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757 furões são resgatados da tortura

A polícia resgatou 757 animais em Expoet, um criadouro de furões, que os comercializava, para fins de pesquisas cientificas na Suécia.

Os furões estavam presos em pequenas jaulas, e pelo estado dos animais e do local, por um longo período, ninguém estava cuidando deles, de acordo com o site Djurens Rätt.

A unidade, localizada em Falkenberg, que criava furões para serem utilizados como cobaias, passou a vendê-los também como animais de estimação domésticos, por causa da pouca lucratividade, afirma Halland News.

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Foto ilustrativa (Reprodução/Internet)

Em inspeção feita na última primavera, constatou-se que 500 animais encontravam se em gaiolas muito pequenas. Uma inspeção feita recentemente mostrou que a situação dos animais havia piorado. Os furões haviam se multiplicado de forma incontrolável, vários animais foram mortos, enquanto outros apresentaram sintomas de estresse e sinais de distúrbio mental. Todos os animais estavam sem água. Durante a visita, o Conselho Regional de Administração de Halland concluiu que as deficiências eram tão graves que todos os animais deveriam receber cuidados.

Os 757 furões foram levados sob custódia, sendo que a maioria está correndo risco de morte por estarem muito doentes ou feridos. Segundo Halland News, o proprietário do estabelecimento disse que vai encerrar a exploração por falta de recursos.

O homem será investigado por crime de crueldade contra os animais.

Fonte : ANDA

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Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.

Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a “PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA”. A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.

A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.

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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.

Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.

O Desastre

Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.

Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.

A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.

O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada “inaceitável” pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu “Relatório P/ Eutanásia de Animais ” relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.

NO BRASIL

Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste

Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!

Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…

No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.

Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.

Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.

”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.

Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é – ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.

O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.

A Crueldade

Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço “aceitável”.

Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.

A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.

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Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.

E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.

Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.

Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:

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  • Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.

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  • Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.

 

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  • Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.

 

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  • Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.

 

Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.

De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.

Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.

Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…

Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???

Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas – ou melhor, erradas – qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?

ciaAs perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.

Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.

 

Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes.” Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais” dizem os Fazendeiros.

Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.

Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.

A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).

Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.

A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.

O que você deve fazer

Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros. 

Falsos Casacos – Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.

Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.

Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.

 

>Obrigado, pelo seu carinho

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Estou enviando esse e-mail a todas as pessoas, que responderam ao meu e-mail –

 “Preciso do medicamento Lupron Depot 3,75 mg”.

Através de um deles consegui um contato de uma pessoa que fez o anúncio em um fórum de endometriose, vendendo-o por R$ 260,00.

A vendedora está em Goiânia e eu em São Paulo, e com mais o sedex (R$ 66,00), consegui compra-lo.

Hoje já efetuei o depósito, para que a vendedora coloca-se o medicamento no correio, e ele deve chegar as minhas mãos, lá pela segunda-feira, quando poderei começar o tratamento das meninas.

Como daqui a 4 meses, precisarei de nova dose, terei mais tempo, para ver todos os links e possibilidades com calma depois de aplicar a primeira dose. Então podem continuar enviando e-mail se souberem de alguma novidade quanto ao medicamento.

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Uma das meninas, é minha filhota “Mina”, que no dia 12/07, completou 7 aninhos.

Mina chegou a minha vida, através de um apelo na internet. No apelo a pessoa informava que havia uma furinha fêmea em um petshop no bairro da Mooca, e que a mesma era mantida em uma gaiolinha minúscula, por mais de um ano, e que ela dormia dentro do próprio banheirinho (furões usam bandejas, como os gatos), e que só era alimentada duas vezes por dia (furões comem a cada 3/4 hs), porque o dono da loja não queria que ela engordasse para continuar parecendo uma filhotinha.

 

Fui até a loja investigar e depois de meia-hora já estava com uma tremenda dor de cabeça. A Loja era minúscula e tinha dezenas de periquitos, calopsitas, pássaros, ratinhos, hamster, cães – era um barulho incessante e intermitente de latidos com canto de pássaros ecoando que deixava humanos e animais enlouquecidos, e lá no meio da loja, estava a “Mina”.

