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Arquivo da categoria: Grito do Bicho

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Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.

Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a “PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA”. A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.

A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.

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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.

Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.

O Desastre

Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.

Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.

A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.

O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada “inaceitável” pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu “Relatório P/ Eutanásia de Animais ” relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.

NO BRASIL

Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste

Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!

Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…

No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.

Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.

Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.

”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.

Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é – ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.

O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.

A Crueldade

Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço “aceitável”.

Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.

A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.

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Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.

E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.

Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.

Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:

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  • Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.

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  • Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.

 

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  • Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.

 

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  • Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.

 

Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.

De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.

Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.

Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…

Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???

Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas – ou melhor, erradas – qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?

ciaAs perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.

Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.

 

Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes.” Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais” dizem os Fazendeiros.

Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.

Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.

A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).

Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.

A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.

O que você deve fazer

Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros. 

Falsos Casacos – Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.

Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.

Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.

 

>Cão Pirata, Final Feliz ou Infeliz?

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O texto abaixo, é a narrativa fiel dos fatos que ocorreram para o desenrolar da campanha “PM CADÊ O PIRATA”, entre o sumiço e o aparecimento do cachorro. A inserção de alguns parágrafos já postados na internet e lido por muitos, faz-se necessária para refletirmos se o final dessa história para o cão Pirata é realmente um final feliz ou infeliz?
Ao final as últimas informações e fotos do Pirata em seu novo lar, com seu novo amigo (um outro cão que ainda não sei o nome).

04/04/11 – 21:43 => Nanci do Blog “Adotação”, a mesma que no mês passado teve a maravilhosa idéia de mudarmos nossas fotos nos perfis das redes sociais para a montagem “GOL CADÊ O PINPOO?”, me envia o link do blog aonde consta o “desaparecimento/expulsão do Cão Pirata do batalhão aonde vivia há 9 anos”.
Ele já tinha o carinho de toda a corporação, carinho esse que somente aumentou com ato heroico e ganhou até uma matéria especial pela Rede Bandeirantes e TV Cultura e também na Folha de São Paulo.

No link deixei o comentário, que iria auxiliar a procurar o cão, fazendo uma montagem e divulgando o caso (tanto o link original como o meu e outros comentários foram apagados).

Durante a noite e a madrugada que se seguiu, fiz o folder e iniciei a campanha PM CADÊ O PIRATA”, e enviei e-mails a toda a minha lista de contatos, na esperança que com a ampla divulgação do caso, aparecesse alguém que me dissesse “Vi o Pirata naquela rua” ou “O Pirata está aqui na minha casa”. Inclusive divulguei o telefone de dois taxi-dogs, que estavam de prontidão, para resgatar o Pirata caso alguém ligasse e informasse o endereço.

No dia seguinte com a divulgação pela ANDA, o caso do cão Pirata começou a ganhar repercussão no twitter, nos blogs e em outras redes sociais.
Mais do que repercutir, emocionou a todos, mais uma história, entre tantas e tantas histórias de lealdade dos animais. A forma como ele se tornou herói “ao latir” e assim alertar que algo estranho estava prestes a acontecer no seu lar, fez com que ele se torna-se famoso para merecer aparecer na TV. Poucos atentaram ou questionaram o fato do Pirata, ser um herói bem antes disso… A origem de seu nome não é vão, alguém ou alguma coisa tirou o olho do Pirata, mas mesmo assim ele não deixou de confiar no ser humano, agia como um herói diariamente, confiando!

A repercussão do “PM CADÊ O PIRATA”, fez com que todos conhecessem seu dia-a-dia, graças a comentários como esses;

  • Meu Deus eu conheci ele pessoalmente, é um doce!!!! Manso e carinhoso!
    Fiquei esperando uma hora para ser atendida e ele me fez companhia, essa delegada deveria ser presa!!!!!
  • Tds os dias q eu ía p faculdade ou p o shopping de lá, eu o via, ele fazia sua caminhada matinal pela rua, td fofo, ele é demais. Eu n me conformo c o q essa indivídua fez… Só sei q eu to c o coração na mão p saber dele, eu adoro esse cachorro, vou mandar por facebook para termos o mais rápido possível alguma notícia. Enqto isso, vamos orar tds, por ele, p q ele esteja bem e q em breve saibamos BOAS NOTÍCIAS dele.
  • Sempre o vejo na Rua Miragem (Vl Regente Feijó). Moro bem próximo à essa rua. Mas só agora soube da história. Se quiser posso ver o número +/- de onde ele costumar ficar. Abraços!
  • Tive a oportunidade de estar no quartel da Regente e conhecer o docil Pirata.
    É uma pena que estes desmandos ainda acontecem na nossa gloriosa Polícia Militar.

Foto:Apu Gomes/Folha Imagemcao_pirata_01

E nesse ínterim a ONG FALA BICHO, sediada no Rio de Janeiro, vem em socorro do cão Pirata (alguém saberia me dizer aonde estavam as ONGs e/ou Parlamentares Pró-Animais aqui de São Paulo nessa semana?, só por curiosidade, tá!)

Vou tomar a liberdade de replicar aqui o texto que consta no blog da ONG FALA BICHO, leiam atentamente, para entender o que ocorreu depois…..(os negritos são por minha conta)

COMANDANTE GERAL DA PM DE SP É INFORMADO SOBRE O CASO DO CÃOZINHO PIRATA

Desde ontem, gastei muita ligação telefônica a procura do fio da meada.
Não está, está em reunião, não veio trabalhar foi o que mais ouvi de ontem a noite até 11 hs. do dia de hoje. Sem saída, fui para o Grande Chefe, pois, se há incompetência em lidar com as situações, o Chefe Maior precisa resolver e apurar.

Se não houvesse nada a temer, porque o pessoal do quartel não daria informações do tipo: “não, o cão está bem, com fulano de tal/não, ele foi fazer exames/ não, alguém se apaixonou por ele e o adotou… etc etc etc…. mil razões, certo?
Mas, não há um pânico geral quando se toca no assunto e parece que o Sarg. Alves que levou o cão, foi até transferido. Consegui saber para onde foi e que adiantou? não pode atender, não veio trabalhar, saiu para rua, sei lá quantas desculpas ouvi.

