.

A campanha também foi mobilizada no Twitter com o vocalista da banda Matchbox Twenty EUA, Rob Thomas, entre outras, que tentaram salvar Lennox de ser sacrificado.
Ele twittou: “Estou horrorizado com a injustiça cometida contra Lennox por Belfast.”

 

Convite R$ 15, Bingo Beneficente e Almoço

Peço ajuda de vocês na divulgação do BINGO BENEFICENTE COM ALMOÇO, que organizamos para o próximo domingo, dia 15 de julho às 13:00 hs, no bairro do Limão-SP, no salão do Clube da Comunidade Primavera.
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Cada convite custa R$ 15,00 com direito ao almoço (cardápio abaixo), e uma cartela grátis.
A renda arrecadada com o Bingo será dividida, e metade revertida para os animais resgatados e abrigados pelo protetor Marcelinho, e a outra metade para a protetora Nirley, para o abrigo de Franco da Rocha, que precisa construir um poço semi-artesiano.
Quem puder nos ajudar comprando um convite, pode fazer o depósito na minha conta..
Escreva para mdproanimal@gmail.com, para reservar seu convite. Temos prendas muito boas, esperando por você e sua família.
Dados para depósito – Caixa Econômica Federal ou Agências Lotéricas
Banco: 104 Agência: 2880 Operação: 013 Conta-Poupança: 00004424-8 Nome: Marli Delucca
Os convites estão enumerados, e eu os entregarei na entrada do almoço, para aqueles que confirmarem a presença, enviando o comprovante de depósito para meu controle.
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O cardápio:
Entrada – berinjela e pão italiano
Almoço – arroz, macarronada especial com queijo mussarela e tomate.
Opção: molho a bolonhesa, com proteína de soja e salada sortida (alface, tomate, palmito e cenoura)
Bebida – será vendida à parte.
Agradecemos a todos que nos doaram as prendas. Contamos com a sua presença neste evento beneficente em prol dos animais.
Quem não puder comparecer, mas quiser nos ajudar, pode comprar um convite, juntamente com seus dados, para receber pelo correio o adesivo para carros “Eu Freio para os Animais”.
Muito obrigada.

 

As Baleias e o Grande Milagre

Nos dias atuais, com o mundo todo interligado pela internet nas redes sociais e na mídia, salvar baleias da morte pela caça indiscriminada não tem sido tarefa fácil para os ativistas.

Imagine então como teria sido salvar três baleias encalhadas há 23 anos atrás, quando ainda não existia internet, e o mundo vivia no tempo da guerra fria entre EUA e a Rússia.

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Como se isso ainda não bastasse, as baleias estavam presas em buraco no gelo no Alasca, no território dos Inuíts, que são os membros da nação indígena esquimó, que habitam as regiões árticas, e que sobrevivem da caça à baleia branca.

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O grande milagre realizado por essas três baleias encalhadas, ajudadas inicialmente por 3 pessoas, foi o de alterar a mentalidade de seus até então algozes caçadores, para resgatadores de baleias, e fazer com que os governos dos Estados-Unidos e da Rússia, colaborassem para resgata-lás e devolve-las ao mar, independentemente dos motivos de cada um.
Abaixo as fotos reais do esforço dos inuíts para salvar as baleias.

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O fato verídico e que emocionou corações em todo o mundo em 1988, envolve um repórter de um pequeno jornal local,  uma voluntária do Greenpeace, e o chefe inuít local, que se unem para salvar uma família de majestosas baleias-cinzentas presas pela rápida formação de gelo no Polo norte, e que se transformou em um esforço internacional chamado de Operação Breakthrough.
 
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E como toda boa história sempre um dia chega aos cinemas, holywood demorou, mas conseguiu retratá-la o mais fielmente possivel, tanto que foi após assistir o filme O Grande Milagre, é fui atrás dos fatos verídicos ocorridos em 1988.

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Um fato não relatado no filme foi um telefonema muito importante que dizia:
-“Aqui fala Campbell Plowden coordenador da campanha de baleias do Greenpeace. Gostaria de informá-lo que a União Soviética enviará dois navios quebra-gelo para abrir caminho às baleias presas no Alasca”.

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Isso desencadeou o enlace do resgate das três baleias-cinzas, que estavam prestes a morrer presas no gelo do Alasca. O ativista Campbell Plowden telefonou para a agência de notícias Associated Press, que imediatamente espalhou a notícia (que até então não havia sido confirmada pela Russia, e  que forçou tanto o governo dos Estados Unidos, como os soviéticos, a atuarem em conjunto com os esquimós, as empresas de petróleo e os ambientalistas para salvar as baleias).

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Infelizmente não posso contar a verdadeira história aqui, sem desvendar o filme, portanto recomendo que assistam “O Grande Milagre”, abaixo o trailler.