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Arquivo da categoria: São Paulo

Abandona animal e agora ofende internautas

Marcia Regina dos Santos, a mulher que abandonou a cachorra Pretinha em  avenida de São Paulo, disse em entrevista ao Balanço Geral da Rede Record:
— Eu não tenho nada o que dizer. Esse povo que não tem nada para fazer, deveria se preocupar com crianças abandonadas, drogadas. Esse povo que está enchendo o meu saco, cuidando da minha vida, porque não fazem manifestação a favor de pessoas necessitadas. Eu quero falar para esse povo que está em twitter e facebook que errei e estou aqui para assumir o meu erro, mas ao invés de ficarem me ofendendo vão cuidar de coisas mais importantes.

E minha resposta a sua covardia pelo abandono e por dizer isso escondendo seu rosto é,

– QUEM ABANDONA UM ANIMAL É UMA AMEAÇA A TODA A SOCIEDADE!

SE ABANDONO DE ANIMAIS DESSE CADEIA,

MUITAS CRIANÇAS PODERIAM TER SIDO SALVAS!

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Esse casal hoje suspeito de assassinato, também abandonou nas ruas uma cachorra um mês após terem adotado o animal. A postagem é Casal suspeito de assassinato, abandonou filhote nas ruas um mês após adoção.

Leia Também:

Maus Tratos aos Animais e Violência Contra as Pessoas

 

Fonte: R7/Mural Animal

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MULHER QUE ABANDONOU CÃO EM AVENIDA DEPÕE NA DELEGACIA

(Com vídeo onde mulher conta detalhes do abandono) – Levada dentro da viatura, mostrou aos policiais a rua onde diz ter largado o animal, muito antes de ter sido filmada.

Em entrevista ao “Brasil Urgente da Band”, o Delegado disse que o cão abandonado na avenida na verdade é uma fêmea, que atende pelo nome de Pretinha, é tipo poodle com o pelo duro, inclusive na mesma entrevista (vídeo ainda não disponibilizado no site da Band), MRS disse que uma vez havia levado a Pretinha para ser tosada em um pet-shop.

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Intimada a prestar depoimento, a dona de um cachorro que foi abandonado em uma avenida movimentada de São Paulo se apresentou nesta quinta-feira à Delegacia do Meio Ambiente, na zona sul  da capital paulista.

Ela foi chamada para explicar os motivos que fizeram a secretária abandonar o animal. A mulher alegou à polícia que adotou “Pretinha” há dois meses. Mas, quando ela ficou agressiva com visitas, ela decidiu expulsar a cadela de casa.

Márcia vai ser responsabilizada pelo crime de maus tratos de animais. Se condenada, a lei prevê de três meses a um ano de detenção, mas a punição deve ser transformada em penas alternativas.

Arrependida, a secretária contou que, desde que o vídeo foi parar na internet, a vida dela virou um inferno. A atitude lhe custou o emprego, críticas dos amigos e a repentina mudança de casa e até de bairro.

Nesta quinta-feira, a polícia também ouviu Jefferson, o auxiliar administrativo que flagrou o abandono. Solidário ao sofrimento de “Pretinha”, Jefferson disse que também foi hostilizado por internautas pelo fato de não acolher a cadela dentro do carro.

Fonte: Notícias BandMural Animal

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Polícia encontra mulher que abandonou cachorrinha em Avenida de São Paulo

Policiais da Delegacia do Meio-Ambiente foram hoje percorrer o mesmo trajeto gravado no vídeo-denúncia.

Pretinha, a cadelinha abandonada correu 4 Km, atrás de sua algoz que disse estar acompanhada de sua sobrinha durante o crime.

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O motorista que filmou disse na delegacia, ter voltado ao local busca do animal, após deixar em casa o filho recém-nascido que havia acabado de sair da maternidade.

Pretinha até agora não foi encontrada, pistas sobre o que pode estar se sucedendo a cachorrinha podem ser vistas nesse vídeo.

Vídeo-reportagem do Brasil Urgente com as revelações descritas nessa postagem.

Marcia Regina S., disse aos policiais que está arrependida de ter jogado pretinha na avenida (ela além de perder o emprego está sendo hostilizada por vizinhos e conhecidos).