Bem, o Chefe de Gabinete do Comte. Geral da PM de Sampa, Ten. Cel. Almir, entrou no circuito e até amanhã vai responder nosso e-mail. Estou confiante, pois, me pareceu bem sensível ao tema. Queremos só a verdade e pegar o Pirata, se for o caso. Não podemos imaginar ele ter sido abandonado em alguma rua longe do quartel…. só de pensar me dá câimbras no estomago!!!!!
Vejam o e-mail que ele nos solicitou e vamos ver o que será apurado.

To: gabcomtg@policiamilitar.sp.gov.br Sent: Thursday, April 07, 2011 12:03 PM Subject: INFORMAÇÕES URGENTES DE ONDE ESTÁ O CÃO PIRATA
Prezado Ten. Cel. Almir Sub-chefe do Gabinete do Comte. Geral da PM de São Paulo Cel. Álvaro Batista Camilo
De acordo com o combinado pelo telefone, …Acontece que soubemos que a atual Comandante daquela Unidade, Capitã Denise, teria ordenado o “sumiço” dele bem como de um viveiro que recebia aves maltratadas na região..…Profundamente agradecida, meu Coronel, por sua gentileza em nos atender. Fique certo que centenas de pessoas aguardam seu breve pronunciamento sobre onde está o cão Pirata. Sheila Moura Presidente-fundadora da Sociedade Educacional “Fala Bicho”

Comoção e preocupação com o paradeiro com o Pirata, e revolta pela denúncia dele ter sido “expulso” pela nova comandante, a qual passei a conhecer pelos seguintes comentários recebidos; 

  • Fiquei sabendo através de um membro da corporação, que todo lugar que essa mulher passa sempre arranja confusões, e que ela já tentou comandar o posto onde morava o cãozinho pirata outras vezes, e agora como vingança esta mostrando o seu poder.
    O pior de tudo é que ela tem proteção de alguns superiores.
    Na verdade ela tem vários problemas comportamentais e deveria ser afastada da função e passar por algum tratamento psicológico.
    Temos a esperança do Pirata voltar a sua casa junto com os verdadeiros policiais que trabalham em prol de nossa sociedade.

  • Com tanta coisa séria para resolver, foi incomodar logo um ser indefeso que não estava incomodando ninguém. Tem gente que realmente não sabe o que faz com o poder que tem nas mãos…

Depois do 1o. comentário é obvio que fiquei curiosa em conhece-lá, e o que consegui apurar é que;
DPP

Consta que era 1o. Tenente da PMESP, na relação do Exército Brasileiro para a Missão de Paz a iniciar em 12/05/2008 e término previsto para 12/05/2009.Mas voltou 4 meses, antes como Capitã no dia 23 de Janeiro de 2009.Conforme essa nota da Rede Band, as missões fortalecem uma AMBIÇÃO do governo brasileiro – a de ter um lugar permanente no conselho de segurança da ONU.

Todas as mídias que no passado noticiaram o ato heroico do Pirata, foram comunicadas do desaparecimento do cão, mas não lembro de ter visto alguma nota por parte delas.

marici_capitelliMas a jornalista Marici Capitelli, que já foi condecorada com a comenda Tribuna Animal 2008, por seu trabalho na divulgação da causa animal, foi que nos revelou o paradeiro do Pirata.

No dia 07 pelo site e no dia 08 na edição do Jornal da Tarde.
                 
Mais do que um paradeiro, Marici Capitelli, conversou com todos que pode sobre o cão Pirata, e da matéria, cito alguns parágrafos;

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A comandante Denise Pereira Pinto assumiu o cargo na sexta-feira passada. No mesmo dia, o cão foi levado embora, segundo pessoas ligadas à corporação. A comunidade ficou sabendo da saída do cachorro por um ativista de proteção animal que foi ao local investigar o sumiço de Pirata.

“Gostaria de saber por que o cachorro não pode mais ficar aqui, afinal, essa é a casa dele”, questionou a atendente Rose Batista, de 34 anos, que mora perto do batalhão. A sua maior preocupação é saber o destino do animal.

Assim como outros vizinhos, ela disse que a principal característica do Pirata era a docilidade. “Um animal que nunca mexeu com ninguém e que não é agressor. Todo mundo já está acostumado a vê-lo passar”, ressaltou Simone Fonseca, de 39 anos, que está há 14 anos no bairro.
“É muita maldade fazer isso com o bichinho. Ele é muito tranquilo e só atravessava na faixa de segurança. Estou aborrecida de saber que ele foi embora”, afirmou a moradora Neide Aparecida Barbosa, de 52 anos.

O gerente de um posto de gasolina, Régis Mazon, de 42 anos, contou que todo mundo conhecia o cachorro. “Sempre muito tranquilo. Seria bem legal podermos saber o que foi feito dele.”
Um morador que preferiu não se identificar afirmou que o cachorro acompanhava os policiais quando eles andavam pelo bairro. “Se fossem tomar um café, ele ia junto; se faziam exercícios, ele os seguia. Era o companheiro.”

A reportagem apurou que o cachorro está morando no estacionamento de um supermercado no Pari, zona leste. O casalque acolheu ..está muito feliz em poder criá-lo. … O vira-lata foi levado ao estacionamento por um policial do batalhão.

Simpático, Pirata abana o rabo para todo mundo que se aproxima e fica ainda mais eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas. “Vários policiais já vieram visitá-lo”, acrescentou o comerciante.
A comandante foi procurada, mas não estava no batalhão. A assessoria de imprensa da PM afirmou que está apurando o caso e irá prestar informações sobre o cachorro.

No dia 09, a Polícia Militar do Estado de São Paulo divulga a seguinte nota em seu site; Novo lar do cão Pirata.

E não posso deixar de comentar as primeiras linhas da nota, nas quais eu li nas entrelinhas escrito que há coisas “mais importantes” do que o questionamento que fizemos a PMESP, sobre o paradeiro do cão Pirata.
Em uma época em que.. pessoas insanas matando crianças indefesas dentro da sala de aula, a Polícia Militar se alegra em poder esclarecer a toda população de bem, preocupada com o “paradeiro” e o bem estar de um cãozinho…
… a nova Comandante da Companhia, Capitão PM Denise Pereira Pinto, … se preocupou em dar um lar de verdade ao cãozinho, sendo verificado primeiro com os policiais da Companhia e não havendo ninguém que pudesse levá-lo para casa e ele foi doado para uma família, amiga de um dos policiais militares, no bairro do Pari.
Pirata, … está vivendo com essa família, que o trata muito bem, pois além de ter conquistado um lar de verdade, tem o amor de duas crianças, que já afirmaram que amam e não vão devolver o cãozinho.

