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Arquivo da categoria: Animais

Animais Vítimas do Crime da Mala

Trancafiados em malas fechadas, animais são deixados para morrer, e jogados em rios, terrenos baldios e ruas das cidades pelo mundo.

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Veja os casos:

Gatinho é Jogado em Rio Dentro de Mala Fechada
Guerreiro o Cão Vítima do Crime da Mala precisa de uma Cadeira de Rodas
Cinco Gatinhos Abandonados dentro de uma Mala Fechada
 
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Publicado por em 08/14/2014 em Animais, Crime, Mala

 

Zoológicos Entre o Preço e o Valor da Vida

Com os avanços da tecnologia, a televisão, a internet, os zoológicos há muito poderiam ter sido extintos, se não fosse a ganância e a cegueira humana. Knut morreu, mas o Gato Muschi, a Ursa Maeuschen, Marius a Girafa, a Anta Melancia, os Chimpanzés Tony, Felipe e Nancy, a Oragotango Karen, e os micos-leões-de-cara-dourada, e a família de leões foram mortos dentro dos zoos e a maioria pelos próprios zoológicos.

“Os animais, como qualquer outro indivíduo são inteligentes, preferem a qualidade da vida sobre a quantidade de vida.”

Quem em seu juízo perfeito gostaria de ver um animal solitário, confinado anos a fio, há alguns metros quadrados…, mas não! As pessoas continuam a levar a família, para a exposição de grades enferrujadas ou de vidros embaçados, onde encontram animais apáticos, tristes ás vezes já esquizofrênicos da claúsura imposta pelo zoo. Ou seja continuam a financiar o encarceramento dos animais, que poderiam conhecer profundamente no conforto de seus sofás, através de documentários, e de graça.

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A mudança de atitude e na mentalidade de algumas pessoas ao longo dos séculos, tem tentado trazer a verdadeira crueldade que envolve os animais que sobrevivem em zoológicos, mas o lobby deles junto aos govêrnos e a imprensa é muito forte.

Veja só o caso do Garoto Provoca Tigre e Perde o Braço, mas na imprensa comercial o título é “Menino de 11 anos é atacado por tigre em zoológico”, mas os vídeos mostram que o garoto irritou o leão, a jaguatirica, e por último o tigre que retribuiu um dos vários tapas que recebeu. Esse tipo de atitude demonstrada pelo garoto de atiçar um animal, e o resultado dela não poderia ser diferente, e poderia ter acontecido com o leão, com um cão, ou mesmo com um gato doméstico.

Até o final do século XX muito dos animais de zoológico eram treinados para se exibirem aos visitantes, garantindo a bilheteria. Mas além disso todos os Zoos mantém também um segredo obscuro do público sobre seus animais excedentes criando uma cegueira conveniente para que as pessoas continuam indo aos Zoos.

O primeiro zoológico surgiu em 1.752 e existe até hoje. É o Schoenbrunn, que fica em Viena, capital da Áustria. No Brasil, o primeiro zôo foi o do Rio De Janeiro, inaugurado em 1.888.

Pensando nisso resolvi reunir alguns casos reveladores sobre os zoológicos…          (tudo que estiver sublinhado tem link, click para ler na íntegra)

Cerca de 100 Animais Mortos no Zoo de São Paulo

Cerca de 100 Animais Mortos no Zoo de

Bióloga denuncia a verdade sobre os zoológicos

Na maioria dos zoológicos existe a distinção entre “animais em exposição” e “animais excedentes”.

Os animais em exposição (no contexto, como se fossem agora, peças de uma galeria de arte) são aqueles que o público enxerga. Aliás, a maioria deles é recolhida à noite, gerando mais estresse. Os “animais em exposição” ficam nas partes divulgáveis do zoo.

Nas áreas que estão longe dos olhos do público, existem pequenas jaulas com os “animais excedentes”, ou seja, os que sobraram da reprodução em cativeiro, ou de trocas com outros zoológicos. Ou até mesmo os animais doentes ou que desenvolveram a (novamente ela) neurose de cativeiro. Claro que não é conveniente que o público tenha contato com comportamentos como automutilações, coprofagia, canibalismo e outros desenvolvidos em animais privados de sua liberdade. A visão desses comportamentos pode começar a atenuar a “cegueira conveniente” do grande público. Não é recomendável.

