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Arquivo da categoria: Manifestação

Drummond é despejado pela Secretária de Educação

 

Gato que mora na Biblioteca Pública de Copacabana, está sob risco de despejo. Frequentadores e funcionários protestam contra a saída do mascote.

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Secretária de Educação dá ultimato para gatinho xará do poeta deixar local após 4 anos: visitantes da sala reclamam.

Todos aqui sempre se relacionaram bem com ele. Ele não fica em cima de quem vem aqui. Damos vacinas e vermífugo ao Drummond. Nunca fez mal a ninguém”. lembra Natália Becacici, 32 anos.

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Fonte: Metro-RJ

Nota: Pelo visto a equipe da secretária de educação nunca leu as obras de Carlos Drummond de Andrade. E se leram nada aprenderam….

E não é só o gato Drummond que anda em apuros no Rio de Janeiro!.

Centenas de outros animais estão precisando da sua ajuda,

da sua manifestação.

SEPDA CLAUDIO MANI


 

AMIGOS DO RJ,

Manifestação dia 13 de junho, nesta quinta-feira, na porta da prefeitura, meio dia, Cidade Nova!!!!

Contra os maus tratos recebidos pelos nossos animais que estão na Fazenda Modelo, lugar que é administrado pela secretaria de proteção animal!!!! Gatos doentes, cães idosos e lugar sem nenhuma manutenção!!!! Fotos fortes em anexo!!!

Contra o sumiço de mais da metade de de 196 felinos que na época do carnaval foram transferidos para a Fazenda Modelo.

Contra o atual secretario Claudio Cavalcante que não recebe protetores, bate a porta na cara de voluntários de 20 anos de proteção, como aconteceu no dia 6 de junho com a senhora e protetora internacionalmente conhecida Ione de Oliveira Franco.

Contra o impedimento da entrada de protetores no gatil. Infelizmente os protetores que lutaram para que este gatil fosse construído para os gatos do Campo de Santana  hoje são impedidos de entrar com o alimento que sustenta estes pobres felinos, conseguido pela ajuda de amigos, os gatos também são impedidos de entrar pois os donos da casa estão na chuva sem alimento, jogados no Campo e a SEPDA não os recolhe. Para  esses gatinhos sem ração é um tiro de misericórdia!!!!!

Contra todas as atitudes arbitrárias e autoritárias da SEPDA, e o posicionamento desta secretaria sempre contra os animais, como esta acontecendo em toda cidade: Shopping Cita América, Maracanã….

VAMOS LUTAR POR ELES!!!POIS ELES NÃO FALAM MAS SENTEM!!!!!MAS NÓS FALAMOS POR ELES!!!!!!

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Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.

Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a “PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA”. A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.

A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.

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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.

Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.

O Desastre

Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.

Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.

A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.

O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada “inaceitável” pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu “Relatório P/ Eutanásia de Animais ” relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.

NO BRASIL

Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste

Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!

Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…

No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.

Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.

Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.

”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.

Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é – ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.

O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.

A Crueldade

Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço “aceitável”.

Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.

A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.

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Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.

E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.

Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.

Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:

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  • Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.

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  • Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.

 

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  • Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.

 

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  • Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.

 

Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.

De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.

Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.

Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…

Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???

Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas – ou melhor, erradas – qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?

ciaAs perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.

Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.

 

Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes.” Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais” dizem os Fazendeiros.

Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.

Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.

A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).

Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.

A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.

O que você deve fazer

Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros. 

Falsos Casacos – Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.

Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.

Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.

 

>Ajude a Parar os Testes em Animais no sábado

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Manifestação Antivivissecção – Contra a Experimentação Animal

Iniciada pelo grupo do Facebook Cadeia para quem Maltrata os Animais (http://www.facebook.com/Cadeia2010), vão acontecer nesse sábado dia 16 de abril.

Sua presença é FUNDAMENTAL, e a divulgação que você possa fazer também.

Compareçam, convidem seus amigos e nos ajudem a dar VOZ aos esquecidos nos laboratórios e faculdades, onde passam suas curtas e tristes vidas com medo, isolados, até o momento em que se decida simplesmente matá-los.

As manifestações ocorrerão em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília.

Objetivo: levar ao conhecimento do público a realidade da tortura e matança de animais nos laboratórios, instituições de pesquisa e faculdades de segunda linha, neste caso, particularmente no Brasil.

Belo Horizonte – Dia 16 de abril, Praça Sete, 10 horas

Brasília – Dia 16 de abril, em frente ao Ministério de Ciência e Tecnologia, 12:00hs

Curitiba – Dia 16 de abril, Rua XV de Novembro, 10:00hs

Rio de Janeiro – Dia 16 de abril, Lagoa Rodrigo de Freitas, 10 horas, Parque dos Cachorros

São Paulo – Dia 16 de abril, Vão do MASP, 10:00

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“Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos.A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.” (Dr.Louis J. Camuti)

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