Tudo o que está escrito acima, muitos já leram e releram, então agora quero postar as minhas observações e sugestões sobre o caso;
1. Do início do sumiço do cão Pirata do Batalhão, até o final feliz apresentado pela nota da PMESP, há muita história que não foi escrita, nem divulgada, como que o tal comerciante que abrigou o Pirata, é na verdade um EX-PM, o que me faz lembrar de um velho ditado “MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO!”

2.Não entendo nada de hierarquia militar, mas me parece estranho que alguém a quem a PMESP, fez tanta questão de destacar na nota como voluntária em uma missão, com tantos aparentes “méritos” e “bagagem”, acabou indo parar em um distrito policial de bairro. (todo distrito policial tem um batalhão também, reconhecimento estranho esse da PM – não acham que ela merecia cargo melhor, quem sabe no planalto central).

3. Conforme matéria da Folha de São Paulo de 10/10/2008, “Segundo a PM, o cachorro vive na companhia há algum tempo e recebe tratamento e atenção dos policiais.”

4.Conforme a matéria do JT: – Pirata fica eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas – “Vários policiais já vieram visitá-lo” . (Entendi errado ou aqui está escrito que o Pirata sente falta do batalhão aonde morava e os Policias foram visitá-lo porque também sentem a sua falta?).

5. Na nota da PMESP consta que a Capitã se preocupou em dar um lar de verdade ao cãozinho, sendo verificado primeiro com os policiais da Companhia e não havendo ninguém que pudesse leva-lo para casa… ( Que óbvio, em 9 anos de convivência e troca-troca de PMs e de comandantes, se alguém pudesse levá-lo já o teria feito, não acham?)

6. Leiam esse comentário de  05/04/11 21:30 Anônimo disse… Para aquelas pessoas desinformadas e mal intencionadas, o cachorro não foi abandonado a própria sorte, e sim doado a um comerciante da redondeza que o queria muito. Procurem se informar primeiro para depois não saírem falando besteiras, e sendo levianos com pessoas sérias como a Capitão Denise. tenham mais respeito. (Redondeza? Quem conhece São Paulo sabe que da Av. Regente Feijó no Tatuapé, para a Carlos de Campos no Pari, não tem nada de redondeza, só maratonista para ir a pé.)

7.Na nota da PMESP, consta que duas crianças (só vi uma na foto), dizem que amam e não vão devolver (Será que li errado novamente, crianças que amam em 7 dias, que comovente, eles votam, trabalham, podem garantir as despesas de um animal? – pelo tamanho da criança da foto ela nem pode levar o Pirata a passear na rua, pois pelo que apurei por ser um estacionamento de supermercado com grande movimento de veículos, Pirata e o outro cão que não apareceu nem na foto e nem na nota da PMESP, ficam presos em uma corrente curta para sua própria segurança. E também pelo que apurei Pirata não faz suas necessidades preso a corrente, tem que ser levado a rua, quantas vezes ele necessitar).

8. E as aves, sim aves que foram apreendidas e que viviam em um viveiro lá no batalhão, e como nem sempre o CETAS, aceita ou tem lugar para receber esses animais, eles tem que ficar onde foram apreendidos.(a nota da PMESP dizia algo…e eu não vi)

9.Ao redator da nota da PMESP, só tenho a dizer que não sei o que é mais triste, se é a mídia mostrar os loucos que matam, roubam, sequestram crianças, adultos e idosos, e ver que as autoridades apesar de todos os inúmeros estudos científicos existentes não se darem conta de que essa insanidade e crueldade é primeiro dirigida aos animais. Enquanto que as pessoas que chutam cães de rua, e ateiam fogo em gatos de cemitério não forem devidamente punidas, elas seguiram em frente para chutar, atirar e queimar as pessoas em volta delas.

Mas para quem não tem acesso aos estudos científicos deixo aqui, um vídeo de alguns casos aonde é possível ver a relação da crueldade com os animais evoluir para a crueldade com crianças, mulheres e adultos.

www. youtube.com/watch?v=cg-J_j8ZS30

Enfim, depois das minhas observações, cabe ressaltar que no estado de São Paulo, a uma lei sobre o Cão Comunitário (LEI Nº 12.916, DE 16 DE ABRIL DE 2008).
Artigo 4° – O recolhimento de animais observará procedimentos protetivos de manejo, de transporte e de averiguação da existência de proprietário, de responsável ou de cuidador em sua comunidade. § 1° – O animal reconhecido como comunitário será recolhido para fins de esterilização, registro e devolução à comunidade de origem, após identificação e assinatura de termo de compromisso de seu cuidador principal. § 2° – Para efeitos desta lei considera-se “cão comunitário” aquele que estabelece com a comunidade em que vive laços de dependência e de manutenção, embora não possua responsável único e definido.

Como também há os CONSEGs – Conselhos Comunitários de Segurança, que são grupos de pessoas do mesmo bairro ou município que se reúnem para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.

Cada Conselho é uma entidade de apoio à Polícia Estadual nas relações comunitárias, e se vinculam, por adesão, às diretrizes emanadas da Secretaria de Segurança Pública, por intermédio do Coordenador Estadual dos Conselhos Comunitários de Segurança.As reuniões ordinárias de cada Conselho são mensais, realizadas normalmente no período noturno.

Todos aqueles que tiveram a paciência de ler até aqui, já devem ter deduzido que conforme todos os relatos acima expostos por várias pessoas ligadas ao cão Pirata, perceberam que por melhor que fosse as intenções de quem quer que seja, o cão Pirata por ser um cão comunitário não poderia ter sido removido de seu endereço sem o consentimento da comunidade.

E nem tampouco doado para quem quer se seja, sem estar em consonância com a LEI Nº 14.483, DE 16 DE JULHO DE 2007, ou somente aos protetores de São Paulo é imposto, castrar, vacinar, documentar, e providenciar RGA dos animais doados, enquanto que o resto da população civil e/ou militar ignora a legislação?