Nessas áreas, até são permitidas visitas técnicas. Mas são terminantemente proibidas fotos e filmagens, por razões óbvias aos olhos da ética biocêntrica. Uma das monitoras, quando questionada sobre o porquê de as fotos serem proibidas, disse não saber. Fiquei me questionando se a resposta foi estratégica, se foi repetida como mantra, se ela simplesmente não se importa, ou se a cegueira a acomete também.

Nas áreas dos “animais excedentes”, foi possível observar em vários zoológicos que o espaço em que os animais estão confinados é bem menor que o dos animais “em exposição”. Logo nos perguntamos: o que dizer da preocupação com o “bem-estar animal”, ou com “enriquecimento ambiental” para os animais dessas áreas? Também não obtive respostas convincentes. Só evasivas. Não insisti mais porque as respostas ficaram óbvias demais. (Trecho do texto de Marcela Teixeira Godoy, Bióloga e Professora Universitária, click para ler na íntegra)

  • A Ursa e o Gato

    Com a idade de quase 43 anos, “Maeuschen” a ursa asiática, foi ‘eutanasiada’ pelo zoológico de Berlim em 04.12.2010. O zoo divulgou a seguinte nota; “O animal que sofria distúrbios de movimento “foi libertado de sua dor”.

  • “Maeuschen” (“Ratinha”), a ursa parda de 500 quilos, e “Muschi” o gato viveram juntos durante 10 anos, desde o dia que ele apareceu e ela o adotou, talvez para aplacar a solidão do confinamento.
  • Uma vez que o zoológico não especificou quais os tipos de distúrbios do movimento que ela estava sofrendo; ela poderia ter a doença de Parkinson, ou outras doenças comuns em animais enjaulados. O mais importante é que todas essas doenças são tratáveis, até certo ponto. E o mais importante ainda, é que o zoológico não produziu qualquer prova de que ela estava realmente com dor e, portanto, se a eutanásia era realmente necessária, e também não anunciou o que foi feito com os restos mortais.
  • Em 1990, o diretor do infame do zoológico de Berlim, Bernard Blaskiewitz, vendeu três ursos asiáticos idosos para um matadouro. Ele também foi acusado do tráfico ilegal de tigres e de onças para a China, que é notória em explorá-los para sua medicina cruel. O Zoológico de Berlim também matou entre 100-150 animais por várias outras razões por eles alegada. Portanto, é perfeitamente concebível supor que o zoológico simplesmente cansou de prover a alimentação especial e o tratamento da artrite do Maeuschen, e vendeu-a para aqueles indivíduos sem escrúpulos que fazem parte do tráfico de carne de urso, e seus fluidos, e várias outras partes de seu corpo.
  • Além disso, é uma prática comum entre os jardins zoológicos, museus, biólogos, universidades, e outros, que para arrecadar um bom dinheiro, eles se utilizem de tráfico quase legalizado, dos restos dos animais exóticos que eles injustamente matam.
  • A ursa chegou ao Zoo de Berlim tão inocente quanto uma criança, em setembro de 1968, acredita-se que Maeuschen, foi a que mais tempo sobreviveu em cativeiro, do que qualquer outro urso encarcerado. Se tivessem dado a ela a escolha entre uma vida de reclusão e cinco anos de liberdade, não haveria nenhuma dúvida de que ela teria escolhido o último.  (Fonte: CatDefender)

Outros casos

  1. LEI Nº 7.173, DE 14 DE DEZEMBRO DE 1983. – Dispõe sobre o estabelecimento e funcionamento de jardins zoológicos e dá outras providencias.
  2. Zoológico de Taboão da Serra sofre com má conservação. Um leão e um casal de tigres morreram nos últimos meses

