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Arquivo da categoria: Coelho

Jovens Roubam, Torturam e Incendeiam Coelha, e postam vídeo na internet

Percy a coelha, foi roubada de seu viveiro, entre a noite do dia 27 e a manhã do dia 28 de junho. O paradeiro da coelha permaneceu um mistério até que um vídeo, foi publicado poucas horas, depois de a coelha desaparecer, mostra três jovens nus em uma banheira com um coelho branco muito parecido com Percy.

Depois da cena da banheira, o vídeo que foi postado em um site de mídia social, passou a mostrar que a coelha está sendo incendiada, e é jogada para fora de uma janela em chamas.

Incendeiam Coelha

O tutor da coelha Sr. Atkinson,  disse: “Nós só pensamos que Percy foi roubado por algum motivo, mas nós nunca sequer imaginamos que alguém pudesse fazer algo assim para ela. É nojento e doente, o que se passa na mentes dessas pessoas?

Para torturar um animal dessa forma e jogá-lo para fora da janela é desumano, não podemos deixar de pensar o quanto ela sofreu. “Estamos todos com o coração partido. Rebecca e as crianças choraram durante toda a noite e não dormiram.

Percy deixou para trás cinco bebês de 11 dias de idade, que agora são deixados sem uma mãe. Rebecca e seu marido estão atualmente alimentando-os.

– Eu simplesmente não posso acreditar que alguém poderia ser assim tão cruel.

A família foi informada sobre o vídeo por amigos que tinham visto ele depois que ele foi postado em um site de mídia social, nas primeiras horas da manhã de domingo.

Eles não podiam suportar ver-se as cenas horríveis. A imagem chocou centenas de usuários de mídia social que iam on-line para mostrar o seu desgosto.

Dois homens, com idades entre 19 e 20 e um adolescente, de 17 anos, foram presos e socorrida sobre o incidente e mais de 16 anos de idade, permanece sob custódia.

Um porta-voz da Polícia de Durham no Reino Unido disse: “A polícia está investigando o roubo e posterior morte de um coelho branco.

As informações são do Daily Mail

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Publicado por em 06/30/2014 em Coelho, Crueldade

 

DÊ UMA CHANCE AOS ANIMAIS E AOS ABRIGOS

(VÍDEO) O vídeo feito por voluntários de um abrigo dos EUA, é de uma alegria contagiante, que faz com que as pessoas adotem e ajudem os abrigos.

Bem diferente da nossa realidade brasileira, onde os abrigos não divulgam seus endereços e poucos aceitam voluntários ocasionais.

VÍDEO)  DÊ UMA CHANCE AOS ANIMAIS

Esse é um assunto longíssimo e difícil de explicar no Brasil. Enquanto a grande parte da população que se indigna com o fato de ver um cão ou um gato abandonado perambulando pelas ruas, e sai as redes sociais com apelos para algum abrigo resgate o pobre animal, e acaba por descobrir que não existe abrigos que aceitem receber esses animais (por falta de espaço, de dinheiro e de alimento para os mesmos), os dentro da causa animal são totalmente contrários a criação de abrigos de animais pelos mais variados motivos.

É uma pena esse contrassenso, e quem sofre com isso são os animais.

 

Sou da opinião que deveríamos sim exigir do poder público a construção de abrigos municipais, afinal está na nossa constituição de que os animais são tutelados do estado. Não entendo porque velhas recordações de abrigos falidos, com animais passando fome, possa ser pretexto para deixar que milhares e milhares de animais morram atropelados, morram surrados, escaldados com água ou óleo fervente. Será que é só em São Paulo que temos horário estabelecido para colocar o lixo na calçada, o lixo que outrora servia de alimento a muitos animais errantes, que nem com isso podem contar para sobreviver.

Vejo petições e manifestações pedindo mais castrações, maior rigor no controle populacional dos animais por parte das autoridades, mas parece que todos esquecem que eles não fazem a mínima ideia do que os animais precisam – simplesmente porque sem a existência dos abrigos, e a supervisão destes – eles jamais terão ideia do que tanto falamos.

Pense nisso, existem muitos prédios que poderiam servir como abrigos como ocorre nos EUA. Onde as pessoas poderiam visitar, participar, se voluntariar nem que fosse somente por um dia.