Pelos fatos expostos, minha sugestão a comunidade das imediações do 34o. Batalhão a Rua Regente Feijó N. Tatuapé, é que estejam presentes a próxima reunião do CONSEG, e exijam a volta do cão comunitário pirata a seu lar, ou em conformidade com a legislação que ele seja encaminhado ao CCZ/SP, caso nenhuma ONG  possa abrigá-lo, onde ele poderá ser adotado dentro dos ditames da lei.

Aproveito para deixar aqui uma reportagem recente da TV Cultura sobre o Projeto do Cão Comunitário na cidade de Jacareí, que aqui ao lado da Capital do Grandioso Estado de São Paulo, mas que quando o assunto é animal de rua o grandioso dá vergonha, né CCZ!

E não deixem de prestar atenção no que diz a veterinária do munícipio; Que quando um cão delimita o seu território (em outras palavras vive naquele quarteirão há dois anos, é muito difícil , muito traumático para ele ser tirado de lá, caso do Pirata, né gente!)

Espero que tenham me entendido, porque eu não sou boa em desenhar!
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>Cão Pirata, encontrado pelo Jornal da Tarde

>O texto abaixo foi retirado do Blog “O Grito do Bicho”, escrito pela Sheila Moura da ONG FALA BICHO;

Reportagem encontra o Cão Pirata

1 – esta é a matéria de ontem do Jornal da Tarde. É só clicar no link:
‘Expulsão’ de cão da PM provoca protestos. (Reparem no número de comentários)
2 – esta é a matéria de hoje do Jornal da Tarde escaneada. É só clicar para ampliar:

3 – quanto ao Comando Geral da PM, não houve resposta porque o Coronel me passou o endereço errado… É, fazer o quê?
4 – falei com a pessoa que está cuidando do Pirata e com a jornalista responsável pela matéria acima.
Aparentemente, o cão está adaptado aos atuais tutores.
A Marici me contou que ele é super simpático e é daqueles cães que só da gente olhar, abana o rabo. O atual tutor, está, como eu, aguardando o desenrolar do assunto. Parece que quer ficar com o Pirata, mas, acontece que ele fica na corrente o dia todo e a noite é solto junto com o outro cão. Será que é tudo que este velho cão merece ter no final da vida?
O sargento que ficou responsável em dar “sumiço” nele, é a pessoa mais ligada ao cachorrinho e levou para casa deste moço porque foram amigos dentro da PM e, portanto, pessoa de sua confiança. Realmente, ele demonstrou que se preocupa com o Pirata. Estou tentando falar com este Sargento, inclusive, para confirmar se é verdade que foi transferido por causa deste assunto.
5 – agora, cá p´ra nós: o que o Comte. Geral da PM vai nos informar sobre esta insensível Capitã que mandou sumir com o herói Pirata, heim? é uma péssima imagem para a corporação ter uma pessoa sem nenhum sentimento pela vida animal, não é? que horror!!!!! com todo respeito….
.

 

>“PM CADÊ O PIRATA?”

>

 

Pirata, um cão herói e idoso, e com apenas um olho, vivia há nove anos no Batalhão da Polícia Militar na Av.Regente Feijó, 871 – no Jd Anália Franco, São Paulo/SP

Virou famoso em Agosto de 2009 quando impediu (dando um sonoro alarme) que meliantes invadissem a corporação e pegassem desprevenidos os soldados que lá estavam.

Houve troca de tiros, mas graças a intervenção do Pirata, os policiais conseguiram se defender e aguardar até a chegada de reforços. Segundo consta, os criminosos queriam levar armas e os novos rádios militares. Ele já tinha o carinho de toda a corporação, carinho esse que somente aumentou com ato heroico e ganhou até uma matéria especial pela Rede Bandeirantes e TV Cultura e também na Folha de São Paulo.

ENTRETANTO…um informante passou ao Jornalista Nilton C. Paiva a informação de que o Cão Pirata, um idoso que faz jus ao nome, foi REMOVIDO DE SUA CASA, foi removido do batalhão, pela nova comandante, que parece desconhecer que o mundo inteiro considera o cão o melhor amigo do “ser humano” e não só dos homens…

E eu não tenho informantes, mas sei também de diversas fontes, que em várias delegacias, onde houve troca de comando e de delegado, o mesmo ABSURDO está acontecendo.

As patentes que deveriam manter a lei, estão infringindo a lei, ao desalojar e abandonar os animais a própria sorte, e que se terem para onde ir conseguiram ao longo dos anos um pouco de solidariedade e um cantinho no pátio de distritos e batalhões de polícia.

O mais urgente é encontrar o Pirata, que além de estar desaparecido nas ruas de São Paulo, deve estar apavorado e faminto.

pmcadeopirata

 

Quem souber do paradeiro do Pirata pode entrar em contato nesses telefones, que são de dois taxi-dogs de minha total confiança e que já estão avisados para ir resgatar o Pirata e leva-lo ao veterinário, antes de o colocarmos em um hotelzinho, até que consigamos um lar definitivo para ele.

 

  • 9251-5665 – Esther Taxi Dog
  • 8358-9244 – Nico Taxi Dog

 

Peço a todos aqueles que colaboraram divulgando no twitter, no facebook, no orkut, em seus blogs, o caso do Pinpoo, ajudem o Pirata a também ser localizado.

Peço que vejam o vídeo feito pela TV Bandeirantes em 2008, quando Pirata salvou o batalhão da PM, de ser invadido por bandidos, pois iram perceber que o cão é do tipo “quem vê nunca mais esquece”, além de ter somente um olho ele tem um aspecto e tamanho bem peculiar.As patentes que deveriam manter a lei, estão infringindo a lei, ao desalojar e abandonar os animais a própria sorte, e que se terem para onde ir conseguiram ao longo dos anos um pouco de solidariedade e um cantinho no pátio de distritos e batalhões de polícia.

Copiem, Compartilhem, Divulguem, Twittem

Não basta apenas gostar de animais, devemos ter coragem para usar a nossa voz em favor daqueles que não verbaliza

Vejam o vídeo, divulguem ajudem a localizar o Pirata.