  3. Animais do Zoo do Rio têm vida de cão sem dono

  4. VÍDEO – O Caso da Elefanta Lady de 43 anos
  5. Onça morre após receber sedativos em zoológico do interior de SP

  6. Zoo mata filhote de urso rejeitado para ensinar que “natureza pode ser cruel”

  7. Frequentadores e funcionários denunciam maus-tratos a animais em zoo

  8. Tigresa morre por falta de tratamento em zoológico de Cascavel (PR)

  9. Animais morrendo de fome diariamente no Zoológico da Indonésia

  10. Macaca em extinção atacada pela mãe no Zoo

  11. Macacos invadem zoológico no PR, mordem criança e libertam ‘colegas’

  12. Garoto de 7 anos Invade Zoológico e Mata Diversos Animais

  13. Felino emprestado de Maringá morre no Zoológico de Cascavel

  14. A polêmica morte da girafa Marius

  15. Depois da girafa Marius, zoo dinamarquês mata família de leões

  16. Conheça a verdade sobre os Zoológicos

  17.  

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Garoto de 7 anos Invade Zoológico e Mata Diversos Animais

Nota do Blog: Essa postagem tem o intuito de alertar as pessoas que as CRIANÇAS podem SIM cometer MALDADES CONTRA ANIMAIS E PESSOAS, os motivos são muitos e não estão sendo JULGADOS e nem QUESTIONADOS, e para os ANIMAIS VÍTIMAS dessas crianças esses motivos pouco IMPORTAM! Além do que minha opinião pessoal é essa MALDADE INFANTIL, nem sempre é causada pela criação ou fatores externos. Do mesmo modo que crianças nascem com habilidades artísticas, tocam piano aos 3 anos, falam línguas, podem também nascer com habilidades para a crueldade. 

(Vídeo) Um garoto de sete anos invadiu um zoológico na Austrália, matou diversos animais e alimentou um crocodilo com outros ainda vivos, durante uma conturbada série de matanças capturada pelas câmeras de segurança do soo. Já a menininha loirinha de 6 anos, é Beth Thomas que torturava animais e o irmãozinho.

Garoto de 7 anos Invade Zoológico e Mata

O ataque aconteceu durante o dia, por volta das oito da manhã. Durante 35 minutos, o menino matou brutalmente pelo menos 13 animais no centro de répteis da cidade australiana de Alice Springs. Em um dos casos, ele bateu em um lagarto diversas vezes com uma pedra até o animal não resistir mais.

Além disso, o garoto ainda alimentou um crocodilo com diversos animais vivos que jogava na jaula do réptil de três metros, chamado Terry.

As imagens do circuito interno de televisão do centro mostram o garoto sorrindo enquanto assistia o crocodilo atacar um lagarto de língua azul.

Controle
Apesar de ter sido levado à polícia, o menino não pode ser preso pois é menor de idade. Mas o diretor do centro, Rex Neindorf, quer processar os pais do garoto, que, segundo ele, deveriam estar controlando o filho naquele momento.

“Estou desolado pela idade do menino, pelos estragos que ele fez e por ninguém querer se responsabilizar”, disse Neindorf à imprensa local.

“Se fosse na minha época de criança, ele levaria um bom chute no traseiro, afirmou o diretor” inconformado.

Neindorf disse que dez répteis, uma tartaruga, quatros lagartos de língua azul, dois dragões-barbudos, dois diabos-espinhosos e um iguana de 20 anos e de 1,8 metro foram jogados para Terry, o crocodilo de 200 quilos.

Além disso, mais três lagartos foram encontrados mortos em seus viveiros.
“Será difícil substituí-los. Muitos eram raros e maduros”, lamenta o diretor.

O menino foi interrogado pela polícia, mas se manteve calado. Os policiais afirmaram que não têm a menor idéia do que pode ter motivado o ataque. O caso aconteceu em Outubro de 2008.

A Maldade Infantil

(click no título para ler mais)

Já Beth Thomas, a menininha loirinha de 6 anos, torturava animais e o irmãozinho.

No documentário Child of Rage (A Ira de um Anjo), no qual, nas sessões com a menina de apenas 6 anos, é visível sua completa falta de emoção e de empatia.

São olhos azuis gélidos, e não expressam nada além de: “Eu mataria mamãe e papai à noite.”. É assustadora a forma como Beth consegue dizer que as pessoas tem medo dela, principalmente o irmão, pois ela o machuca “muito”.

