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Arquivo da categoria: Ferret

757 furões são resgatados da tortura

A polícia resgatou 757 animais em Expoet, um criadouro de furões, que os comercializava, para fins de pesquisas cientificas na Suécia.

Os furões estavam presos em pequenas jaulas, e pelo estado dos animais e do local, por um longo período, ninguém estava cuidando deles, de acordo com o site Djurens Rätt.

A unidade, localizada em Falkenberg, que criava furões para serem utilizados como cobaias, passou a vendê-los também como animais de estimação domésticos, por causa da pouca lucratividade, afirma Halland News.

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Foto ilustrativa (Reprodução/Internet)

Em inspeção feita na última primavera, constatou-se que 500 animais encontravam se em gaiolas muito pequenas. Uma inspeção feita recentemente mostrou que a situação dos animais havia piorado. Os furões haviam se multiplicado de forma incontrolável, vários animais foram mortos, enquanto outros apresentaram sintomas de estresse e sinais de distúrbio mental. Todos os animais estavam sem água. Durante a visita, o Conselho Regional de Administração de Halland concluiu que as deficiências eram tão graves que todos os animais deveriam receber cuidados.

Os 757 furões foram levados sob custódia, sendo que a maioria está correndo risco de morte por estarem muito doentes ou feridos. Segundo Halland News, o proprietário do estabelecimento disse que vai encerrar a exploração por falta de recursos.

O homem será investigado por crime de crueldade contra os animais.

Fonte : ANDA

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Ferret e outros animais servem de brinquedo vivo de buffet infantil em SP

 

  • por  Marli Delucca

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Agora de manhã, li a triste notícia na ANDA, de que um ferret e outros animais (pássaros, Coelhos, Hamster, Chinchilas, Furões, Pássaros, Codornas), estão confinados em um buffet infantil para servirem de brinquedo vivo para crianças de qualquer idade, inclusive aquelas que mal sabem andar e não tem a mínima noção do quão frágeis são estes animais quando apertados, e que conforme podem ver no vídeo abaixo podem pisotear o animal a qualquer instante, e que causa um “nítido estresse”.

Tal situação provoca sofrimento aos animais, que estão em ambiente hostil e com grande circulação de pessoas. A Constituição Federal impõe proteção à fauna e à flora, proibindo qualquer prática que coloque em risco ou submetam os animais à crueldade, mesmo que ela não seja intencional. A curiosidade de uma criança em pegar e manipular um animal tão frágil e tão pequeno, pode matá-lo em um simples pisão ou num apertar das mãos.

 

Estou tentando entrar em contato com o gabinete vereador Roberto Trípoli, para que o mesmo consiga um mandato de busca e apreensão desses animais uma vez que conforme a Lei nº 14.483, resultado de projeto de Lei de sua autoria.…os animais expostos não podem ter contato com os frequentadores do estabelecimento. Para resguardar o bem-estar e sanidade..”

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E Inclusive estarei me colocado ao inteiro dispor das autoridades para ser a guardiã (fiel depositária) do furão, e espero que outros protetores ou ONGs, possam também abrigar os outros animais dos quais infelizmente não tenho conhecimentos sobre a espécie para poder dar os cuidados e a vida digna que merecem.

Alguns talvez se lembrem que há muitos e muitos anos atrás dois ferrets que foram abandonados no parque do Ibirapuera foram levados ao Rancho dos Gnomos, uma entidade que vive de doações, para manter os diversos animais, vítimas de tráfico e de maus-tratos, não conseguiu recursos suficientes e estes passaram o restante de suas vidas em uma gaiola.

 

Se alguém mais puder ajudar para que possamos retirar esses animais desse buffet (advogados, políticos, imprensa), peço que entrem em contato comigo por e-mail (msdelucca@gmail.com) ou no meu perfil do facebook Marli Delucca.