PM CADÊ O PIRATA?

Não basta apenas gostar de animais, devemos ter coragem para usar a nossa voz em favor daqueles que não verbalizam!

“Artigo 32 da Lei Federal No. 9.605 de 1998”
” É considerado crime praticar ato de ABUSO, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos”.

Ou seja a Capitã Denise Pereira Pinto, ABUSOU de seu poder ao remover, um cão que visivelmente trata-se de um animal idoso, e que não possui um dos olhos, que vivia há anos no convívio de verdadeiros policiais, que fardados não deixam de ter coração, e empatia pelo animal que no mundo inteiro é considerado o melhor amigo do homem.

Muito me envergonha por ser do mesmo sexo, saber que certas mulheres ao galgarem certos postos, optam pelo abuso e ignorância para demonstrar que são mais fortes do que o homem.

 

Retirado do Blog do Jornalista Nilton C. Paiva

A saga a procura do paradeiro do #Pirata continua.
Sábado, com entrevista agendada na 3ª Cia do 34º Batalhão da Polícia Militar, fui para entrevistar o Sgto.Alves, porém, após esperar mais de uma hora (Sgto Alves estava cumprindo sua jornada de trabalho nas ruas) me foi explicado que a entrevista havia sido cancelada e ninguém poderia me passar qualquer informação a respeito do paradeiro do animal, somente que ele se encontrava bem (será?).
Ainda perguntei o porque da entrevista ter sido cancelada se o animal estava bem, mas educadamente, o Sgto Alves novamente disse que ele não tinha autorização para me fornecer informações e que deveria contactar o Capitão Paulo Oliveira, da Assessoria de Imprensa na segunda-feira (hoje).
Já contactei porém a informação foi de que ele não se encontrava e voltaria a me chamar… até agora nada, nem mesmo o Cel. Veloso me atendeu… Se não há nada de errado, por que eles não nos passam informações?
A comunidade local está muito insatisfeita com a remoção do #Pirata.
Muitos vizinhos me disseram que o cachorro era extremamente dócil, nunca avançou sobre ninguém nem perturbava quem passasse na frente do Batalhão. Reconfirmaram a história do ato de heroísmo em novembro de 2009 e não se conformam com sua remoção.
À boca-pequena me reconfirmaram que a atual comandante da corporação, Capitã Denise Pereira Pinto, exigiu sua imediata remoção, bem como a retirada do viveiro de aves que há no local.
Enquanto as respostas não vem, continuo perguntando:

“Onde está o #Pirata, nosso cão herói?”

 

>Caso Pinpoo, a história por trás da história

>

 

Já dizia aquele velho ditado “recordar é viver”, então antes de colocar os “pinpoos nos “is”, vamos recordar;

02/03/2011 – Aeroporto de Porto Alegre;

  • Um cão dentro de uma caixa de transporte e ao custo de quase R$ 700,00, é deixado no balcão da Cia.Aérea Gol-Gollog, para voar de Porto Alegre/RS a Vitória/ES.
  • A empresa lacra a caixa de transporte, fotografa tudo e PERDE O CACHORRO e avisa a dona que perdeu.

16/03/2011 – Aeroporto de Porto Alegre;

  • O cachorro “Perdido”, pela Gol-Gollog, Infraero, ANVISA, e não “Procurado”, pela 9a. Delegacia de Polícia de Porto Alegre, é devolvido a “dona”;
    • por “homens”, que trabalham nesse mesmo aeroporto, e que “VIRAM PELA TV”, que o cão havia sumido e que estava sendo procurado. Ao “verem”, um cachorro “perambulando” pelo aeroporto, o acharam “parecido” com o “procurado” da “TV”, e o atraíram com comida, para pegá-lo e devolverem a dona.

pimpoo_thumb[1]

Essa é a data inicial e final da viagem do Pinpoo, e contando assim, ninguém iria entender o motivo do porquê os jornais e a TV deram tanta atenção ao caso.

A história por trás da história do caso Pimpoo.

anda_thumb[4]A 1a. vez que li sobre o “desaparecimento do Pinpoo”, foi em 06/03/11 na ANDA-AGÊNCIA NOTÍCIAS DIREITOS ANIMAIS”, da minha querida Silvana Andrade que criou esse espaço tão precioso e necessário, onde além das grandes notícias mundiais sobre os animais, há também espaço para a publicação de leitores e protetores, e como a D.Nair escreveu um e-mail a “ANDA”, para denunciar o ocorrido, e pedindo que as pessoas repassassem a mensagem, porque até então pensava-se que ele teria sido embarcado no voo e extraviado em algum outro lugar do Brasil.

fala_bicho_thumb[1]Depois de 3 dias, quando então a Sheila Moura da “ONG Fala Bicho”, conseguiu falar ao telefone com a D.Nair, e constatar não só o “sumiço do pinpoo”, como o descaso com que são tratadas as “cargas vivas”, pelas companhias aéreas e autoridades e publicou no seu blog “O Grito do Bicho”, uma ação de militância, pedindo aos leitores e aos apaixonados por animais que enviassem e-mails, cobrando das autoridades competentes e da Cia. GOL e Gollog , “ação, apuração e devolução” do cão Pimpoo.

mae_de_cachorro_thumb[1]

 

 

Logo em seguida, Ana Corina, do blog “Mãe de Cachorro Também é Mãe”, aderiu a militância, e criou o slogan da campanha – “GOL, CADÊ O PINPOO?” e “GOL DEVOLVE O PINPOO!!”, e escreveu: Vamos colocar a campanha #GollogDevolveOPinpoo nos Trend Topics Brazil? Basta dar RT neste twit!

 

 

goldevolveopimpoo_thumb

Eu, por minha vez, (para aqueles que não me conhecem), tenho um tempo corridíssimo na internet, mil e uma coisas para fazer e ler, com pouco tempo para militar, enviar e responder e-mails, postar nos meus próprios blogs, mas com uma imensa vontade de ajudar milhões e milhões de animais pelo mundo, desenvolvi um “método próprio” de mobilizar outras pessoas a ajudar esses mesmos animais; faço uma montagem, que as amigas acima chamam de “arte”, e que facilmente é difundido e compartilhado no facebook e em blogs, e ás vezes até por sites como o da Globo.