Leia Também: Por um novo CCZ na cidade de São Paulo

 
 

Beagles Coelhos e Ratos Amados

(VÍDEO) Da fome a fuga espetacular – A Amizade entre espécies – O vídeo do beagle sem um olho, que muitos achavam ser montagem. O carinho e o reencontro entre pessoas e seus animais.

video-beagles

Quase 3 meses depois da invasão do Instituto Royal, quando ativistas retiraram os animais do laboratório, o MP se aproxima de ter uma conclusão sobre as denúncias de maus-tratos contra os animais.

Leia + Aprova Alckmin Projeto Proíbe Animais em Testes

 

Aprova Alckmin Projeto Proíbe Animais em Testes

(VÍDEO) Quase três meses depois da invasão do Instituto Royal, quando ativistas retiraram os animais do laboratório em São Roque, no interior de São Paulo, o Ministério Público se aproxima de ter uma conclusão sobre as denúncias de maus-tratos contra os animais. Muitos foram vendidos para serem usados como cobaias na USP, Unicamp e Unesp para testes de odontologia e disfunção erétil, entre outros.

animais-cobaias

De acordo com os documentos que constam no inquérito civil, que segue em segredo de Justiça sob supervisão do promotor Wilson Velasco Júnior. A reportagem do IG, teve acesso a contratos de venda que mostram que, entre agosto de 2010 a maio de 2013, 69 cachorros foram comercializados com acadêmicos ligados a universidades particulares e públicas, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista. Desse total, 51 foram comprados por pesquisadores da área de odontologia, 15 por professores ou doutorandos da área de veterinária e três por um médico que tem como tema de estudo a disfunção erétil.

Em uma tese de doutorado publicada no site da USP (veja aqui), é possível observar que um dos testes comuns realizados com cães da raça beagle é a extração de alguns dentes para substituição por parafusos ou outras técnicas odontológicas. Apenas para o estudo em questão, foram mortos 5 cães com idade média de 20 a 4 meses. Três meses antes do início do estudo, os pré-molares superiores e inferiores dos cães foram retirados. Para iniciar a tese:

60 mini-parafusos foram colocados na maxila e na mandíbula dos cães. Já no primeiro dia, um cão foi morto e teve parte dos ossos da boca retirados para averiguar a resistência à tração que os parafusos teriam. Os ossos da boca do animal, com os parafusos, foram levados ao teste de resistência à tração. Uma máquina “puxou” estes parafusos até que eles foram retirados dos ossos. A força que a máquina precisa exercer para fazer isso é o objetivo do teste de tração. No 2º, 7º, 15º e 30º dias os outros cães foram mortos e os procedimentos repetidos. Este estudo não foi conduzido no Instituto Royal, mas, por evidências encontradas sobre as atividades do instituto, podemos deduzir que práticas muito semelhantes eram realizadas com os cães que foram resgatados de lá.

#AprovaAlckmin – Projeto de lei que proíbe a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes e seus componentes no Estado de São Paulo foi aprovado pelos deputados paulistas em 11/12/13. A matéria depende agora da sanção do governador Geraldo Alckmin.

Todos que nos acompanharam no fechamento do Instituto Royal, juntem-se a nós em mais esta batalha!
Iremos nos reunir em frente ao Palácio do Governador, pacificamente.
Chegaremos no local na quinta-feira (16/01) e ficaremos até recebermos um posicionamento do Governador! Precisaremos de ativistas para revezamento no local!

https://www.facebook.com/events/455089541258288/455159044584671

 

Há também uma petição dirigida ao governador para assinar, clique aqui

 

Fonte: Mural Animal, IG

 

Coelho Abandonado fica Paralítico e ganha Cadeira de Rodas

Ariel é o nome do coelho que vive no NYC Metro Rabbit Rescue, uma organização nos EUA, sem fins lucrativos que encontra casas para coelhos abandonados. Ela está agora no abrigo, e graças a uma generosa doação que recebeu, em setembro, ela está fazendo fisioterapia no Centro Médico animal.

Coelho Abandonado fica Paralítico

Em São Paulo, o Grupo Adote um Orelhudo também procura por novos lares para coelhos, e mantém uma página no facebook para os interessados em adoção e com dicas e cuidados para quem mantém coelhos como animais de estimação.