Quando se trata de crianças nos tornamos cegos, deslumbrando uma inocência que Freud há tempos cantou a pedra dizendo ser dúbia. Não é fácil a sociedade aceitar a maldade infantil, mas ela existe … essas crianças (psicopatas) não têm empatia, isto é, não se importam com os sentimentos dos outros e não apresentam sofrimento psíquico pelo que fazem. Manipulam, mentem e podem até matar sem culpa.”

Com o aumento absurdo de casos de psicopatia infantil, parece que finalmente resolveram abrir espaço para se falar a respeito. Mesmo com o choque que tal assunto causa, é algo que precisa ser dito, visto, e principalmente estudado. 

De acordo com o psiquiatra Fábio Barbirato, chefe da Psiquiatria Infantil da Santa Casa (RJ), as crianças podem apresentar traços de psicopatia já aos 3 anos de idade. Pois é, aquela criança bonitinha brincando na praça, montando castelos de areia, pode ser um psicopata em potencial.

Agora vocês pensam: “Então uma criança de três anos seria capaz de algo tão hediondo?”, e lhes direi que sim, mesmo que o padrão dos casos estudados seja de crianças com mais de cinco anos, sete em sua maioria.

 

 

Alimentando Animais de Rua Com Lucros da Reciclagem

Nota do Blog: Eu, como fã de qualquer campanha que vise ajudar os animais, não poderia deixar de fazer essa postagem, que vai mais além do que simplesmente alimentar os animais de rua, pois mais do que conscientizar, mostra que qualquer empresa de qualquer setor, pode se beneficiar ajudando animais, pessoas e o meio-ambiente, basta querer e fazer.

Alimentando Animais de Rua

(Vídeo) Em muitas cidades ao redor do mundo cães errantes, caminham em busca de abrigo, água e alimento. Enquanto não houver uma solução  para enfrentar e resolver o cerne deste problema, teremos que aceitar que os animais abandonados pela sociedade, tornaram-se animais urbanos e co-habitantes de nossas cidades. Eles aprenderam a sobreviver em um ecossistema completamente diferente – com carros e com semáforos, com humanos e suas latas e sacos de lixo que eventualmente fornecem algum alimento, e com a maldade e a bondade dos seres humanos. Ainda assim, a excassez de água e comida, é cada vez maior, afinal os tempos são dificies também para as pessoas que não desperdiçam mais alimentos, e os animais errantes dependem cada mais da bondade de estranhos para se alimentarem. 

Em uma cidade como Istambul, estima-se que há 150 mil cães e gatos abandonados nas ruas com 14 milhões de habitantes humanos.

Parecido com um caixa-eletrônico, uma empresa turca que faz reciclagem de garrafas plásticas, criou uma caixa de coleta e distribuição, que visa aumentar a reciclagem de garrafas plásticas, e em contra-partida a caixa agradece e devolve água e ração para aliementar os cães e gatos errantes, incentivando as pessoas a serem solidárias aos seres necessitados.

O assunto sobre de cães abandonados nas ruas é um tema frequentemente polemico. A Turquia, em particular, tem uma história de “soluções” controversas para o problema.

Em 2012, o governo elaborou uma lei que iria enviar os cães errantes da cidade para os “parques de vida selvagem”, na periferia da cidade. Indignados com essa proposta, ativistas de direitos animais, relembraram um ato brutal de crueldade contra os animais, quando a partir de 1910, os cães que vagavam pela cidade foram enviados para uma ilha e lá foram deixados para comerem uns aos outros até se matarem ou morrerem de fome. As informações são do Big Think.

Quer queiramos ou não, temos de assumir a responsabilidade e aceitar o fato de que os cães e gatos que vemos pelas nossas ruas, não desaparecem ao virar a esquina, eles continuam a precisar de abrigo, de cuidados, de alimento.

Ahmet Senpolat, advogado dos dos direitos dos animais em Istambul diz;

Os projetos de lei nunca abordam o problema na raiz que é: o comércio de animais e os pet shops. Os filhotes de raça ou mistura delas são caros e vendidos nas lojas de animais. As pessoas costumam comprar os filhotes, e abandoná-los quando eles crescem, e eles vão se multiplicando.