 

 

adotacao_thumb[1]

 

 

A Nanci do blog “Adotação”, foi quem teve a idéia, de que todos trocassem a foto de seus profiles nas redes sociais, pela minha montagem com a foto do pinpoo e com os dizeres “GOL DEVOLVE O PINPOO”, como forma de pressionar a Gol/Gollog, e as autoridades a procurar e encontrar o cãozinho.

 

 
 

1286394199641986678symbol-sign-male-female-hi_thumbE foi você, sim você que agora está lendo esse texto, que repassou a notícia, de alguns dos links acima, que divulgou, copiou a montagem e que deu um twitt “#GollDevolveOPinpoo”, e compartilhou com seus amigos e conhecidos, e que divulgou no seu próprio blog, que fez com que os grandes jornais e as emissoras de TV se interessassem pelo caso e que o noticiassem dia após dia o caso do sumiço do cão, fazendo com que ele ficasse conhecido para todo o Brasil.

 

Não sei dizer se a D.Nair, é atuante na defesa dos direitos dos animais, e até arisco um palpite em dizer que talvez uma grande maioria que divulgou o caso também não o seja na sua rotina diária, e penso talvez que graças a Subconsciência coletiva”, afetou a todos que souberam da história do sumiço de um “animal” por uma grande empresa que foi paga para transportá-lo.

Nosso subconsciente, nos fez pensar em nossos próprios animais sumindo no ar, e aqueles que não possuem animais devem ter lembrado daquela tia que tanto insistem para que venha passar uns dias na sua cidade trazendo seu animal de estimação consigo é claro. O Pinpoo passou a ser de todos nós, porque todos nós temos ou conhecemos alguém que um dia já teve problemas em como viajar com algum animal, ou aonde hospedá-lo.

Demorei alguns dias para escrever esse texto, na esperança de que a alegria do “reaparecimento do pinpoo”, fosse seguida de alguma ou algumas “mudanças”, na forma como os animais são tratados e taxados por leis, normas e diretrizes, mas os dias passaram e não li sobre nenhuma mudança significativa no Brasil.

Sinto um profundo pesar de saber que o “subconsciente coletivo”, não produza na maioria das pessoas uma ampla visão do que realmente ocorre numa sociedade onde os direitos dos animais existem na prática e aonde existem somente no papel.

Os chamados países de primeiro mundo, não são chamados assim, só por suas reservas cambiais; mais do que legislação, eles realmente atuam, punem, multam, prendem, sem fazer distinção se o “desaparecido” for um cão ou uma criança, sem fazer vista grossa se o “atropelado”, for um “garoto” ou um “gato”. Nesses países as pessoas se orgulham de defender “os menos favorecidos”, e “os animais”, por não falarem e não poderem se defender sozinhos, estão no topo da lista dos menos favorecidos.

Quando me referi a que “homens” que trabalhavam no aeroporto suspeitaram que o cachorro que vagava por lá, fosse o mesmo que estava sendo procurado na TV, quis desvincular a imagem que muitas associaram como sendo a “polícia” que achou o Pinpoo, NÃO – NÃO FOI A POLÍCIA!. Nem a cível, nem a militar! Quem achou o Pimpoo foram verdadeiros “HOMENS”, que optaram por trabalhar na Polícia Militar.

Essa é a diferença entre pessoas que gostam e que respeitam os animais, ELAS SE IMPORTAM COM TUDO E COM TODOS!, ao contrário de certas pessoas que além de não fazerem nada por nenhum outro ser humano, por não serem solidários com coisa alguma insistem em dizer alguma coisa do tipo – porque você não ajuda as crianças pobres, só para fazer com que você se intimide em estar fazendo algo, e se torne tão egoísta a ponto de não fazer nada

Tenho certeza de que se houvesse na carteira de habilitação, a obrigatoriedade de constar se o portador tem ou não animais de estimação, demonstraríamos que pessoas que convivem com animais não efetuam infrações de transito, respeitam os limites, respeitam a vida alheia.

O Pinpoo foi encontrado, mas se não exigirmos que “mudanças” ocorram, não só no transporte, mas no respeito e nos direitos, dos nossos “filhos de pêlo”, estaremos ajudando para que outros animais “desapareçam” do nosso país.

justica_animal_thumb[2]

 

>Gol, cadê o Pinpoo?

>Um cachorro que deveria viajar de Porto Alegre ao Espírito Santo através da empresa Gollog, o serviço de cargas da Gol, desapareceu em 02/03/11. A dona do animal, Nair Flores, tinha como destino Guarapari, no litoral do Espírito Santo, onde faria uma visita a sua filha.

golcadeopinpoo
Nair decidiu enviar o cão pela Gollog após descobrir que a Azul, empresa aérea pela qual viajou, não transportava animais com 9 kg. “Eu o coloquei em um voo combinado para chegarmos juntos no Espírito Santo”, disse. Ela que pagou R$ 684,00 pelo serviço.
A notícia do desaparecimento de “Pinpoo” veio durante uma escala do voo de Nair em Confins, Minas Gerais. “Quando liguei o celular, recebi um telefonema do meu tio, que é advogado, avisando que ele havia sumido”, lembra. O tio de Nair foi quem levou “Pinpoo” ao aeroporto de Salgado Filho, em Porto Alegre, de onde o cão partiria com destino à Vitória.
Ao chegar no Espírito Santo, Nair foi até o balcão da Gollog com sua filha e seu genro para pedir mais informações. Os funcionários da empresa alegaram não saber nada a respeito do animal. Desesperada com a situação, ela antecipou sua volta para casa, que deveria ser apenas no dia 15 de março.
“A Gollog disse que a culpa não é deles, e sim da empresa terceirizada que leva seres vivos até os aviões”, declarou Nair. A empresa afirmou ainda que está sendo bastante pressionada, mas prometeu à prejudicada que a levará na manhã desta sexta-feira, 11, até o aeroporto Salgado Filho para que ela possa procurar o animal.
A dona nutre esperanças de que o encontrará, uma vez que o cão a reconhece pela voz. “Pinpoo” faria 11 meses este mês e era filhote dos cães da filha de Nair. Ele foi assim batizado pois é uma mistura das raças Pinscher e Poodle, ela também registrou um boletim de ocorrência sobre o sumiço do animal.
Para Nair, a sensação é de um filho sequestrado. “Não acredito que ele esteja no aeroporto. Ou morreu ou foi roubado. Ele é bem amistoso, gosta de colo. É um cão caseiro, não sabe viver sozinho. Alguém pode ter levado.”
‘Pinpoo’ mescla as raças pincher e poodle, por isso tem este nome, e fará 11 meses neste mês.
O animal foi doado a Nair pela filha, para substituir o cão que ela perdeu em janeiro. A aposentada pretende acionar a Justiça, caso não encontre o bicho.
Segundo informações da Gol, ‘Pinpoo’ passou por todos os procedimentos previstos pela legislação, mas no trajeto para o avião forçou a grade da embalagem que o transportava e fugiu para a área restrita do Aeroporto Salgado Filho.