O Lojista queria vende-lá pelo preço de época de filhote (ano 2004 – R$ 850,00),  sendo que ela estava lá engaiolada há exatos 1 ano e 2 meses. No entanto ninguém a comprava porque ela mordia qualquer coisa que chegasse perto de sua gaiola, tanto que para colocar água e comida eles usavam luvas grossas (Furões são carnívoros e comem coelhos, ratos, lagartos na natureza).

Depois de 4 longas horas de conversas, o máximo que consegui foi um desconto de R$ 50,00 e compra-la via cartão de crédito, assim poderia depois parcelar com os juros do Visa.

Sou sim contra o comércio de animais, mas não evolui tanto ao ponto, de deixar um animal em sofrimento só porque seu resgate seria feito a base de cartão de crédito. E o lojista felizmente também aprendeu uma lição, por ter adquirido um animal que não conhecia, e que encalhou na loja, dando-lhe um certo prejuízo pois teve que alimenta-ló durante 14 meses, a base uma ração que custava na época R$ 38,00 o quilo.

 

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Mina foi sim comprada por pura dó, e para ser a irmãzinha do Donatello, meu eterno bebezinho que agora brinca no céu dos animais.

Só pude realmente pega-lá nas mãos uns 3 meses depois que estava em casa, era muito assustada, afinal até aquela data, mãos humanas somente a tinham magoado e machucado.

 

Atualmente Mina, é a “senhorinha” da casa, junto com meus outros peludinhos resgatados/abandonados de várias formas, cada um com sua própria historinha.

 

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Sobre a outra furinha, não posso contar nada sobre ela, pois é um caso complicado que envolve “um casal em separação”, e só quero saber de tratar da pequena e não criar polêmica ou motivos enquanto não sacramentam o termo de doação a minha pessoa.

Sendo assim, deixo aqui um alguns pontos que considero importante divulgar sobre os Furões no Brasil – Ferrets em inglês, para que mais pessoas tomem ciência e possam ajuda-lós.

No Brasil,  Furões costumam viver somente de 4 a 6 anos, sendo que na Europa vivem de 8 a 10 anos. Essa enorme diferença no tempo de vida deles entre continentes, é devido as mentiras que os lojistas contam, que furões são criados em gaiolas e a falta de rações de qualidade, e de medicamentos e suplementos. Também os interessados em furões tem sua parcela de culpa, pois não vão atrás de informação de qualidade para cria-lós como lhes é devido.

=>Furões não podem receber mais de 6 horas de luz diária, seja ela natural ou artificial.

=>Furões precisam beber 3 vezes a mesma quantidade de água da ração que consomem, precisam de potes e não de pingadouros de água.

=> Furões são carnívoros e não roedores, mas não possuem o “cécum ou ceco”,  todos os outros animais domésticos possuem um que ajuda na digestão de carboidratos e alimentos fibrosos. O ceco é algo como uma bolsa que fica entre o intestino grosso e delgado. Ele contém bactérias e enzimas que auxiliam na digestão.

=>PORTANTO NÃO PODEM COMER RAÇÃO PARA CACHORRO E NEM RAÇÃO DE GATOS ADULTOS.

Só podem comer Ração para Furão, ou Ração PREMIUM (ALTA QUALIDADE), PARA GATOS FILHOTES.

=>Furões precisam dormir na mais completa escuridão, pois não possuem membrana para cobrir suas pupilas.

=>Furões não podem viver confinados em Gaiolas, engaiolados tendem a ficar deprimidos e ou param de comer, ou começam a comer demais, e deprimidos seu sistema imunológico responde na forma de doenças.

Novamente agradeço o carinho de todos em responderem ao meu apelo.

Obrigado a todos que de alguma forma ou de várias formas ajudam todo e qualquer animal necessitado, seja com palavras, ou com ações.

 

 

Marli Delucca
http://redebichos.ning.com/profile/MarliDelucca


♥ Se não faço tudo o que o que devo, pelo menos faço tudo o que posso!

 

 

 

 

 

Bartleby, mais um caso em estágio avançado da Doença de Adrenal

 

 

Donatello sonha com seus desejos mais doces; receber umas lambeijokas da Mina; fazer montanhismo com o Enzo; e reunir os amigos Barney e Marylu para juntos fazer a festa tomando Nescau. PS: Ferrets não devem tomar chocolate, nem nescau!

 
1 comentário

Publicado por em 07/31/2010 em adrenal, ferrets

 
 
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