Mas a Pugedon, empresa turca de reciclagem, resolveu apostar na solidariedade e bondade do ser humano. O dispositivo estimula os transeuntes a reciclar preservando o meio-ambiente, e a olhar para os animais abandonados – co-habitantes da nossas vidades com olhos diferentes. O princípio da máquina é muito simples – tem recipientes para colocar água (você pode derramar a água restante de sua garrafa antes de reciclá-lo) e para comida de cachorro. Uma porção fixa de grãos é liberada quando a garrafa é reciclada. O projeto é todo da empresa, e não teve nenhuma participação do governo turco e cobre os custo da ração com as garrafas recicladas.

Toda vez que alguém em Istambul insere uma garrafa de plástico em uma das caixas  automáticas de coleta e distribuição,é liberado uma quantidade de água potável e ração. 

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E como se tudo isso não fosse absolutamente fantástico, cabe ressaltar que a caixa automática também é de plástico, e é feita pela empresa que recicla as garrafas de plástico. Empresa ‘Pugedon’ o planeta agradece, os animais agradecem, e eu espero que vocês montem uma filial aqui no Brasil.

Veja outras campanhas inscríveis de solidariedade aos animais (click)

Esperança de Ter Uma Casa
Uma Porta para cada Cão
DÊ UMA CHANCE AOS ANIMAIS E AOS ABRIGOS
Luan Santana adere a Campanha FAÇA UM CARINHO EM UM ANIMAL CARENTE
ALMAS CANINAS–O FILME
ÍDOLO FAZ CAMPANHAS EM PROL DOS ANIMAIS
 
 

Fotografar um Atropelado Colabora para Salvar sua Família

Nota do blog: Por amor aos animais copiem, divulguem, compartilhem essa informação entre seus amigos. “Fotografar um Animal Atropelado pode ajudar a Salvar várias Espécies”

Muitos podem se perguntar como fotografar um animal morto nas rodovias ou ferrovias pode salvar outros animais de serem atropelados. Primeiramente que os animais nunca estão completamente sozinhos. Tem mãe, tem pai, filhotes, ou vivem em grandes bandos. E mesmo aqueles que vivem sozinhos são presas ou são predadores de outras espécies que vivem no local do atropelamento.

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Trata-se de um aplicativo para celulares e tablets com Android. O Urubu Mobile pode ajudar a registrar os casos de mortes de animais nas estradas. Mais do que fotografar o evento triste, o atropelamento é apenas um dos problemas inerentes da presença de rodovias e ferrovias. Existem espécies que tem medo e se mantém afastadas da rodovia. Isso provoca uma redução do habitat potencial. Outras não conseguem atravessar e sofrem com a fragmentação. Sem falar em poluição química ou sonora. Há várias soluções locais para reduzir os atropelamentos. São redutores de velocidade, passagens inferiores ou pontes suspensas de fauna sob a rodovia, ferrovias ou viadutos com vegetação.
O ATROPELÔMETRO não para; ‘260185500’ animais foram mortos somente este ano em nossas estradas (até essa postagem).
Seja um parceiro do Banco de dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem (BAFS), contribua enviando informações de fauna selvagem atropelada, desde o menor sapo até grandes mamíferos, e ajude na missão de reduzir os impactos ambientais de rodovias e ferrovias. Com isso, é possível tomar cuidados para evitar que mais animais sejam vítimas dos carros, caminhões e trens.
Faça seu cadastro, colabore, seja um parceiro. Divulgue e incentive o uso do Sistema Urubu. Vamos torná-lo a maior rede social de conservação da biodiversidade brasileira.

Todos os dados coletados pelo Urubu Mobile são de livre acesso e estão disponíveis no Portal CBEE.
Você já pode fazer o download no Google Play.

O manual de uso do Urubu Mobile está disponível na seção “Publicações – Textos Técnicos” ou pode ser acessado diretamente através do link: http://issuu.com/portal.cbee/docs/manual_urubu_mobile.