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O animal foi abandonado pelo dono nas ruas da cidade e provavelmente deve ter sido atacado por um bicho ou foi atropelado, ou machucado e acabou perdendo o movimento das patas traseiras.

Neste final de semana, Ariel exibiu sua nova cadeira de rodas em um evento de adoção de animais em Nova York. Faz somente duas semanas que ela está usando a cadeira, mas ela já sabe se movimentar e aprende cada dia mais, pois o ajuda a levar uma vida quase normal e ainda virou símbolo de fofura na web.

Para ajudar em seu tratamento, o orfanato criou uma página no Facebook na qual divulga a evolução do coelho.

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A página de Ariel no Facebook mantém seus fãs atualizados em suas aventuras e também visa sensibilizar sobre outros coelhos abandonados, assim como Ariel que esperam ser adotados.

“Desde que ela foi resgatada, cada ser humano que encontrou Ariel só queria poder ama-lá e ajudá-la”. “Ela ainda está lutando contra as adversidades causadas por um humano mau, mas Ariel parece ter recuperado a sua confiança nas pessoas.”

Para ver um dos vídeos de Ariel, click aqui

Boa sorte, Ariel!

Fonte: Huffington Post

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Coelho com chifres, não é mito é vírus

O Jackalope ou Lebrílope, no folclore, diz-se ser um cruzamento entre uma jackrabbit (lebre) e um antílope (daí o nome) que viveria na Califórnia e é normalmente é retratado como um coelho com galhadas, é uma criatura mítica.

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Quando um coelho é infectado pelo vírus papiloma, a doença  provoca o crescimento dos tumores na região da cabeça.

O papiloma vírus Shope, que forneceu o primeiro modelo de mamíferos de um câncer causado por um vírus, leva o nome de Dr. Richard E. Shope, que a descobriu em 1930.

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A sua investigação tem sido muito benéfica para os seres humanos e tem sido utilizada como um modelo para o vírus do papiloma humano, tais como a vacina de HPV, que foi desenvolvido com base em pesquisas e incorporando feito usando o vírus como um modelo. Também tem sido utilizada para investigar as terapias antivirais.

Alguns acreditam que as histórias de jackalopes foram inspiradas por avistamentos de coelhos infectados com shope papilomavírus, que provoca o crescimento de tumores semelhantes a chifres em diversos lugares da cabeça e do corpo do coelho.

No entanto, criaturas como o grifo e a quimera talvez sugiram que o conceito de um animal híbrido ocorre em muitas culturas.

Para aqueles que ainda tem dúvidas sobre a veracidade das imagens, vejam o vídeo

Cientistas Afirmam Animais têm Consciência

A Declaração de Cambrigde, é um manifesto assinado por cientistas de renome internacional, que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, e como essa descoberta pode impactar a sociedade.

“Os seres humanos não são os únicos animais que têm consciência”, a Declaração de Cambridge, mostra que cientistas famosos finalmente admitem que animais têm consciência. A declaração é mais uma prova de que devemos tratar os animais com todo o respeito. E reconhecer que eles não querem sentir dor, do mesmo jeito que nós não queremos. Seria perigoso fazer esse tipo de distinção. Todos os animais devem ser tratados como indivíduos. Ainda vai levar tempo para que isso aconteça. Mas a boa notícia é que cada vez mais pessoas aderem a essa ideia.

Cientistas Afirmam Animais têm Consciência

Stephen Hawking, um dos mais consagrados cientistas da atualidade, em parceria o neurocientista canadense Philip Lowcom que apresentou o projeto que originou a assinatura do manifesto que se tornou a Declaração de Cambrigdde.

Estima-se que 25 milhões de ratos, pássaros, peixes e outros animais sejam usados todo ano em experimentos de laboratório. Muitos passam por um sofrimento terrível durante os testes e a maioria sofre “eutanásia” – são mortos – depois. As pessoas justificam atitudes assim dizendo que vão ajudar os humanos.

O grupo de neurocientistas — doutores de instituições de renome como Caltech, MIT e Instituto Max Planck — publicaram em Junho de 2012, um manifesto em Cambridge, asseverando que o estudo da neurociência evoluiu de modo tal que não é mais possível excluir mamíferos, aves e até polvos do grupo de seres vivos que possuem consciência. O documento esquenta uma discussão que divide cientistas, filósofos e legisladores há séculos sobre a natureza da consciência e sua implicação na vida dos humanos e de outros animais.