Intimada a prestar depoimento, a dona de um cachorro que foi abandonado em uma avenida movimentada de São Paulo se apresentou nesta quinta-feira à Delegacia do Meio Ambiente, na zona sul da capital paulista. Ela foi chamada para explicar os motivos que fizeram a secretária abandonar o animal. A mulher alegou à polícia que adotou o animal há dois meses, mas quando ela ficou agressiva com visitas, decidiu expulsar a cadela de casa. A mulher vai ser responsabilizada pelo crime de maus tratos de animais e se condenada, a lei prevê de três meses a um ano de detenção, mas a punição deve ser transformada em penas alternativas. Arrependida, a secretária contou que depois que o vídeo foi parar na internet a atitude lhe custou o emprego, críticas dos amigos e a repentina mudança de casa e até de bairro.

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Caso Cão Abandonado por Carro em Avenida de São Paulo

Motoqueiro tentou ajudar o cachorro que foi abandonado por carro em uma movimentada avenida.

As cenas de desespero do pobre cãozinho implorando para se juntar a seu algoz que o abandonou, correndo em volta do celta prata, pulando ao lado das portas e até tentando entrar pelo vidro, nos comovem de tal forma, que deixa passar despercebido a solidariedade do motoqueiro com a situação e a aflição no animal.

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Olhando atentamente os primeiros segundos do vídeo é possível ver que o motoqueiro além de dialogar com o autor do abandono, desce da moto e tenta chamar a atenção do cão, que sua aflição não entende que o motoqueiro quer ajudá-lo. O rapaz da moto, percebe que está sendo filmado pelo carro atrás e olha em seu redor, como que pedindo ajuda para resgatar o cão, pois ele não teria como levar o cachorro na garupa da moto.

Seu olhar é em vão, nenhum motorista desce do carro para auxilia-lo a tirar o animal da avenida, onde certamente seria atropelado e acabaria morrendo, e volta a subir na moto e acompanhar o cachorro que continua correndo em desespero atrás do carro que o abandonou.

Um frentista que diz ter visto um cachorro ser abandonado no meio da rua, em São Paulo, prestou queixa nesta terça-feira. Agora, um inquérito foi aberto e a polícia vai intimar a dona do carro de onde o cão teria sido jogado.

Fonte: Mural Animal

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Pistas sobre o Cão abandonado por carro em São Paulo
Vídeo flagra filhotes sendo abandonados por carro no Paraná

 

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ARCEBISPO NÃO RECONHECE DIGNIDADE DOS ANIMAIS?

A pessoa que compra o espaço pode usá-lo como quiser. Se quiser enterrar um cachorro ali, qual é o problema? A liberação é uma demanda da sociedade e um direito do cidadão, que paga para adquirir e manter um túmulo.

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A proposta, dos vereadores Roberto Tripoli (PV) e Antonio Goulart (PSD), visa a permitir o enterro dos bichos ao lado de seus donos.Os parlamentares alegam que os proprietários dos animais os consideram membros da família.

“Quando um deles vem a falecer, além do extremo sofrimento da perda, as pessoas em geral se desesperam sem saber para onde destinar o cadáver”, diz a proposta da lei.

Mas o arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, foi até Prefeitura com uma missão: impedir a aprovação do projeto de lei que libera o sepultamento de animais domésticos, como cães e gatos, em jazigos comuns dos cemitérios municipais.

Ao prefeito Fernando Haddad (PT), d. Odilo argumentou que a presença de jazigos de animais entre túmulos comuns poderia provocar um processo de depreciação da dignidade humana ou reconhecer aos animais uma dignidade igual à dos humanos, o que seria inaceitável. Informal, a conversa sobre animal ter ou não alma não obteve um desfecho.

Apesar de aprovado em primeira discussão na Câmara Municipal, ainda não há data para nova votação do tema na Casa. Os autores da proposta aguardam uma manifestação de Haddad, o que ainda não ocorreu. A intenção é evitar o desgaste de um possível veto do prefeito a uma lei sugerida e aprovada por vereadores da base aliada.

O vereador ressalta ainda que os poucos cemitérios e crematórios particulares destinados a bichos domésticos na cidade cobram altíssimas taxas, praticamente inviabilizando o uso pela maioria da população.

 

ONGs DE ANIMAIS NÃO RECEBEM VERBA NENHUMA DO GOVERNO

A sigla ONG que significa organização não governamental, é interpretada por muitas pessoas, como se fosse mantida pelo governo, mas isso não é verdade, as ONGs que cuidam de animais abandonados ou resgatados não receberem nenhum apoio das autoridades.