Todos os dados coletados pelo Urubu Mobile são de livre acesso e estão disponíveis no Portal CBEE.

Para que os resultados não fiquem restritos, já que o objetivo maior é a conservação da biodiversidade,e o desenvolvimento de políticas públicas propostas por ONGs ativistas e ambientalistas, na construção de passagens inferiores e pontes suspensas de fauna, para para a redução do número de atropelamentos de animais silvestres.Estamos propondo que o banco de dados seja adotado por diferentes segmentos da sociedade e também pode ser usado para pesquisa científica.
Quando encontrar um animal atropelado, registre a foto e automaticamente o sabemos a data e a posição geográfica. A pessoa pode enviar no mesmo instante ou aguardar para enviar quando tiver wi-fi disponível.

 

Helga a Leoa a Beira da Morte Volta a Viver

A leoa Helga, de 14 anos, que sobrevivia sozinha, depressiva e num espaço mínimo com grades enferrujadas, quebradas e emendadas com arame, após a morte de seus companheiros felinos, no que ficou conhecido como o Zoo de Taboão da Serra.

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No ano passado a morte de uma jaguatirica, em julho, seguida da de um tigre, em agosto, além da de um leão e uma tigresa, em novembro, desencadeou uma série de protestos de ativistas da proteção animal.

Vários animais conseguiram ser transferidos para a Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, que sobrevive de doações.

A Leoa Helga está se recuperando, mas ela ainda precisa de madrinhas e de padrinhos. A campanha visa arrecadar fundos para manutenção e melhorias. Colabore!

ASSOCIAÇÃO MATA CILIAR – CNPJ: 61.056.933/0001-95
BANCO SANTANDER (033) AGÊNCIA 0298 – PEDREIRA CONTA 13001182-9

 

Assista ao vídeo feito pela Revista Veja

https://www.youtube.com/watch?v=owjgGHiY7q0

 

Autoridades de São Paulo se reúnem para Combater Maus Tratos aos Animais

Promotores de Justiça, membros das polícias civil e militar, e membros das instituições públicas e de organizações não governamentais se reuniram na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, para o evento, promovido pelo Grupo Especial de Combate aos Crimes Ambientais (GECAP).

O encontro objetivou promover a interlocução entre Membros do Ministério Público, demais órgãos públicos, comunidade acadêmica, profissionais das diversas áreas e sociedade, com o fim de aprimorar as ações de enfrentamento aos maus tratos e ao abandono de animais, contribuindo para a evolução das ideias e o aperfeiçoamento do sistema protetivo aos animais.

O Seminário “Instituições Públicas e Sociedade Enfrentando os Maus-Tratos e o Abandono Animal”, teve abertura do Procurador-Geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, que frisou a “Necessidade de trabalho em rede”.

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Da esquerda para a Direita: Assessor da Diretoria da ESMP DR. Paulo Henrique de Oliveira Arantes, o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Elias Rosa,  Dra. Vania Maria Tuglio e Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo, promotores do GECAP.

Para o Procurador-Geral de Justiça, o enfrentamento sério da questão de maus-tratos a animais exige a criação de uma rede de apoio. “Não se constitui um sistema eficiente de proteção animal do Brasil construindo ilhas de atuação, mas com interlocução, com processos de informação que permitam, primeiramente, compreender o problema, e com a contribuição da sociedade civil e da comunidade acadêmica”, afirmou. “Este evento é importante porque possibilita a articulação em rede, a construção de uma aliança fundamental para a atuação do MP”, acrescentou.

Márcio Elias Rosa falou da atuação do Ministério Público nessa área e lembrou que apenas recentemente a prática de maus-tratos a animais passou a ter tratamento adequado pela legislação brasileira. “Até bem pouco tempo atrás a questão era tratada como crime de dano, reduzindo o animal a algo material”, afirmou.

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Na imagem a composição dos primeiros palestrantes do seminário.

Dra. Ângela Maria Branco, Coordenadora do Núcleo Técnico de Gestão Ambiental da Secretária Municipal Segurança Urbana – Sudam, Superintendência de Defesa Ambiental,  responsável por todas as ações da Guarda Ambiental.

