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Arquivo mensal: outubro 2012

NOVO CASO MAUS-TRATOS EM PETSHOP

Várias denúncias já vinham sendo feitas pela entidade à polícia, dando conta também de que ele vendia animais doentes em seu estabelecimento comercial.

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Proprietário de pet shop que funciona em área do Shopping Uberaba foi preso na tarde de ontem pela Polícia Ambiental, acusado de maus-tratos a animais domésticos, depois de denúncias da Sociedade Uberabense de Proteção ao Animal (Supra), dando conta de que ele mantinha mais de trinta cães em cativeiro em uma chácara na zona rural. O homem chegou a ser levado à delegacia, mas acabou liberado e, por enquanto, ainda vai ficar cuidando dos cães, enquanto a Justiça decide qual o destino dos animais.

Várias denúncias já vinham sendo feitas pela entidade à polícia, dando conta também de que ele vendia animais doentes em seu estabelecimento comercial.

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Ontem, por volta de 10h, uma viatura da Polícia Ambiental foi até a Estância Lambari, situada na BR-262, km 832, próximo ao bar do Chuá, onde, segundo as denúncias, os cães eram mantidos em cativeiro, sendo alimentados somente uma vez por dia e eram soltos somente uma vez por semana, além de não receber nenhum cuidado médico ou higiênico no local.

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O caseiro da chácara, C.L.C., 32 anos, comunicou a presença dos policiais ao proprietário, A.C.M., 48, que acompanhou a ocorrência. Foi constatado pelos militares que no local havia 36 cães confinados em gaiolas de arames, em condições higiênicas insatisfatórias, e que dois animais estavam seriamente doentes e com lesões aparentes de maus-tratos. O trabalho de perícia foi acompanhado pela médica-veterinária Roberta Lacerda de Miranda Rezende, que constatou serem os cães de diversas raças.

Constatado o crime previsto no artigo 32 da Lei Federal 9605/98 e artigo 3º do decreto 24.645/34, os policiais fizeram a apreensão dos animais e deram voz de prisão ao autor A.C.M., que foi conduzido preso à 15ª DPC, no Parque das Américas.

O delegado de plantão, Danilo Alves, determinou a elaboração de um Termo Circunstanciado de Ocorrência e a entrega dos outros 34 animais aos cuidados do autor, como fiel depositário, até o encerramento do inquérito que apura o caso. .

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Danilo foi procurado pela reportagem, mas não foi encontrado para falar sobre o assunto.

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Fonte: Jornal da Manhã e Allefcapt

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RAÇÃO MAIS CARA GRAÇAS AO GOVERNO DO PT

 

Eles consideram que os alimentos (RAÇÃO) para cães e gatos são destinados a um público com alto poder aquisitivo, que opta pelo fornecimento de tais alimentos, em vez de utilizar formas mais básicas de nutrição.

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A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que, nas rações para cães e gatos em embalagens com mais de dez quilos, incide alíquota de 10% relativa ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O entendimento vai ao encontro do que sustentou a Fazenda Nacional em recurso contra decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que havia fixado alíquota zero sobre tais produtos.

A controvérsia girou em torno do correto enquadramento do produto na Tabela do IPI, com vistas à definição da alíquota a ser empregada na operação de industrialização — se genérica ou específica.

Na tabela, há o item Alimentos para cães e gatos, acondicionados para venda a retalho e o item Preparação destinada a fornecer ao animal a totalidade dos elementos nutritivos necessários para uma alimentação diária racional e equilibrada – alimentos compostos completos.

O voto vencedor foi do ministro Benedito Gonçalves, para quem os alimentos para cães e gatos, acondicionados para venda a retalho, têm enquadramento próprio na Tabela do IPI, “razão pela qual é inadequada a sua inclusão em código genérico [outros], de caráter residual”. O ministro explicou que a diferenciação entre os itens da tabela leva em consideração o princípio da seletividade: os alimentos para cães e gatos são destinados a público com alto poder aquisitivo, que opta pelo fornecimento de tais alimentos, em vez de utilizar formas mais básicas de nutrição.

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Para reforçar o entendimento, o ministro destacou que o código dos alimentos compostos para outros animais refere-se a produtos mais essenciais, pois se destinam à alimentação de animais como bovinos, equinos e aves, os quais, em geral, servem à produção de renda para trabalhadores rurais e ainda à alimentação da população.