Entrem em contato com o gabinete do vereador Roberto Trípoli, para que o mesmo consiga um mandato de busca e apreensão desses animais uma vez que conforme a Lei nº 14.483, resultado de projeto de Lei de sua autoria – “…os animais expostos não podem ter contato com os frequentadores do estabelecimento. Para resguardar o bem-estar e sanidade..”

e-mail  contato@robertotripoli.com.br Fone: 11 3396-4522 –Câmara Municipal de São Paulo – Gabinete do Vereador Roberto Trípoli – Viaduto Jacareí, 100 – Sala 705 , uma vez que qualquer outra atitude que não seja a retirada desses animais desse local, somente poderá corroborar para que estes continuem sendo utilizados como brinquedos vivos.

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Atualização 13:36 hs. – resposta da assessoria do vereador Trípoli, que enviou ofício ao CCZ/SP.

De: contato@robertotripoli.com.br <contato@robertotripoli.com.br>
Assunto: MAUS TRATOS EM BUFÊ
Data: Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011, 12:01

Prezadas DRA ANA CLAUDIA MORI E DRA TAMARA,

Conforme orientação da Dra. Tamara, por telefone, estamos encaminhando a denuncia relativa ao bufê infantil que possui vários animais, em condições aparentemente precárias e ainda faz mal uso deles, em festas infantis. O apelo dos protetores chegou ao Gabinete do Vereador Trípoli e diante da condição dos animais, mostrada inclusive em vídeos, solicitamos que este CCZ providencie a fiscalização no local. Trata-se, conforme a denuncia,do buffet……….

Cordialmente

ASSESSORIA PARLAMENTAR DO GABINETE DO

VEREADOR ROBERTO TRÍPOLI

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Comentários Destacados

Deborah (20 de dezembro de 2011, 10:49), disse:

Isso é um absurdo. Já fui em uma festa nesse buffet.. além de os animais serem submetidos a estresse e maus tratos, não podem descansar por causa da luz durante o dia, e a noite, luz e muito barulho.Fiz uma denúncia no IBAMA, mas pelo visto, nada foi feito!!!
Lamentável!

Cristina Gianni (20 de dezembro de 2011, 11:07), disse:

Vi uma festa assim aqui em Brasília e fiquei profundamente constrangida. Tinha filhote de Lhama, mini vaca, coelhinhos, mini poney, cabritinho, etc…Alguns, visivelmente desidratados e já com diarréia. Ele iam até o caminhão e trocavam por bichos em melhor estado. Um horror.

Nota:

Pois bem só posso dizer que duvido que o fiscal do IBAMA que esteve nesse estabelecimento saiba o que é um mustela putorius furo, o que come, e como ele vive. Tenho que formalizar alguma queixa…onde….porque por exemplo há exatos dois meses a ração de furão, a única que era importada para o Brasil está em falta, o que estão dando para esse furão comer…. Será que esse fiscal sabe que a temperatura corporal de um ferret é de 38 graus, e que ele tem que beber 3 vezes a mesma quantidade que consome de ração, será que esse fiscal sabe que o furão é um carnívoro (metade cão, metade gato) e não um roedor e não poderia ter apenas um bebedouro.

Tenho comigo documentos originais do próprio importador de Ferrets do Brasil, que cita claramente que ele não deve ser manipulado por crianças pequenas, porque suas costelas são como o ossinho da sorte das galinhas, e que os mesmos contraem gripe humana (que neles vira uma pneumonia) e que também transmitem a gripe e outras doenças para humanos. Será que esse fiscal do IBAMA, conhece a lei do Tripoli, que animais expostos não podem ter contato com o público.

Esse buffet infantil, que a priori só deve ter movimento noturno e aos fiscais de semana, tem o cartão de ponto do funcionário que alimenta os animais durante os cinco dias da semana, tem as notas fiscais da ração que compra para comprovar que realmente os animais se alimentaram a semana inteira e quantas notas fiscais de compra de animais eles tem registrado no passivo da empresa, para verificarmos quantos animais eles já compraram e quantos podem ter morrido sem que ninguém soubesse.