Dra. Vania Plaza Nunes, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

Dr. Hamilton Rocha Benfica, Delegado Titular da Delegacia de Investigações sobre Infrações e Maus Tratos a Animais e demais Infrações do Meio Ambiente.

Cel. PM Renato Cerqueira Campos, Comandante da PMSP e Comando de Policiamento Ambiental.

Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo, do GECAP

Dra. Rita de Cassia Maria Garcia – Instituto Técnico de Educação e Controle Animal – ITEC

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Entre os temas abordados no evento estavam a abordagem e registro das ocorrências relativas a maus-tratos e abandono de animais, o encaminhamento dos animais, a investigação e a produção de prova e processos criminais, execução das penas, e perda da posse de animais maltratados.

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As Promotoras de Justiça Dra. Thelma Thais Cavarzere e Dra. Eloiza Balisardo, ambas conhecidas por atuarem em defesa dos animais, com suporte à atuação do movimento que fez de Ribeirão Pires uma das primeiras cidades brasileiras a proibir a apresentação de animais em espetáculos circenses. E também por medidas como a reversão de valores de multas e compensações ambientais em ajuda para os animais. Um dos casos envolveu um empresário dono de uma obra irregular que, em contrapartida, comprometeu-se a reformar o canil e acabou tornando-se mais um defensor dos animais e admirador do trabalho das promotoras.

A Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da Secretaria da Administração Penitenciária representando o Dr. Mauro Rogério Bitencourt citou a necessidade de as ONG’s se cadastrarem no sistema para que as entidades credenciadas recebem e possibilitam o cumprimento das penas alternativas concedidas.

O Presidente da Comissão de Defesa e Proteção Animal na OAB SP- Doutorando e mestre em Direito e especialista em bioética Dr. Wilson Ricardo Ligiera.

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A Presidente da Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB de São Bernardo do Campo Dra. Antília da Moreira Reis e Dra. Vanessa Matheus, palestraram de suas atuações no atendimento direto das denúncias e colaboração na produção de provas.

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Do Instituto de Criminalística – IC Dr. Felipe Santos, e ao seu lado Dra. Elza Marlet.

A Gerente técnica do CCZ, Rosane Correa de Oliveira  e a coordenadora da Covisa, Rejane Clixto Gonçalves, enviaram representante ao palanque, e assistiram juntos aos outros 150 inscritos do seminário.

E o Vice-Presidente Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo Dr. Mario Eduardo Pulga

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Da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo- FMVZ-USP
– Profª Dra. Paula de Carvalho Papa, ao lado do Dr.Mario Eduardo Pulga, e no palanque Cel. PM Renato Cerqueira Campos.
 

Foram abordados todos os aspectos;

-Abordagem e Registro das ocorrências (como cada Instituição trata da questão no flagrante)
– Encaminhamento (quando não é encaminhado à autoridade policial? Atuação estritamente administrativa?)

– Investigação (como funciona o inquérito? Tempo médio de conclusão)

– Produção da Prova (técnica – laudo indireto – participação da sociedade – como perpetuar os fatos até que a polícia chegue?)

– Processamento (com atua o MP a partir do conhecimento formal dos fatos? Limites legais – transação e suspensão – valoração do dano)

– Julgamento (aplicação e encaminhamento das penalidades)

– Execução das Penas (quem se beneficia das transações e das suspensões? Como integrar o rol dessas entidades?)

– Atuação da OAB, CRMV e outras instituições no suporte das atuações institucionais e sociais

– Perda da posse/propriedade sobre os animais – quando é possível?

– Recepção de animais – locais, capacidade, inserção na lista de adoção – posse responsável etc

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Para a Promotora de Justiça Vânia Maria Tuglio, do GECAP, que também é colunista da ANDA, a importância maior do seminário está em promover “a reunião de todos os atores envolvidos no enfrentamento do problema para encurtar caminhos e encontrar soluções”. Segundo ela, “esta soma de esforços é fundamental para melhor atuação na proteção daqueles que não têm voz”.

Fotos: Mural Animal em colaboração para a ANDA.

 
 
 
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