O ministro Benedito ainda ponderou que “o enquadramento das rações para cães e gatos no tópico das rações completas terminaria por ‘esvaziar’ o item referente às rações para cães e gatos vendidas em retalho, pois não sobrariam produtos significativos a serem enquadrados em tal categoria”. Acompanharam esse entendimento os ministros Teori Zavascki, que foi indicado recentemente para o Supremo Tribunal Federal na vaga de Cezar Peluso, e Arnaldo Esteves Lima.

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O relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, foi voto vencido. Ele manteve o entendimento do TRF-4. Para o relator, o fato de o produto suprir as necessidades nutricionais dos cães e gatos possibilitaria o enquadramento em “Preparação destinada a fornecer ao animal a totalidade dos elementos nutritivos necessários para uma alimentação diária racional e equilibrada – alimentos compostos completos”, por conter descrição específica, pois se refere a produto cuja composição lhe atribui característica essencial: a de ser composto completo.

Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

 

Laudo comprova surras no pet shop

Não é só na novela Avenida Brasil que existem vilões capazes das maiores monstruosidades.

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Na vida real, no bucólico bairro do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio, a ação covarde de um jovem contra animais indefesos, registrada  pela câmera de um cinegrafista amador, revoltou toda a cidade.

Responsável pelas agressões a cães dentro um pet shop, o filho da dona do estabelecimento Daniel Henriques Barroso dos Santos, teria procurado refúgio na cidade de Cabo Frio, na Região dos Lagos, temendo as ameaças sofridas por moradores do moradores do bairro. A Polícia Civil já sabe que o pet shop onde Daniel trabalhava há 5 meses com sua mãe, é clandestino e não tem alvará de funcionamento e nem inscrição no Conselho Regional de Medicina Veterinária, Daniel assumiu essa função de dar banho nos cachorros após a demissão de dois funcionários que exerciam esta função, devido ha contenção de despesas.

De acordo com agentes da 26° DP (Engenho de Dentro), o inquérito policial sobre o caso esta sendo enviado para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Até agora, foram registradas seis queixas crimes contra Daniel, que na terça-feira, será intimado para depor.

A equipe da 26° DP realizou várias diligências a procura de Daniel em sua residência, sem obter êxito.

O crime revoltou os policiais da 26° DP, pois nesta Delegacia existe um cão de nome Toby, que é o xodó da galera, vivendo ali na frente há 5 anos e tratado por todos com carinho e amor.

Toby o Cão da 26 DP

CRMV entra  no caso
Os fiscais do CRMV-RJ, Priscila Albuquerque e Leonardo, começaram as investigações a procura do responsável técnico do estabelecimento Quatro Patas e de casos que comprovam maus tratos aos animais ali levados.

Fiscais do CRMV-RJ

Através de denuncias de moradores da própria região, foi localizado um cão da raça poodle de 14 anos que no dia
10/10/2012 teve seu animal ferido no membro pélvico direito, com 3 cm de encurtamento, após ter ido tomar um
banho na Quatro Patas.

Ranter, poodle machucado e traumatizado

O animal foi levado pela proprietária Flávia Ribeiro a Clinica Veterinária do Dr. Alexandre Kunner CRMV-RJ 11.737, que o socorreu, realizando os procedimentos necessários, mas o Pet Shop Quatro Patas não arcou com as despesas de atendimento e nem com os medicamentos.

Laudo Cão  Dr. Alexandre que atendeu o poodle

Fama negativa
A fama negativa do Pet Shop Quatro Patas no Bairro do Engenho de Dentro já vinha acontecendo há algum
tempo. Conforme declarações, tudo começou quando a namorada de Daniel que tinha um Pet Shop de nome
Babalu na Rua Borja Reis 613, saiu do local , montando o Quatro Patas com Daniel.

Fonte: Jornal Povo

 

CARMINHA É VÍTIMA NÃO É VILÃ

 

Ela foi considerada a grande vilã do trânsito carioca em 18/10/12, a cadela que parou as duas pistas da Ponte Rio-Niterói por oito minutos em pleno horário do rush ganhou um apelido bastante apropriado: Carminha.

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“Loura” como a antagonista de “Avenida Brasil”, a cachorra percorreu os quase 13 quilômetros do elevado – ela foi vista na Perimetral e só foi capturada na Ilha de Mocanguê – e deu dois “olés” nas equipes de resgate que vinham monitorando seu “passeio” pela Ponte.

Carminha foi vista pela primeira vez por volta das 8h. Ela andava pela Perimetral, na contramão da pista sentido Rio. Na altura do Vão Central, as equipes da Concessionária CCR Ponte fizeram um bloqueio e fecharam o trânsito por seis minutos para tentar capturar a cadela. Que nada. Ela tentou morder os agentes e depois furou o bloqueio, seguindo seu caminho pelo meio dos carros até Mocanguê.