Os pesquisadores descobriram mais do que isso. Sabemos, por exemplo, que ratos e galinhas sentem empatia. Eles conseguem se colocar no lugar dos bichos ao redor e sentem pena ao vê-los sofrer. Elefantes vivenciam alegria, luto e depressão. Lamentam a perda dos amigos, assim como os cães, chimpanzés e raposas vermelhas. Os polvos foram protegidos de pesquisas invasivas no Reino Unido bem antes dos chimpanzés, pois os cientistas já haviam reconhecido que eles são conscientes e sentem dor. Hoje muita gente ainda não quer admitir esses fatos científicos, pois terão de mudar a forma como tratam os animais. Na verdade, temos de tratar todos os animais da mesma forma, com compaixão e empatia – sejam eles os “animais humanos” como nós, sejam todas as outras espécies.

No entanto, mais de 90% das drogas que funcionam em animais não têm o mesmo efeito em nós. Menos de 10% delas nos ajudam de fato. Além disso, já existem formas de pesquisa que não maltratam os animais. Em lugar de gotejar xampu nos olhos de coelhos imobilizados, por exemplo, podemos usar modelos de computador para simular a ação do produto sem dano algum. Portanto, não se trata apenas de um desperdício de animais; é um desperdício de tempo e dinheiro que poderiam ser investidos em outras alternativas.

Representa, no entanto, um posicionamento inédito sobre a capacidade de outros seres perceberem sua própria existência e o mundo ao seu redor.

Estudos recentes, como os da pesquisadora Diana Reiss (uma das cientistas que assinaram o manifesto), da Hunter College, nos Estados Unidos, mostram que golfinhos e elefantes também são capazes de se reconhecer no espelho. Essa capacidade é importante para definir se um ser está consciente. O mesmo vale para chimpanzés e pássaros. Outros tipos de comportamento foram analisados pelos neurocientistas. “Quando seu cachorro está sentindo dor ou feliz em vê-lo, há evidências de que no cérebro deles há estruturas semelhantes às que são ativadas quando exibimos medo e dor e prazer”, diz Low.

Dizer que os animais têm consciência pode trazer várias implicações para a sociedade e o modo como os animais são tratados. Steven Wise, advogado e especialista americano em direito dos animais, diz que o manifesto chega em boa hora. “O papel dos advogados e legisladores é transformar conclusões científicas como essa em legislação que ajudará a organizar a sociedade”, diz em entrevista ao site de VEJA. Wise é líder do Projeto dos Direitos de Animais não Humanos. O advogado coordena um grupo de 70 profissionais que organizam informações, casos e jurisprudência para entrar com o primeiro processo em favor de que alguns animais — como grandes primatas, papagaios africanos e golfinhos — tenham seu status equiparado ao dos humanos.

O manifesto de Cambridge dá mais munição ao grupo de Wise para vencer o caso. “Queremos que esses animais recebam direitos fundamentais, que a justiça as enxergue como pessoas, no sentido legal.” Isso, de acordo com o advogado, quer dizer que esses animais teriam direito à integridade física e à liberdade, por exemplo. “Temos que parar de pensar que esses animais existem para servir aos seres humanos”, defende Wise. “Eles têm um valor intrínseco, independente de como os avaliamos.”

Questão moral – O manifesto não decreta o fim dos zoológicos ou das churrascarias, muito menos das pesquisas médicas com animais. Contudo, já foi suficiente para provocar reflexão e mudança de comportamento em cientistas, como o próprio Low. “Estou considerando me tornar vegetariano”, diz. “Temos agora que apelar para nossa engenhosidade, para desenvolver tecnologias que nos permitam criar uma sociedade cada vez menos dependente dos animais.” Low se refere principalmente à pesquisa médica. Para estudar a vida, a ciência ainda precisa tirar muitas. De acordo com o neurocientista, o mundo gasta 20 bilhões por ano para matar 100 milhões de vertebrados. Das moléculas medicinais produzidas por esse amontoado de dinheiro e mortes, apenas 6% chega a ser testada em seres humanos. “É uma péssima contabilidade”, diz Low.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

Fontes: