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Touradas são Suspensas em Madri

“Todos os toureiros foram mortos e os touros foram viver em um santuário”. Sonho com o dia em vou poder publicar essa linha aqui no blog Mural Animal, ando lendo muitas críticas de gente que diz que blog escreve o que quer, e que portanto não lê blog. Fazer o que né! Tem tanta gente desequilibrada, especifista, cruel e preconceituosa nesse mundo, que isso não devia ser novidade para mim…mas vamos levando…

Touradas são Suspensas em Madri

Nem quero imaginar quantos animais foram mortos nesses 68 anos, de touradas em San Isidro, e nesse tempo somente foram suspensas duas corridas por ataques contra os toureiros, ambas em 1979, com dois dias de diferença”, explicou a praça de Las Ventas em um comunicado.

Depois que um touro foi morto e três toureiros foram feridos, a barbárie que ocorre durante os festejos da feira de San Isidro foram suspensos novamente.

O primeiro toureiro, David Mora, recebeu duas chifradas, uma delas “com uma trajetória ascendente de 30 cm que produziu arrancamento da veia femoral e colaterais, com danos no músculo quadríceps”, declarou o jornal El País.

Depois de sair para matar este primeiro touro, o toureiro seguinte, Antonio Nazaré, também ficou ferido, de forma menos grave, ao enfrentar o segundo touro.

Depois de sofrer um “trauma no joelho direito com provável lesão de ligamentos”, os médicos emitiram um diagnóstico de “prognóstico reservado que o impede de continuar com a luta”, explicou o comunicado de Las Ventas.

Então o terceiro toureiro, Saúl Jiménez Fortes, entrou na arena para lidar com o segundo touro. O toureiro recebeu duas chifradas, mas conseguiu matar o animal antes de se dirigir à enfermaria, onde os médicos confirmaram dois ferimentos de 10 cm na coxa direita. Os médicos estabeleceram um diagnóstico “menos grave, que o impede de continuar com a luta”.

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Publicado por em 05/22/2014 em Animais, Crueldade, tortura

 

Tortura e Morte Animais Campinas/SP

 

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Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.

Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a “PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA”. A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.

A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.

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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.

Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.

O Desastre

Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.

Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.

A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.

O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada “inaceitável” pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu “Relatório P/ Eutanásia de Animais ” relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.

NO BRASIL

Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste

Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!

Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…

No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.

Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.

Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.

”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.

Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é – ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.

O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.

A Crueldade

Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço “aceitável”.

Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.

A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.

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Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.

E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.

Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.

Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:

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  • Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.

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  • Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.

 

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  • Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.

 

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  • Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.

 

Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.

De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.

Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.

Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…

Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???

Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas – ou melhor, erradas – qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?

ciaAs perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.

Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.

 

Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes.” Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais” dizem os Fazendeiros.

Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.

Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.

A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).

Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.

A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.

O que você deve fazer

Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros. 

Falsos Casacos – Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.

Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.

Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.

 

>Por um novo CCZ na cidade de São Paulo

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Antes de qualquer coisa, quero descrever a cidade de São Paulo, com os dados pertinentes a ela;

São Paulo é hoje a maior cidade da América Latina e a 2ª em população (após a Cidade do México), sendo considerada uma das cinco maiores áreas metropolitanas de todo o mundo.

É o maior mercado consumidor e produtor do país e capital de um dos mais desenvolvidos estados de todo o mundo. Sua influência econômica e financeira atinge todo o país e causa atração de empresas nacionais e internacionais. Possui a mais movimentada bolsa de valores da América Latina e terceira do mundo, os dois aeroportos mais movimentados do continente (Guarulhos e Congonhas), a maior população, o maior centro financeiro, a maior rede de metrô do país, o maior número de veículos, telefones, rádios, emissoras de televisão, hotéis, além de sediar importantes feiras e congressos nacionais e internacionais.

Na verdade é a “mola propulsora” do Brasil, no entanto no que tange à área do Centro de Controle de Zoonoses, nada mudou em 37 anos de sua existência.

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O CCZ/SP foi construído em 1973, e lá permanece sem grandes alterações e ou quaisquer investimentos e reformas em sua física e arquitetônica.

Não sou engenheira, então não posso nem sequer mencionar a área que ocupa em metros quadrados, mas posto aqui uma imagem retirada do google maps para que tenham noção do pequeno tamanho do mesmo, que inclusive nem chega a ocupar um quarteirão inteiro, e pelo que consta em artigos possui apenas 400 vagas

Por falta de investimentos, ampliações e reformas, os cães e gatos são obrigados a “sobreviver” em condições precárias, as mesmas condições que enquadrariam qualquer cidadão em uma situação de condição de criação – maus-tratos, em conformidade com o que consta no site da prefeitura de São Paulo.