Pimpoo na Caixa de Transporte - Foto tirada no aeroporto durante a lacração da mesma
Pimpoo na Caixa de Transporte – Foto tirada no aeroporto durante a lacração da mesma.
Em nota, a Gol informou que está “apurando o ocorrido e prestando apoio à cliente, com quem tem mantido contato a todo momento”. A empresa também afirma que “em todas as etapas do processo de transporte do animal, cumpriu com rigor não apenas seus procedimentos e controles internos, mas a legislação vigente”. O comunicado ainda destaca que “desde o início das operações da Gollog em Porto Alegre, em fevereiro de 2001, nunca registrou um único caso de animal extraviado no aeroporto da cidade.”

E-mail da Dona Nair enviado ao Blog “O Grito do Bicho”
“O meio mais seguro de enviar um animal é por avião? Não pela Gollog (serviço de transporte da Gol). Paguei quase 700 reais para enviar meu cãozinho de 10 meses, desacompanhado, porque a empresa que eu iria não transportava animais com 9 kg. Receberam o dinheiro, lacraram a caixa, fotografaram e, a partir desse momento, a responsabilidade ficou por conta da Gollog.
O acontecido ocorreu dia 2 deste mês em Porto Alegre, quando eu combinei horários para chegarmos um próximo do outro, ele sairia de lá às 18h30. Acontece que até agora ele não chegou, nem cão e até a caixa.
Ainda em voo, eu recebi a notícia por telefone. Fui direto à Gollog de Vitória (ES), onde constataram que realmente o cão havia sumido.
Meu “pinpoo” foi criado como criança, não tem experiência nem resistência para ficar um dia ao relento.
Os dados do voo são:
O número do voo: 1287
Chegada em Vitória: 23h50
Nº do conhecimento: 2426084-3
Eu estava desesperada ao telefone e eles ironizando diante da minha dor. Por favor, repassem esta mensagem, pois ele poderá estar em qualquer estado.
Estou atualmente na casa da minha filha em Guarapari (ES), na Rua Cachoeiro de Itapemirim, bairro Ipiranga. Desde já obrigada.
Nair Flores
nairefe@hotmail.com

MILITÂNCIA EM AÇÃO CONTRA A GOL QUE SUMIU COM UM CÃO NO AEROPORTO DE POA/RS

Escrito por Sheila Moura do Blog “O Grito do Bicho”
É claro que não vamos ficar calados diante desta situação, tô certa? Vamos comunicar isto ao Presidente da Gol, Sr. Constantino Oliveira Jr, e exigir que o atendimento GOLLOG (serviço transporte de cargas) de Porto Alegre, dê conta do cãozinho que a Sra. Nair entregou mediante pagamento para transporta-lo em segurança.
A situação dramática que desde o dia 02 é enfrentada pela responsável do cãozinho e por todos nós que atuamos na defesa dos direitos dos animais, merece uma RESPOSTA IMEDIATA nem que seja para mostrar o cadáver do animal que possa ter morrido por algum acidente interno da própria empresa em Porto Alegre
Além de pedir a resposta imediata do Sr. Constantino, vamos notificar, também, a ANAC para que haja a devida punição da GOL referente a este imperdoável sumiço deum ser considerado da família da Sra Nair. Vamos fortalecer o BO deste caso, feito no 9° DP de Porto Alegre, que poderá usar nossa manifestação na abertura do Inquérito.
Evidentemente, o Superintendente da Infraero, Jorge Herdino, vai estar copiado.
Para completar, vamos mandar este manifesto para o concorrente da Gol, que é a TAM. Aliás, fiquei encantada porque em seu site tem uma comunicação direta com o presidente da empresa sem problemas. Gente, eu gastei a manhã inteira para saber onde a Gol tem suas bases já que no site não diz nada. Não foi mole!!!! gastei muito dinheiro de telefone, sabiam? mas, missão cumprida.
Claro que podem escrever com suas próprias palavras, mas, se quiserem a sugestão de texto, aí vai:
ctyuan@golnaweb.com.br
c/c – presidencia@anac.gov.br; poa-dp09@policiacivil.rs.gov.br; poafk@golnaweb.com.br; jherdina@infraero.gov.br; atendimento.fale@tam.com.br; falabicho@falabicho.org.br

pimpoo_nair
Fonte-Fotos: Blog “Grito do Bicho”
Fonte2: Estadão

 

>Gol, cadê o Pinpoo ?

>Um cachorro que deveria viajar de Porto Alegre ao Espírito Santo através da empresa Gollog, o serviço de cargas da Gol, desapareceu em 02/03/11. A dona do animal, Nair Flores, tinha como destino Guarapari, no litoral do Espírito Santo, onde faria uma visita a sua filha.

golcadeopinpoo

Nair decidiu enviar o cão pela Gollog após descobrir que a Azul, empresa aérea pela qual viajou, não transportava animais com 9 kg. “Eu o coloquei em um voo combinado para chegarmos juntos no Espírito Santo”, disse. Ela que pagou R$ 684,00 pelo serviço.

A notícia do desaparecimento de “Pinpoo” veio durante uma escala do voo de Nair em Confins, Minas Gerais. “Quando liguei o celular, recebi um telefonema do meu tio, que é advogado, avisando que ele havia sumido”, lembra. O tio de Nair foi quem levou “Pinpoo” ao aeroporto de Salgado Filho, em Porto Alegre, de onde o cão partiria com destino à Vitória.

Ao chegar no Espírito Santo, Nair foi até o balcão da Gollog com sua filha e seu genro para pedir mais informações. Os funcionários da empresa alegaram não saber nada a respeito do animal. Desesperada com a situação, ela antecipou sua volta para casa, que deveria ser apenas no dia 15 de março.
“A Gollog disse que a culpa não é deles, e sim da empresa terceirizada que leva seres vivos até os aviões”, declarou Nair. A empresa afirmou ainda que está sendo bastante pressionada, mas prometeu à prejudicada que a levará na manhã desta sexta-feira, 11, até o aeroporto Salgado Filho para que ela possa procurar o animal.

A dona nutre esperanças de que o encontrará, uma vez que o cão a reconhece pela voz. “Pinpoo” faria 11 meses este mês e era filhote dos cães da filha de Nair. Ele foi assim batizado pois é uma mistura das raças Pinscher e Poodle, ela também registrou um boletim de ocorrência sobre o sumiço do animal.
Para Nair, a sensação é de um filho sequestrado. “Não acredito que ele esteja no aeroporto. Ou morreu ou foi roubado. Ele é bem amistoso, gosta de colo. É um cão caseiro, não sabe viver sozinho. Alguém pode ter levado.”

‘Pinpoo’ mescla as raças pincher e poodle, por isso tem este nome, e fará 11 meses neste mês.
O animal foi doado a Nair pela filha, para substituir o cão que ela perdeu em janeiro. A aposentada pretende acionar a Justiça, caso não encontre o bicho.

Segundo informações da Gol, ‘Pinpoo’ passou por todos os procedimentos previstos pela legislação, mas no trajeto para o avião forçou a grade da embalagem que o transportava e fugiu para a área restrita do Aeroporto Salgado Filho.
Pimpoo na Caixa de Transporte - Foto tirada no aeroporto durante a lacração da mesma

Pimpoo na Caixa de Transporte – Foto tirada no aeroporto durante a lacração da mesma.

Em nota, a Gol informou que está “apurando o ocorrido e prestando apoio à cliente, com quem tem mantido contato a todo momento”. A empresa também afirma que “em todas as etapas do processo de transporte do animal, cumpriu com rigor não apenas seus procedimentos e controles internos, mas a legislação vigente”. O comunicado ainda destaca que “desde o início das operações da Gollog em Porto Alegre, em fevereiro de 2001, nunca registrou um único caso de animal extraviado no aeroporto da cidade.”

E-mail da Dona Nair enviado ao Blog “O Grito do Bicho”
“O meio mais seguro de enviar um animal é por avião? Não pela Gollog (serviço de transporte da Gol). Paguei quase 700 reais para enviar meu cãozinho de 10 meses, desacompanhado, porque a empresa que eu iria não transportava animais com 9 kg. Receberam o dinheiro, lacraram a caixa, fotografaram e, a partir desse momento, a responsabilidade ficou por conta da Gollog.
O acontecido ocorreu dia 2 deste mês em Porto Alegre, quando eu combinei horários para chegarmos um próximo do outro, ele sairia de lá às 18h30. Acontece que até agora ele não chegou, nem cão e até a caixa.
Ainda em voo, eu recebi a notícia por telefone. Fui direto à Gollog de Vitória (ES), onde constataram que realmente o cão havia sumido.

Meu “pinpoo” foi criado como criança, não tem experiência nem resistência para ficar um dia ao relento.
Os dados do voo são:
O número do voo: 1287
Chegada em Vitória: 23h50
Nº do conhecimento: 2426084-3
Eu estava desesperada ao telefone e eles ironizando diante da minha dor. Por favor, repassem esta mensagem, pois ele poderá estar em qualquer estado.
Estou atualmente na casa da minha filha em Guarapari (ES), na Rua Cachoeiro de Itapemirim, bairro Ipiranga. Desde já obrigada.
Nair Flores
nairefe@hotmail.com

MILITÂNCIA EM AÇÃO CONTRA A GOL QUE SUMIU COM UM CÃO NO AEROPORTO DE POA/RS

Escrito por Sheila Moura do Blog “O Grito do Bicho”

É claro que não vamos ficar calados diante desta situação, tô certa? Vamos comunicar isto ao Presidente da Gol, Sr. Constantino Oliveira Jr, e exigir que o atendimento GOLLOG (serviço transporte de cargas) de Porto Alegre, dê conta do cãozinho que a Sra. Nair entregou mediante pagamento para transporta-lo em segurança.

A situação dramática que desde o dia 02 é enfrentada pela responsável do cãozinho e por todos nós que atuamos na defesa dos direitos dos animais, merece uma RESPOSTA IMEDIATA nem que seja para mostrar o cadáver do animal que possa ter morrido por algum acidente interno da própria empresa em Porto Alegre

Além de pedir a resposta imediata do Sr. Constantino, vamos notificar, também, a ANAC para que haja a devida punição da GOL referente a este imperdoável sumiço deum ser considerado da família da Sra Nair. Vamos fortalecer o BO deste caso, feito no 9° DP de Porto Alegre, que poderá usar nossa manifestação na abertura do Inquérito.

Evidentemente, o Superintendente da Infraero, Jorge Herdino, vai estar copiado.
Para completar, vamos mandar este manifesto para o concorrente da Gol, que é a TAM. Aliás, fiquei encantada porque em seu site tem uma comunicação direta com o presidente da empresa sem problemas. Gente, eu gastei a manhã inteira para saber onde a Gol tem suas bases já que no site não diz nada. Não foi mole!!!! gastei muito dinheiro de telefone, sabiam? mas, missão cumprida.

Claro que podem escrever com suas próprias palavras, mas, se quiserem a sugestão de texto, aí vai:
ctyuan@golnaweb.com.br
c/c – presidencia@anac.gov.br; poa-dp09@policiacivil.rs.gov.br; poafk@golnaweb.com.br; jherdina@infraero.gov.br; atendimento.fale@tam.com.br; falabicho@falabicho.org.br

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Fonte-Fotos: Blog “Grito do Bicho”

Fonte2: Estadão

 
 
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