Eu já comentei com um repórter da record e outro da globo, e ficaram de levar o caso a produção das emissoras, não é possível que não haja uma lei que impeça que esses animais permanecem dentro dessa sala de vidro, que duvido tenha um sistema de ar condicionado, além do que existem animais de clima frio (ferret, chinchila, hamster, coelho) ao lado de pássaros,  ratos que são de clima quente, então como um fiscal do IBAMA pode supor que estes animais estejam bem, além de que o Furão na natureza se alimenta de coelhos e roedores, imagine o stress do predador e da presa  viverem um ao lado outro, todos eles tem focinho e sentem o cheiro do outro ininterruptamente.

Na lei do Tripoli diz que os animais só podem ficar expostos 6 horas, existe nesse buffet algum local, quarto, quintal, onde os animais tem o seu tempo de relaxamento fora da gaiola, ou não estão predestinados a viver e morrer dentro destas gaiolas, porque os pet shops tem bichos para vender, portanto supõem que fiquem pouco tempo nas gaiolas, mas se esse buffet não vende os bichos não pode ser considerado uma empresa, nem zoológico, portanto para mim vejo uma pessoa física que comprou um animal e teria obrigação de dar a estes um ambiente doméstico o mais próximo possível de seu habitat natural.

Muitos conhecem meu apartamento, e como crio meus ferrets, eles são parte da família e como tal vivem e dormem com meus filhos de pés, e o quanto abomino gaiolas, na Europa existe uma legislação específica contendo a medida mínima de cada gaiola para cada tipo e tamanho de animal. Porque você viu e tenho raio-x para provar a deformação óssea que ocorre na coluna cervical de furões que vivem gaiolas.

Aqui no Brasil o próprio importador e os vendedores dizem aos compradores que Furões vivem em gaiolas para sua própria segurança, isso é mentira, eles só querem vender as gaiolas e poder continuar a vender os ferrets, porque que tem furões tem que ter a casa telada, e os ralos lacrados, é só isso, e que os moradores se acostumem a andar olhando para o chão, se fosse assim ninguém compraria os ferrets, e portanto eles deixariam de ganhar dinheiro. Em 2004 eu escrevi um artigo “O Mártirio dos Ferrets no Brasil, que a Gabi do PEA públicou e juntas fizemos um PPS ( http://www.pea.org.br/cuidados/ferrets.htm),nessa epóca e por muito tempo eu usei o nome de Xereta Ferret, e os links que constam lá não existem mais, o msn acabou com os grupos. Ainda nessa época comentei com a Gabi, que gostaria de uma lei com medidas de gaiolas, e o argumento que ela me deu era de que se isso foi feito, seria como assinar que os ferrets seriam mercadorias, só que perante a legislaçao na hora de defendê-los e dar-lhes um mínimo de espaço e de dignidade para viverem, eles acabam não sendo nada.

Alguém sabe me dizer se o Fiscal do Ibama sabe que se os ferrets recebem mais de 6 horas de luz, eles são acometidos por tumores que chamamos de Doença de Adrenal, que é um câncer na glândula supra renal que leva o furão a morte.

Não, eu duvido que as pessoas que a proprietária diz que foram lá averiguar tivessem os mínimos conhecimentos sobre os Ferrets, para poder comprovar que eles estão estressados e em risco iminente de morte.

Agradeço por toda a ajuda que puderem me dar e a estes ferrets, porque eu não vou parar por aqui, infelizmente as festas me impedem de ir até a assembleia e bater na porta de todos os políticos do estado de São Paulo. Há 10 anos faço um trabalho de formiguinha tentando salvar ferrets de petshops e donos irresponsáveis, e esse buffet desmantela o pouco que eu construí, porque se em cada festa tiverem 100 pessoas, que vão achar que é dessa forma que se criam ferrets, eles continuaram a ser comprados e maltratados.