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2007- 2008 O antes e o depois da Eutanásia de Animais pelo CCZ

Antes da  Lei nº 12.916, de 16 de abril de 2008 de São Paulo, de autoria do Deputado Estadual Feliciano Filho, e sancionado pelo então governador de São Paulo José Serra, os cães e gatos apreendidos pela “carrocinha” eram eutanásiados após 3 dias de sua captura.

Conforme dados do Instituto Pasteur, e do Censo 2010, a cidade de São Paulo possui hoje 11.244.369 habitantes, sendo assim o CCZ/SP deveria estar recolhendo 1.236 animais AO DIA das ruas de São Paulo, alguém sabe qual é o número de animais que eles recolhem atualmente, pois eu garanto que não passa de dois dígitos.

http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/informacoes/manuais/manual_2/manual_14.htm

Em 2010

Em 31/03/10, o site Observatório ECO, publicou

Câmara discute a volta da eutanásia para cães paulistanos

Por falta de espaço adequado e alimentação, o Centro de Controle de Zoonose de São Paulo, ligado a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), não está recolhendo os cães abandonados pelas ruas de São Paulo. A informação é da assessora da presidência do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SP) Tatiana Ferraz e Silva Pelucio e foi dada aos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para Averiguar e Apurar Eventual Deficiência no Desempenho da Covisa, reunidos, nesta terça-feira (30/03), no Plenário da Câmara Municipal.

De acordo com a representante do conselho, a existência de grande quantidade de animais soltos pelas ruas coloca em risco a saúde da população, principalmente pelos cães contaminados pela leishmaniose viceral, além de outras doenças transmitidas do animal para o homem e que podem ser fatal.

Tatiana esclareceu que com a nova legislação que proíbe a eutanásia de animais houve uma superlotação de animais nos depósitos do Centro de Controle de Zoonose (CCZ). “As informações que chegam ao conselho é que, além da falta de espaço, não há alimentos em quantidade suficiente, o que está provocando sofrimento aos animais”.

Ela entende que “o recolhimento desses animais deve continuar, mas é necessário que haja um local para deixá-los ou realizar um programa de adoção ou retornar a eutanásia, pois deixá-los na rua é muito perigoso”.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária esclarece que não é a favor da eutanásia de animais saudáveis. Destaca que é contra a Lei que proibiu a eutanásia, tendo em vista que a lei entrou em vigor sem que houvesse um planejamento dos municípios do Estado de São Paulo, o que está levando a um grande acúmulo de animais nos centros de zoonoses, fazendo com que eles vivam aglomerados, totalmente sem espaço adequado, sem contar a falta de alimento para os animais

Mesmo com as explicações, o vereador Aurélio Miguel (PR), presidente da CPI, se mostrou contrário a eutanásia. “É um absurdo sacrificar animais saudáveis para acomodar melhor os cães. O Poder Público tem o dever de arrumar um local adequado para abrigar os animais”, disse.

O vereador Jamil Murad (PCdoB) também não gostou do que ouviu a respeito do CCZ. “Acho muito grave. O Conselho de Veterinária mostrou que o Poder Público precisa tomar providência para resguardar a saúde da população, pois os cães ficam vagando pelas ruas porque não há locais para abrigá-los”.

Na opinião do parlamentar, se a legislação proíbe a eutanásia, o Poder Público deveria tomar providência para conseguir locais mais amplos para colocar os cães.

Veterinária não é prioridade para Covisa

Após prestar esclarecimentos à CPI, Tatiana afirmou que “um dos maiores problemas é que a veterinária não uma prioridade para a Covisa. O ideal seria que houvesse um setor dentro da Covisa que fosse mais específico para essa área de veterinária, para inspeção e fiscalização de estabelecimentos veterinários, como também criar um Serviço de Inspeção Municipal de carne, leite e de produção de alimentos de origem animal”.

Aurélio Miguel também lamentou a falta de fiscalização municipal na produção e comercialização de alimentos de origem animal.

Simone Lisot, superintendente geral do Conselho de Farmácia do Estado de São Paulo, também se queixou da dificuldade de acesso às informações com a Covisa. “Por diversas vezes convidamos a Covisa para participar, como parceira, de fiscalizações, mas seus técnicos não comparecem, nem nos cursos de capacitação dos nossos técnicos”, declarou.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Aurélio Miguel (PR), José Police Neto (PSDB), Jamil Murad (PCdoB), José Ferreira Zelão (PT), Paulo Frange (PTB), Milton Ferreira (PPS) e Sandra Tadeu (DEM). Com informações da CMSP.

Fonte: http://www.observatorioeco.com.br/camara-discute-a-volta-da-eutanasia-para-caes-paulistanos/

 

Em 15/05/2010, o Jornal Agora publicou a seguinte reportagem

Canil lotado para o serviço de carrocinha em SP

por William Cardoso

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) da capital tem mais de 56 mil pedidos de remoção em aberto, segundo funcionários do órgão ouvidos pela reportagem, por não contar com espaço suficiente para abrigar os animais. Histórias de ataques e sujeira se acumulam nas ruas.

  • ‘Remoção é seletiva’, afirma o CCZ
  • Segundo o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), a capital tem, desde novembro de 2009, a lei que diz que “o recolhimento [de animais] será seletivo e efetuado nos casos de agressão, invasão comprovada a instituições públicas ou locais em situação de risco, bem como nos casos de animais em estado de sofrimento”.

O problema se agravou a partir de abril de 2008, quando uma lei estadual determinou o fim da execução de animais sadios. Hoje, as 400 vagas do canil municipal, na zona norte, estão completamente preenchidas e, por esse motivo, a carrocinha não sai mais às ruas para recolher os animais. A construção de quatro novas unidades, previstas no plano plurianual de 2005 a 2009, não entrou no Orçamento deste ano.

Fonte: http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u735580.shtml

 

Em 18/11/10 a Agência ANDA publicou em seu site

Audiência pública discute a situação dos animais abandonados na cidade de SP

O secretário da Saúde do Município,.. ao ser questionado por protetores de animais e pelo vereador Roberto Trípoli (PV), por que o Centro de Controle de Zoonoses gastou pouco e aparentemente fez pouco também, com um orçamento de mais de R$ 14 milhões em 2010.  O questionamento foi feito durante a audiência pública promovida na Câmara Municipal pela Comissão de Finanças e Orçamento, para debater o orçamento da Saúde para 2011.

O vereador Trípoli, presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, e vereador temático da área ambiental, também questionou o secretário sobre a situação do controle animal na cidade e as promessas nunca cumpridas pela Coordenação de Vigilância em Saúde e pelo CCZ.. Até conseguir a fiscalização da venda ilegal de cães e gatos em ruas está complicado”, disse o vereador lembrando do lançamento do Probem, realizado pelo prefeito Kassab em meados de 2009.

Fonte: http://www.anda.jor.br/2010/11/18/audiencia-publica-discute-a-situacao-dos-animais-abandonados-na-cidade-de-sp/

 

Pelos 37 anos já decorridos da existência desse mausoléu intitulado CCZ/SP que acreditem diz ser  credenciado pelo Ministério da Saúde como “Centro de Referência Nacional para Zoonoses Urbanas” e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “Centro Colaborador para Treinamento e Pesquisa em Zoonoses Urbanas”, e pelas três notícias que postei acima, não seria óbvio que mudanças estruturais, físicas e mentais são necessárias para garantirmos não só aos animais que vagam pela cidade de são Paulo, a não subtração de seus direitos, já que;

Considerando que o inc. VII, § 1º do art. 225 da Constituição Federal, dispõe incumbir ao Poder Público: “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”

Considerando que, desde 1934, os animais são considerados tutelados do Estado, dispondo o § 3º do art. 2º do Decreto nº 24.645/34 que “os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das sociedades protetoras de animais.”.

Estaremos ainda incorrendo no risco iminente de a qualquer momento surgir uma “legislação”, que permita a eutanásia de animais devido a superpopulação destes.

Protetores, Defensores, donas de casa, pessoas do bem e conscientes dos sofrimentos animais que vagam pelas ruas, sejam eles abandonados ou nascidos em nossas praças, vagam em busca de alimento de abrigo e a procura de alguém que lhes dê carinho.

Países e cidades até menos desenvolvidos do que a cidade de São Paulo, possuem mais vontade e eficiência no combate ao abandono,  a crueldade, nós temos as leis, que além de brandas, não são prioridade quando levadas a um distrito policial, já que a autoridade que deveria estar resgatando das ruas e dando o amparo e abrigo, se OMITE alegando falta de espaço e estrutura.

Isso não é novidade, já que o mesmo ocorre nos hospitais públicos para os humanos, quem sabe em pouco tempo o mesmo não começa ocorrer na área criminal, parar de prender infratores por falta de presídios.

Os animais são a minoria da nossa população – eles não falam, não votam, não exigem, não pagam impostos, mas são estes mesmos animais a minoria que nós fazem melhores humanos.

Somos nós, os humanos que convivem com os animais, que respeitamos as leis, que não excedemos o limite de velocidade, que não sujamos as ruas, e que somos mais compassivos e solidários com as imposições de se viver em sociedade, enquanto que as conforme inúmeros estudos científicos são os malfeitores e torturadores de animais, que se transformam em criminosos, assassinos psicopatas, só isto deveria bastar para que as leis e a punição contra toda e qualquer forma de abandono ou maus-tratos fosse regiamente punida severamente e com uma multa de valor significante revertida para o animal em questão ou o tutor que o ampare.

 

64 000 metros quadrados para o novo CCZ/SP

Esta é a área de um único terreno da prefeitura de São Paulo, que poderia muito bem ser utilizada para o abrigo de animais, bem como para a construção de um hospital público veterinário, com espaço para inclusive a criação de uma escola-modelo de banho e tosa em parcerias com instituições como o SENAC, USP e outras.

64.000 que comportariam até uma Praça Animal, aonde tutores pudessem levar seus animais para conhecerem os animais que estão para doação.

64.000 que comportariam que entidades de proteção animal pudessem organizar eventos, palestras, conscientização, chás beneficentes.

64.000 aonde idosos e crianças pudessem se conscientizar dos benefícios físicos e mentais na convivência e respeito para com os animais.

64.000 que não precisa ser derrubado ou construído, basta ser readaptado seguindo o modelo de um SPCA de Nova York, que ao contrário de abrigos térreos, é um edifício.

E caso não saibam aonde se encontra esse terreno de 64.000, ele condiz muito mais com a Orientação para projetos de centros de controle de zoonoses elaborado pelo Instituto Pasteur do que o ccz existente atualmente;

• Estar distante de áreas densamente povoadas, para evitar incômodos à vizinhança.
• Estar distante de qualquer tipo de fonte de poluição, tais como indústrias, aterros sanitários ou lixões.
• Estar afastado da área de proteção de mananciais, cujas águas sejam utilizadas para fins de abastecimento para populações humanas.
• Dar preferência a terrenos de propriedade da Prefeitura, para evitar a necessidade de desapropriações.
Fonte: http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/informacoes/manuais/manual_2/manual_08.htm#a

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O terreno do Clube de Regatas Tietê é público; pertence à prefeitura de São Paulo e está cedido em comodato para o clube desde sua fundação, em 1907. Em 1969 houve uma renovação por 40 anos, que venceu em 2009.

O Terreno está situado na Marginal Direita do Rio Tietê, ao lado da Ponte das Bandeiras, que é próximo ao Metrô Armênia.

Fonte:http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2137/clube-de-regatas-tiete-perde-direito-ao-terreno-onde-esta-ha-102-anos

Ou exigimos um novo ccz para a cidade de São Paulo, ou aguardaremos o próximos 37 anos para saber o que as autoridades pretendem fazer.

 

>Diga não à testes em animais

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Hoje quero falar de algo que me deixa realmente muito triste e envergonhada da raça humana: empresas que fazem testes em animais.

Além do enorme avanço tecnológico, há anos é cientificamente comprovado que os animais são seres sencientes, sentem dor, sentem solidão, sentem stress e depressão. Mesmo assim, algumas empresas insistem em testar seus produtos em seres-vivos

Nenhum ser vivo nasceu para ser torturado. Tanto se falam dos campos de concentração nazistas, dos experimentos horríveis que eram realizados com os judeus. Que as vezes se esquecem que o mesmo é feito com os animais.

A diferença é que atualmente torturar animais em laboratórios é financeiramente vantajoso para esses “pseudo-cientistas-agiotas”.

Uma pesquisa de determinada substância ou produto quando efetuada com computadores e softwares, tem um custo “X” pré-determinado e novas verbas são quase desnecessárias.

Já uma pesquisa feita com animais, demanda a inserção de verbas mensais de grandes somas de dinheiro, pois utilizando-se animais, as alegações é que não há um tempo limite para o término da pesquisa, e se faz necessário sempre mais e mais dinheiro para manutenção e alimentação dos animais, e compras de novos animais que são mortos durante os testes.

Esses “pseudo-cientistas-agiotas”, mantém seus empregos a custa da dor, da tortura e da matança de animais, pois se fizessem testes utilizando computadores teriam que procurar emprego periodicamente ao termino de cada pesquisa.

As grandes empresas só enxergam o CIFRÃO, querem os lucros e a autorização dos governos para vender seus produtos.

Depende de nós, além de rejeitarmos esses produtos, fazer uma extensa PROPAGANDA NEGATIVA dessas empresas-gananciosas, e cobrar de nossos políticos “LEIS DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS”.

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Espero realmente que algumas empresas (essas que a gente tanto ama e que desenvolvem produtos maravilhosos) pensem realmente na importância de não se fazer teste em animais.

Há inúmeros produtos no mercado, se informe e fique atento se você descuidadamente não está colaborando para a tortura e morte de animais.

Não podemos aceitar que animais continuem morrendo pela ganância desses MONSTROS que por anos nos enganam dizendo que testes em animais é feito para garantir a saúde dos humanos, quando na verdade isto só é para que não percam seus empregos de torturadores.

 

 

Estaremos todos esperando o símbolo nas embalagens e o nome das empresas na lista da PEA de empresas amiga dos animais.

 
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Publicado por em 01/09/2011 em Ajuda, Alma, Animais, testes, tortura

 
 
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