O Arcebispo

A organização não governamental Centro de Atendimento ao Trabalhador (CEAT), que está sendo alvo de investigação pela Polícia Federal, por desvio de R$ 47,5 milhões, em contratos com o Ministério do Trabalho e Emprego, tem como presidente do seu conselho consultivo Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo.

Oito pessoas foram presas, por envolvimento no caso; entre elas, o padre Lício de Araújo Vale, muito ligado a Dom Scherer

A operação da PF, denominada Pronto-Emprego, teve início em janeiro deste ano e constatou o desvio dos recursos e lavagem de dinheiro desde a concessão de verbas no ministério. Além disso, foi comprovado o direcionamento das contratações, a inexecução de contratos, doações fictícias e simulações de prestações de serviço. Sete integrantes da ONG e um assessor do Ministério do Trabalho foram presos e responderão por quatro crimes: corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato, cuja soma das penas pode chegar a 37 anos

A verba obtida com os convênios e aditivos foi repassada ao Ceat e deveria ser investida em centros públicos de emprego e a qualificação de trabalhadores. Porém, foi desviada com a ajuda de empresas de fachada administradas pelos próprios dirigentes da ONG. Parte do dinheiro foi usado para a importação de produtos da China e venda em nas rua 25 de Março e Santa Ifigênia, centros de compras da capital, disse o delegado da PF Alberto Ferreira Neto.

 

Tosadora Sidália, também maltrata animais em SP

Uma nova denúncia de maus tratos a animais,  está circulando nas redes sociais.

Infelizmente o denunciante além de não se identificar, também não identifica o local, e nem a época que o vídeo que mostra a tosadora de nome “Sidália ou Sildalva”, dando socos e sufocando o animal que aparenta ser da raça Schnauzer.

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No vídeo é possível ver que em outra mesa a um outro animal também sendo manipulado por outra pessoa, que comprova que todos eram coniventes com o que ocorria neste petshop localizado no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo.

Após a circulação do vídeo, o local foi reconhecido por alguns e algumas pessoas postaram comentários dando nome, endereço e telefone do suposto petshop onde os maus tratos ocorreram, e as atuais informações são de que o vídeo é antigo do ano de 2009, os atuais proprietários hoje são outros.

PS: FISCALIZEM TODOS AQUELES QUE TEM CONTATO COM O SEU ANIMAL (do dono da loja, ao tosador, ao veterinário)

Por estes e outros motivos fiz download do vídeo e o coloquei no canal do Mural Animal.

 

O vídeo chegou até o programa da Ana Maria Braga

 

Pet shop dos horrores

O vídeo que mostra cães sendo espancados em uma pet shop no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio, não revoltou apenas os brasileiros.

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As imagens se espalharam pela internet, e viraram notícia nos jornais britânicos “The Sun” e “Daily Mail”, que reproduzem as imagens, exibidas pelo RJ-TV da TV Globo na quinta-feira. O “Daily Mail” chama o caso de “pet shop dos horrores”.

Os sites dos jornais classificaram como tortura os atos do filho da dona da pet shop, identificado como Daniel, de 20 anos. Era ele quem dava o banho nos animais. Em uma das cenas, ele dá socos e bate a cabeça de um animal contra a parede. Os sites dos jornais afirmam que as agressões seriam ainda mais graves porque os animais apanhavam durante o banho, quando não teriam como fugir. As imagens foram feitas há cinco meses, por um ex-funcionário.

Pouco depois da divulgação do vídeo, cerca de 50 pessoas cercaram o estabelecimento. Uma funcionária fechou a pet shop às pressas, enquanto os donos dos cachorros chutavam as portas. Os jornais britânicos destacaram que as pessoas só foram contidas com a chegada da polícia ao local.

IMAGENS DE FILHO DE DONA DE PET SHOP AGREDINDO CÃES REVOLTAM E VIRAM CASO DE POLÍCIA

Rio –  O deputado Dionísio Lins (PP) apresentou nesta quinta-feira projeto de lei que determina que as pet shops tenham veterinário e vidros nos locais de banho e tosa, além de multa de 50 a 1.000 Ufirs para quem não cumprir.

As imagens de cachorros indefesos levando socos e garrafadas, sendo jogados contra a parede e amordaçados, enquanto tomavam banho na pet shop Quattro Patas, no Engenho de Dentro, chocaram ontem os donos dos animais e moradores do Rio.

Revoltados com as cenas das agressões, exibidas pelo “RJTV”, da Rede Globo, vizinhos ao estabelecimento se concentraram na porta da loja à tarde, e alguns ameaçaram depredar o lugar.

Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Princesa, a cadela de André, também demonstrava medo ao entrar na pet shop: ‘Ela se encolhia toda’, diz | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Policiais do 3º BPM (Méier) foram chamados, e a pet shop teve que ser fechada. Daniel, 20 anos, o rapaz que aparece nas imagens agredindo dois cães, foi identificado pela mãe, Solange Barroso, que é dona da loja. Ela alegou que não sabia das agressões, embora apareça no vídeo.
Os donos dos cães relataram que os animais voltavam da pet shop tristes, depressivos, e alguns tinham resistência em entrar na loja.
“O Daniel buscava o Oliver para tomar banho às quartas-feiras. Quando ele entrava no carro, fazia xixi. Voltava deprimido e dormia o dia todo”, contou a empresária Roberta Fontes, 25 anos, dona de Oliver, um Chow Chow de 9 anos. “Chorei vendo as imagens”, acrescentou ela, que quer processar a dona.
A estudante Silvia Lopes, 12 anos, achava que a agitação de seu poodle ao chegar à pet shop era porque o cão não gostava de banho.
“Não tínhamos como desconfiar, nunca chegou machucado”, afirmou. Princesa, a cadela de André Guimarães, 31, também tinha medo de entrar na loja. “Ela se encolhia toda”.

Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Roberta conta que, de medo, Oliver fazia xixi quando ia para o banho | Foto: Fernando Souza / Agência O Dia

Alvará da  pet shop é suspenso
A prefeitura suspendeu o alvará da Quattro Patas, no Engenho de Dentro, e o caso está na 26ª DP (Todos os Santos). Solange e o filho podem responder por crime ambiental. O assunto foi discutido nas redes sociais: muitos pediam a condenação do agressor.

Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia

Moradores se revoltaram contra maus tratos e cercaram fachada de pet shop | Foto: Alessandro

A professora Ana Paula Siqueira Santos estava aos prantos. Ela é dona da primeira cadela que aparece nas imagens, um vira-lata, chamada Pink. “Nunca desconfiei, a dona é um amor, foi ela que me deu a cachorra”, contou ela, chorando. “Eu vou acionar eles judicialmente”, completou.

As imagens foram feitas há cinco meses. A testemunha, que não foi identificada e gravou o vídeo, ficou indignada com as agressões. De acordo com ela, os maus-tratos eram constantes e os animais chegavam a gritar de dor. Alguns até saíam machucados e traumatizados com as pancadas.

A técnica de enfermagem Isis Álvaro Duarte é dona do yorkshire que também aparece levando socos no vídeo. Ela se disse chocada e revoltada. “A dona parecia muito boazinha com todo mundo, dava brinquedos para os cachorros. O filho dela eu conheço desde a época da escola, nunca imaginei”, disse ela, com o cão Oliver, de 4 anos, no colo.
De acordo com o veterinário da Secretaria de Proteção aos Animais Alceu Cardoso, a Prefeitura vai publicar nesta quinta-feira (19) a suspensão temporária do alvará de funcionamento da clínica.

Para muitos, foi uma surpresa. “Já dei banho no meu gato, não vi nenhum problema, mas ele chegou quietinho. Achei que não era nada, fiquei impressionada”, disse Ângela Peçanha, moradora do bairro.
“Eu trazia sempre meu cão, ele voltava tristinho mas foi uma surpresa, nunca desconfiei”, a estudante Elaine Borges, dona de um shitzu de 5 anos. Ela afirmou que vai depor na polícia.
A dona de casa Fabiane Caldeiras disse que o cachorro da irmã voltou machucado da pet shop mais de uma vez. “Ele voltava sem querer comer, sem brincar. Eles alegavam que ele ficava agressivo na pet, mas é mentira”, desabafou. Ela também disse que pretende ir à polícia.

Tumulto
No início da tarde, agentes do 3º BPM (Méier) foram acionados para uma confusão na porta da pet. Segundo a Polícia Militar, donos de animais também atendidos queriam linchar a proprietária do estabelecimento.

Surpresa
Procurada pela equipe do RJTV, a dona do estabelecimento, Solange Barroso, ficou surpresa com as denúncias. Ela disse que nunca recebeu reclamações de maus-tratos.

Solange reconheceu o agressor dos animais como o próprio filho — Daniel, de 20 anos. No entanto, mesmo aparecendo nas imagens, ela negou que soubesse das agressões. Na falta de funcionários, ele chegou a trabalhar na loja alguns meses atrás. Atualmente, tem a função de levar e buscar os cachorros em casa.

“Isso não era do meu conhecimento. São coisas que acontecem no momento e que não dar você controlar. É so isso que posso dizer. Pedir mil desculpas porque realmente, eu não tenho nem o que dizer”, contou Solange.

Sequência de socos
As agressões também aconteceram com cachorros pequenos e tranquilos. As cenas mais chocantes, no entanto, são com um cachorro da raça labrador. O animal, mesmo dominado, recebe uma sequência de socos na cabeça. Ele apanha praticamente durante todo o banho, que dura 15 minutos.

Pelas imagens, é possível observar que o funcionário usa uma garrafa de plástico para agredir o cachorro. Em seguida ele pega outro frasco de xampu para bater no animal. As agressões não param. O cachorro não reage, está aparentemente calmo, mas continua recebendo socos

Como denunciar
Quem quiser denunciar os maus tratos, pode tomar três atitudes: procurar a delegacia mais próxima ou Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade, além de poder ligar para o número 1746. Após a denúncia, agentes da Secretaria especial de Defesa dos Animais vão até o local para fazer uma vistoria. Caso a denúncia seja comprovada, o dono da loja pode ser notificado e o pet shop tem um prazo para se adequar. No entanto, se o erro persistir, o alvará de funcionamento do estabelecimento pode ser suspens

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Caso da matadora de animais/SP e seus comparsas

Mulher detida suspeita de matar cães e gatos em SP é solta, e não agia sozinha.
Nota do Blog: O flagrante na madrugada dessa sexta-feira 13, não terminará com essa matança cruel de animais, com a precária legislação existente de maus-tratos aos animais.

=> A desconfiança original (ainda não descartada), era de que essa Dalva e seus comparsas;

– Vendiam a carne dos animais para restaurantes,

– Vendiam a pele dos animais até para fora do país, para confecção de roupas, brinquedos.

– Vendiam o sangue dos animais para clinicas veterinárias e ritos satânicos.

Portanto se a mesma não for acusada de “Estelionato”, e ter o seu sigilo telefônico e bancário quebrados, não conseguiremos saber ‘quem realmente pagava para que os animais fossem mortos’, e quem se beneficiava financeiramente dessa crueldade.

Dalva recebia e às vezes cobrava dinheiro para supostamente vacinar/castrar os animais que matava. Prova disso é que em alguns gatos mortos encontrados no saco de lixo estavam com a barriguinha raspada, sinal de que foram castrados recentemente. Os corpos descartados eram todos de animais de pequeno porte, a maioria filhotes que somente tinham o sangue retirado. Já os animais de médio e grande porte recai a suspeita de além da venda do sangue, também o comércio das peles e da carne de cães e gatos.

A matadora de animais Dalva Lina da Silva, é só uma integrante dessa quadrilha, que precisa ser desmembrada, e que precisa ser devidamente investigada, por conter indícios de que médicos veterinários estariam cientes dessa crueldade, já que compravam o sangue desses animais, para depois cobrarem exorbitantes somas de tutores os quais os animais necessitassem de transfusão de sangue.

Os animais mortos encontrados no saco de lixo, além de passarem pela perícia, para determinar a causa da morte, também vão oferecer pistas da procedência desses animais, caso estejam microchipados, que é o que ocorre quando são castrados em mutirões da prefeitura de São Paulo.

O vereador Tripoli em entrevista ao portal Terra disse; “Você não faz um ritual religioso com 30 animais, pois o volume é muito grande e não há necessidade. Sem sombra de dúvidas pode haver um comércio paralelo para o sangue dos bichos, pois uma bolsa, segundo as ONGs que trabalham conosco, custa até R$ 300. Elas seriam vendidas para veterinários, clínicas e hospitais, para depois serem usadas em transfusões e outros fins. O inquérito policial deve confirmar”, afirmou Tripoli.(click para ler na íntegra)

Por volta das 1h30, da madrugada, Juliana Bussab e Susan Yamamoto da ONG “Adote um gatinho”, foram até o local para tentar retirar os 11 gatos que ainda estavam vivos dentro da residência da matadora, o que não foi permitido e ocorrerá somente hoje com uma liminar de um Juiz, na qual a ONG ficará como fiel depositária dos animais.

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Uma mulher identificada como Dalva Lima da Silva, de 43 anos, foi presa, no final da noite de ontem, na rua Mantiqueira, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Denúncia – Organizações não-governamentais (ONGs) protetoras dos animais, há 20 dias, contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos.

Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

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Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Vídeo do R7, com o flagrante dos animais mortos.

Por volta das 23h, o detetive testemunhou Dalva deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital. Na casa de Dalva, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de ela matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Segundo a Polícia Civil, a mulher foi liberada porque o caso é considerado de menor potencial ofensivo. À polícia, Dalva Lima da Silva, de 42 anos, assumiu a responsabilidade por apenas cinco animais – ela afirmou os recebeu doentes e tentou tratá-los. Como não obteve sucesso, aplicou anestésico para que eles morressem sem dor.

Durante a madrugada, a polícia informou que foram encontrados os corpos de 33 animais na calçada de uma casa da Rua Mantiqueira, 168 Vila Mariana fone : 8223-9694, na Zona Sul de São Paulo.

E, numa nova contagem, verificou-se que eram 39 cadáveres – quatro cachorros e 35 gatos. Segundo ainda a polícia, Dalva não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.

Na delegacia, a mulher afirmou que há 13 anos resolveu, por conta própria, cuidar de animais de rua. Ela também disse que um abrigo de Diadema, no ABC, encaminhava animais doentes para que ela cuidasse.

“Ela disse que tentava conduzir os animais para ONGs, e era negado”, disse o delegado Wilson Correia Silva, da divisão de crimes contra o meio ambiente. “Ela admitiu que levou cinco animais a óbito, que segundo ela não estavam respondendo ao tratamento. Ela decidiu sacrificá-los, a aplicava anestésico. Os demais ela disse não saber como morreram, afirmou que não estavam sob seu cuidado.”

O delegado informou que será instaurado um inquérito para investigar o caso e que irá requisitar as imagens que o investigador particular afirmou ter das ações da suspeita. Os protetores de animais que contrataram o detetive também serão ouvidos.

Recolhimento de animais
A polícia determinou que os gatos que foram encontrados dentro da casa ainda vivos fossem recolhidos pela ONG “Adote um gatinho” – entretanto, o advogado da instituição afirmou que nesta manhã a casa estava fechada e não foi possível recolher os animais. “A PM preservou o local a noite inteira e há indícios de que haja alguém dentro, mas ninguém atende”, afirmou. O delegado Silva informou que deslocará uma equipe ao local para tentar resolver o problema.

O advogado da suspeita, Martim Lopes Martinez, confirmou a versão dada por ela à polícia. “Segundo ela, ela recebe cães e gatos doentes, de rua, e tenta tratá-los. Os que não conseguem sobreviver ela dá uma anestesia para que eles não sofram. Ela disse que ligava para várias instituições pedindo ajuda, mas isso era sempre negado”, afirmou o defensor. De acordo com ele, Dalva é viúva vive na casa com as filhas de 22 e 5 anos, e não trabalha – ela vive de uma pensão deixada pelo marido.

Por volta das 10h30, o G1 voltou a procurar Martinez para comentar a tentativa da polícia de retirar os gatos que ainda estão na casa de Dalva. O advogado, porém, não atendeu as ligações.

Para assistir ao vídeo do G1, click aqui

Por volta do meio-dia, oito gatos e um cachorro foram retirados da casa de Dalva Lina da Silva pela Polícia Civil , porque a mesma não atendeu a porta quando a ONG Adote um Gatinho chegou com a liminar para retirar os animais, que novamente tiveram que acionar a polícia.

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Investigações

Vizinhos da suspeita e o investigador contratado pelos protetores relataram que os animais apenas chegavam à casa, e não deixavam o imóvel – o que causava desconfiança. Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como a suspeita alega.

Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos eram filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Os corpos serão encaminhados necrópsia. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.

Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

 

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Fontes: Mural Animal, Agência Estado, Folha.com, R7, G1.