 

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Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.

Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a “PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA”. A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.

A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.

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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.

Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.

O Desastre

Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.

Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.

A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.

O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada “inaceitável” pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu “Relatório P/ Eutanásia de Animais ” relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.

NO BRASIL

Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste

Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!

Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…

No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.

Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.

Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.

”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.

Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é – ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.

O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.

A Crueldade

Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço “aceitável”.

Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.

A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.

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Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.

E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.

Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.

Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:

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  • Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.

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  • Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.

 

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  • Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.

 

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  • Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.

 

Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.

De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.

Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.

Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…

Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???

Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas – ou melhor, erradas – qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?

ciaAs perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.

Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.

 

Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes.” Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais” dizem os Fazendeiros.

Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.

Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.

A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).

Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.

A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.

O que você deve fazer

Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros. 

Falsos Casacos – Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.

Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.

Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.

 

>Furão encontrado na estação de Trem

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O andarilho foi flagrado correndo alegremente sobre a plataforma número quatro na estação Haymarket, na cidade de Edimburgo, logo após que o trem que vinha de Londres chegou.

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Funcionários da estação conseguiram resgatá-lo, antes mesmo de chamar alguma entidade de proteção animal da Escócia.

Jenny Scott, inspetora sênior da SPCA, foi até a estação e disse que todos estão  ansiosos para devolver o simpático furão, apelidado de “Mickey”, ao seu tutor.

Ela disse: “Quando cheguei para resgatar o furão, os funcionários já haviam conseguido pegá-lo e colocá-lo em uma caixa. “Ele apareceu na plataforma número quatro em torno das sete horas, quando o trem que veio de Londres estava na estação.

-“Não temos certeza, se ele escapou de alguma casa vizinha, ou se ele se arriscou e percorreu todo o caminho da dentro do trem da Inglaterra a Escócia.

“Ele é muito simpático, por isso ele é obviamente, o animal de estimação de alguém.

 

“Gostaríamos muito de devolvê-lo a seus tutores humanos, pois eu tenho certeza de que eles devem estar sentindo muito a falta dele.”

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“Mickey, o furão, ficará abrigado em uma instituição de caridade para animais, que resgata e realoja animais em Balerno, Edimburgo.

Fonte: http://www.dailyrecord.co.uk

E essa não foi a primeira vez que um Furão apareceu em um trem. Em Maio de 2003, a manchete no site da BBC dizia;

“Furão esfomeado provoca susto em linha férrea”

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O furão causou um tumulto a bordo do trem da companhia “Midlands Mainline”, também do Reino Unido.

Foram os passageiros que entraram em pânico dentro do trem, enquanto o Furão procurava entre os assentos algo para comer e acabou por lanchar o almoço, do maquinista.

Os passageiros ficaram todos apavorados porque parecia  que o furão queria mordê-los.

“Eles estavam enlouquecendo”, disse o porta-voz da Midland Mainline.

Assustados, os passageiros começaram a gritar com o Furão, que havia vindo da rua e que foi escalando com seus pulos chegando a estação em Long Eaton, no Derbyshire., e acabou por saltar a bordo do trem.

Existem vários tipos de animais selvagens correndo velozmente em torno do trilhos da linha ferroviária Midland Mainline, mas esse foi muito mais esperto, pois correu direto para a cabine do maquinista e mergulhou em sua sacola aonde estava sua marmita.

Um porta-voz da empresa disse que então o maquinista, desembrulhou seus sanduíches de queijo e também os biscoitos que levava e alimentou o furão para mante-lo feliz.

O maquinista do trem chamou pelo rádio a próxima estação, a de Leicester, que estava a 15 minutos de distância, para pedir ajuda.

Os inspetores da RSPCA foram chamados a bordo do trem,  e conseguiram pegar o furão com uma caixa de papelão.

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Fonte: http://www.dailymail.co.uk

 
 
 
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