Lá, o trânsito foi novamente fechado, por dois minutos. Mas Carminha não quis saber de “se render” e buscou abrigo na base naval da ilha. Os funcionários conseguiram uma autorização para entrar na área militar e, por volta das 9h, Carminha foi resgatada. A cachorra estava bastante agitada e estressada, mas aos poucos foi se acalmando. Ela seguiu com uma equipe da Suípa para a sede da ONG, em Benfica, Zona Norte do Rio, onde será avaliada por uma equipe de veterinários.

Apesar do transtorno que causou, Carminha já conquistou fãs: segundo a assessoria de imprensa da CCR Ponte, várias pessoas ligaram pedindo informações sobre a cadela e mostrando interesse em adotá-la.

A simpática cadela de pelo amarelo de cerca de oito anos que parou a ponte Rio-Niterói por duas vezes na quinta-feira bombou em bate-papos reais e virtuais. Mais de 100 interessados ligaram para a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), no Rio, onde o animal se encontra atrás de informações sobre a saúde da cadela e medidas para a adoção.

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O supervisor veterinário Izanagi Ferreira tranquiliza os fãs sobre o estado de saúde de Carminha.

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“Está se alimentando bem aqui, já que estava muito magra por não comer na rua.

Fizemos exame de sangue e deu tudo bem. Mas detectamos sarna e o tumor de Stick, que é tumor vaginal a obrigará a fazer quimioterapia”.

Segundo o veterinário, cadela ficará pelo menos cinco meses na Suipa, em tratamento antes de ser adotada.

“O tratamento de quimioterapia levará um mês. Depois vamos ver como ela responde, vacinaremos, vamos fazer a esterilização e aí ela entrará para a lista de adoção”, explicou o veterinário.

Na Suipa, Carminha fará companhia aos outros 3 mil animais alojados no local.

“Estamos superlotados”, diz Nini Bandeira, assessora da presidente do órgão, Bebel da Suipa. “Como somos ‘não eutanásicos’, estamos sempre cheios”, completa ela, referindo-se ao princípio de sempre lutar pela vida dos animais abandonados. 

A SUIPA também precisa de ajuda!

Contamos muito com a solidariedade dos associados e de todos os amigos colaboradores que acompanham e respeitam o nosso trabalho.

O abrigo da SUIPA, com 68 anos de existência, precisa ser reestruturado. Precisamos de materiais de construção e de RECURSOS para contratar profissionais com mão de obra qualificada para ladrilhar, pintar, consertar os telhados, os portões.

A necessidade de uma REFORMA no abrigo de cães e gatos é URGENTE. Muitas vezes “improvisamos” as soluções porque as despesas fixas da SUIPA são muito altas, como a compra de ração e medicamentos e o pagamento dos funcionários. Não podemos mais improvisar. O abrigo está superlotado e esta situação pode ser mitigada com obras planejadas e bem executadas.

Por isso pedimos a ajuda dos associados, e amigos dos associados também, que possam ser solidários à SUIPA.
Quem puder nos ajudar, por gentileza, utilize as seguintes contas para depósito:

ITAÚ- Agência 0584 – Conta Corrente: 32833-0
BRADESCO – Agência 0583 Conta poupança 1.002.857-4

Quem preferir fazer doações pessoalmente, na sede da SUIPA, escreva para a Sra. Nini Bandeira e agende conosco uma visita.  nini@suipa.org.br

Antecipadamente, agradeço a todos!
Izabel Cristina
Presidente da SUIPA

 

Tosadora Sidália, também maltrata animais em SP

Uma nova denúncia de maus tratos a animais,  está circulando nas redes sociais.

Infelizmente o denunciante além de não se identificar, também não identifica o local, e nem a época que o vídeo que mostra a tosadora de nome “Sidália ou Sildalva”, dando socos e sufocando o animal que aparenta ser da raça Schnauzer.

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No vídeo é possível ver que em outra mesa a um outro animal também sendo manipulado por outra pessoa, que comprova que todos eram coniventes com o que ocorria neste petshop localizado no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo.

Após a circulação do vídeo, o local foi reconhecido por alguns e algumas pessoas postaram comentários dando nome, endereço e telefone do suposto petshop onde os maus tratos ocorreram, e as atuais informações são de que o vídeo é antigo do ano de 2009, os atuais proprietários hoje são outros.

PS: FISCALIZEM TODOS AQUELES QUE TEM CONTATO COM O SEU ANIMAL (do dono da loja, ao tosador, ao veterinário)

Por estes e outros motivos fiz download do vídeo e o coloquei no canal do Mural Animal.

 

O vídeo chegou até o programa da Ana Maria Braga

 

Pet shop dos horrores

O vídeo que mostra cães sendo espancados em uma pet shop no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio, não revoltou apenas os brasileiros.

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As imagens se espalharam pela internet, e viraram notícia nos jornais britânicos “The Sun” e “Daily Mail”, que reproduzem as imagens, exibidas pelo RJ-TV da TV Globo na quinta-feira. O “Daily Mail” chama o caso de “pet shop dos horrores”.

Os sites dos jornais classificaram como tortura os atos do filho da dona da pet shop, identificado como Daniel, de 20 anos. Era ele quem dava o banho nos animais. Em uma das cenas, ele dá socos e bate a cabeça de um animal contra a parede. Os sites dos jornais afirmam que as agressões seriam ainda mais graves porque os animais apanhavam durante o banho, quando não teriam como fugir. As imagens foram feitas há cinco meses, por um ex-funcionário.

Pouco depois da divulgação do vídeo, cerca de 50 pessoas cercaram o estabelecimento. Uma funcionária fechou a pet shop às pressas, enquanto os donos dos cachorros chutavam as portas. Os jornais britânicos destacaram que as pessoas só foram contidas com a chegada da polícia ao local.

IMAGENS DE FILHO DE DONA DE PET SHOP AGREDINDO CÃES REVOLTAM E VIRAM CASO DE POLÍCIA

Rio –  O deputado Dionísio Lins (PP) apresentou nesta quinta-feira projeto de lei que determina que as pet shops tenham veterinário e vidros nos locais de banho e tosa, além de multa de 50 a 1.000 Ufirs para quem não cumprir.

As imagens de cachorros indefesos levando socos e garrafadas, sendo jogados contra a parede e amordaçados, enquanto tomavam banho na pet shop Quattro Patas, no Engenho de Dentro, chocaram ontem os donos dos animais e moradores do Rio.

Revoltados com as cenas das agressões, exibidas pelo “RJTV”, da Rede Globo, vizinhos ao estabelecimento se concentraram na porta da loja à tarde, e alguns ameaçaram depredar o lugar.

Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Princesa, a cadela de André, também demonstrava medo ao entrar na pet shop: ‘Ela se encolhia toda’, diz | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Policiais do 3º BPM (Méier) foram chamados, e a pet shop teve que ser fechada. Daniel, 20 anos, o rapaz que aparece nas imagens agredindo dois cães, foi identificado pela mãe, Solange Barroso, que é dona da loja. Ela alegou que não sabia das agressões, embora apareça no vídeo.
Os donos dos cães relataram que os animais voltavam da pet shop tristes, depressivos, e alguns tinham resistência em entrar na loja.
“O Daniel buscava o Oliver para tomar banho às quartas-feiras. Quando ele entrava no carro, fazia xixi. Voltava deprimido e dormia o dia todo”, contou a empresária Roberta Fontes, 25 anos, dona de Oliver, um Chow Chow de 9 anos. “Chorei vendo as imagens”, acrescentou ela, que quer processar a dona.
A estudante Silvia Lopes, 12 anos, achava que a agitação de seu poodle ao chegar à pet shop era porque o cão não gostava de banho.
“Não tínhamos como desconfiar, nunca chegou machucado”, afirmou. Princesa, a cadela de André Guimarães, 31, também tinha medo de entrar na loja. “Ela se encolhia toda”.

Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Roberta conta que, de medo, Oliver fazia xixi quando ia para o banho | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Alvará da  pet shop é suspenso
A prefeitura suspendeu o alvará da Quattro Patas, no Engenho de Dentro, e o caso está na 26ª DP (Todos os Santos). Solange e o filho podem responder por crime ambiental. O assunto foi discutido nas redes sociais: muitos pediam a condenação do agressor.

Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia

Moradores se revoltaram contra maus tratos e cercaram fachada de pet shop | Foto: Alessandro

A professora Ana Paula Siqueira Santos estava aos prantos. Ela é dona da primeira cadela que aparece nas imagens, um vira-lata, chamada Pink. “Nunca desconfiei, a dona é um amor, foi ela que me deu a cachorra”, contou ela, chorando. “Eu vou acionar eles judicialmente”, completou.

As imagens foram feitas há cinco meses. A testemunha, que não foi identificada e gravou o vídeo, ficou indignada com as agressões. De acordo com ela, os maus-tratos eram constantes e os animais chegavam a gritar de dor. Alguns até saíam machucados e traumatizados com as pancadas.

A técnica de enfermagem Isis Álvaro Duarte é dona do yorkshire que também aparece levando socos no vídeo. Ela se disse chocada e revoltada. “A dona parecia muito boazinha com todo mundo, dava brinquedos para os cachorros. O filho dela eu conheço desde a época da escola, nunca imaginei”, disse ela, com o cão Oliver, de 4 anos, no colo.
De acordo com o veterinário da Secretaria de Proteção aos Animais Alceu Cardoso, a Prefeitura vai publicar nesta quinta-feira (19) a suspensão temporária do alvará de funcionamento da clínica.

Para muitos, foi uma surpresa. “Já dei banho no meu gato, não vi nenhum problema, mas ele chegou quietinho. Achei que não era nada, fiquei impressionada”, disse Ângela Peçanha, moradora do bairro.
“Eu trazia sempre meu cão, ele voltava tristinho mas foi uma surpresa, nunca desconfiei”, a estudante Elaine Borges, dona de um shitzu de 5 anos. Ela afirmou que vai depor na polícia.
A dona de casa Fabiane Caldeiras disse que o cachorro da irmã voltou machucado da pet shop mais de uma vez. “Ele voltava sem querer comer, sem brincar. Eles alegavam que ele ficava agressivo na pet, mas é mentira”, desabafou. Ela também disse que pretende ir à polícia.

Tumulto
No início da tarde, agentes do 3º BPM (Méier) foram acionados para uma confusão na porta da pet. Segundo a Polícia Militar, donos de animais também atendidos queriam linchar a proprietária do estabelecimento.

Surpresa
Procurada pela equipe do RJTV, a dona do estabelecimento, Solange Barroso, ficou surpresa com as denúncias. Ela disse que nunca recebeu reclamações de maus-tratos.

Solange reconheceu o agressor dos animais como o próprio filho — Daniel, de 20 anos. No entanto, mesmo aparecendo nas imagens, ela negou que soubesse das agressões. Na falta de funcionários, ele chegou a trabalhar na loja alguns meses atrás. Atualmente, tem a função de levar e buscar os cachorros em casa.

“Isso não era do meu conhecimento. São coisas que acontecem no momento e que não dar você controlar. É so isso que posso dizer. Pedir mil desculpas porque realmente, eu não tenho nem o que dizer”, contou Solange.

Sequência de socos
As agressões também aconteceram com cachorros pequenos e tranquilos. As cenas mais chocantes, no entanto, são com um cachorro da raça labrador. O animal, mesmo dominado, recebe uma sequência de socos na cabeça. Ele apanha praticamente durante todo o banho, que dura 15 minutos.

Pelas imagens, é possível observar que o funcionário usa uma garrafa de plástico para agredir o cachorro. Em seguida ele pega outro frasco de xampu para bater no animal. As agressões não param. O cachorro não reage, está aparentemente calmo, mas continua recebendo socos

Como denunciar
Quem quiser denunciar os maus tratos, pode tomar três atitudes: procurar a delegacia mais próxima ou Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade, além de poder ligar para o número 1746. Após a denúncia, agentes da Secretaria especial de Defesa dos Animais vão até o local para fazer uma vistoria. Caso a denúncia seja comprovada, o dono da loja pode ser notificado e o pet shop tem um prazo para se adequar. No entanto, se o erro persistir, o alvará de funcionamento do estabelecimento pode ser suspens

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O coração de vidro dos animais

Uma linda e emocionante história sobre a vida em família de humanos e animais, assistam..

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Não li o livro ‘Coração de Vidro’ de José Mauro de Vasconcelos, mas a sinopse dele é;

“Coração de Vidro” é um alerta de respeito à natureza. O homem, o maior predador do planeta, violenta sem remorsos o meio ambiente, intervindo na liberdade dos animais. Um livro comovente, uma lição de vida encantadora para crianças e adultos, passada com lirismo e poesia. Quatro histórias que se entrelaçam contando o apogeu e o declínio de uma enorme fazenda. Quatro personagens destruídas pela vaidade,insensatez e orgulho humanos: o pássaro azulão, o peixinho vermelho, o cavalinho de ouro e a mangueira-moça

E obrigado a Panvel Farmácias e sua agência de publicidade por esse vídeo inesquecível.