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In_Memoriam

Queimadinho


No dia 4 de abril, um simpático pangaré, de 4 anos pastava no terreno do seu tutor quando foi vitima de uma ação covarde e extremamente cruel. O suspeito é um adolescente de 16 anos que ao voltar para casa após uma festa teria ateado fogo no animal que pastava em um terreno em Belford Roxo, bairro da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro. A história chama atenção pela crueldade gratuita .

O cavalo sobreviveu. E a batalha foi longa. Socorrido, Queimadinho sofreu duas paradas cardíacas e teve 75% do corpo queimado. De acordo com os próprios veterinários, o temperamento dócil facilitou o intenso tratamento – os curativos eram feitos três vezes ao dia e cada procedimento leva 2 horas, rotina seguida à risca pelos profissionais que estão cuidando do valente cavalo.

Queimadinho recebia um tratamento especial no Batalhão da Polícia montada do Rio de Janeiro.

Postado pela Sheila Moura em 01/04/11
Recebi a notícia ainda agora e fui apurar com um dos veterinários responsáveis pelo Queimadinho. Quando ele foi levado do RPMont para a Universidade Estácio de Sá (dez/10) para ser operado daqueles tumores que se desenvolveram em consequência da não cicatrização total das queimaduras, ele fez um quadro de babésia que foi contornado.

Recuperado, fez a cirurgia para a retirada do primeiro tumor que pesava 11 quilos. Em boas condições, já estava sendo preparado para a retirada do segundo tumor. Entretanto, ontem, fez um pico agudo na queda das hemácias devido ao retorno da babésia e não deu tempo para funcionar o tratamento, incluindo, a tranfusão de sangue que fizeram de emergência.
Queimadinho se foi… e a perda me dói na alma…. apesar de saber o quanto se lutou para que se recuperasse. Escreva Queimadinho no Google Personalizado que temos na Coluna da direita para ler toda trajetória deste cavalo valente… Estou sem palavras….

Retirado do Blog O Grito do Bicho

 

Knut
Knut, o urso polar mais famoso do mundo e o grande astro do zoológico berlinense, está mortoEle tinha apenas 4 anos de idade e nem sequer havia alcançado a maturidade sexual, que nos ursos polares machos acontece por volta dos 6 anos.

Ele morreu de repente, sem motivo aparente, ante os olhos estupefatos e incrédulos das pessoas, crianças inclusive, que aproveitavam o dia ensolarado e quase primaveril para fazer uma visita ao zoo.

O que se comenta é que Knut, que estava sentado tranquilo, como de costume, sobre a pedra do seu cercado, levantou-se, começou inexplicavelmente a rodar em círculo, estremeceu e despencou de costas na água, como se tivesse perdido o equilíbrio. Emergiu pela última vez, colocou as duas patas na cabeça, desabou novamente – e pouco depois já boiava morto. E só então “caiu a ficha” para os visitantes, que começaram a gritar por socorro.

Uma senhora desmaiou e várias crianças começaram a chorar. Quando os cuidadores chegaram, dois minutos depois, não se podia fazer mais nada por ele. Agora, é esperar o resultado da autópsia para se saber a causa mortis.

Knut, foto DPA
A história de Knut foi narrada mundialmente em detalhes pela imprensa, em 2006, quando ele nasceu, transformando-o de pronto em mascote oficial contra o aquecimento do planeta. Mas, ao contrário do brilho emprestado pelos holofotes e flashes, a sua vida, em verdade, foi pontilhada de atropelos sombrios.
Rejeitado pela mãe, ele foi criado na mamadeira por Thomas Dörflein, seu “pai adotivo” humano, ficando “órfão” uma segunda vez quando o cuidador faleceu inesperadamente em 2008, aos 44 anos de idade.
E enquanto aumentavam as críticas ao diretor do zoo, Bernhard Blaszkiewitz, de não ocupar devidamente o urso, Knut se transformava num fenômeno de bilheteria, tendo que enfrentar uma pesada maratona diária de apresentações em público.

Depois do bate-boca na justiça entre o diretores do zoo berlinense e de Neumünster, cada um querendo ter direito sobre o urso-das-moedas-de-ouro, e da compra definitiva de Knut para Berlim, começou um período harmônico para ele, em companhia de Giovanna, a ursa polar emprestada de Munique, que passou uns meses por aqui enquanto o seu cercado estava em reforma.

Knut e Giovanna – Foto B.Z.
Mas, como o bom dura pouco, o conserto acabou e a sua querida companheira precisou voltar para a Baviera – e aí Knut passou a viver o purgatório na terra: foi obrigado a dividir o cercado com três ursas mais velhas: a mãe, que já o rejeitara quando baby, e duas “tias”.
E essas damas não tiveram piedade, pois perseguiam o coitado permanentemente, na base de urros, sopapos e mordidas. Quem assistia às cenas sempre se indignava, pois se o zoo não se preocupava com ele, deveria pelo menos poupar os visitantes desse drama. Os funcionários do zoo, no entanto, gostavam de afirmar que a saúde de Knut não corria risco por conta disso.

Notas


1. Estou cada vez mais pasmada com a burrice dos cientistas e até de algumas pessoas que dedicam suas vidas ao estudo do comportamento dos animais, eu nesses anos todos (de muito Animal Planet), já perdi a conta de quantas vezes já vi acontecer de que quando uma mãe animal rejeita seu filhote – ALGUMA COISA ELE TEM.


Os tais cientistas já descobriram que os cães são capazes de detectar (cheirar) o câncer (Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e uma série de estudos já comprovou que cachorros podem detectá-los), e #@$%&, os caras estudam, estudam e parece que não sabem nada…

Pelo que me consta, todos os animais, sobrevivem de seu olfato para procurar comida, trilhas seguras (não marcadas com urina por outros animais), cheiram o frio, a neve, a chuva e a água, e seus parceiros sexuais são também escolhidos pelo cheiro.

Não é obvio que além dos cães, os outros animais também detectam pelo cheiro se seus filhotes têm doenças, tumores, e como rege a Mãe Natureza, eles rejeitam e abandonam o filhote, porque sabe que não adianta amamentá-lo, criá-lo, pois ele irá falecer em breve!

2.E outra coisa é também pelo olfato que eles detectam sua família, e, PORTANTO NÃO PROCRIAM A MÃE OU COM AS TIAS, como queria o pessoal do Zoo de Berlim, quando confinou Knut no mesmo cercado que elas.

É nessas horas que me orgulho de não ter o diploma desses entendidos.

Causa oficial da morte do urso Knut foi afogamento.

O zoológico de Berlim informou, oficialmente, que o urso polar Knut morreu afogado. Uma autópsia revelou que o animal sofria de encefalite, uma inflamação do cérebro, que o levou a desmaiar, caindo no lago, onde se afogou.

 

Adeus, Knut!!!
Relato de um dos muitos resgates feitos por Cida Lellis;
-” Gente, estou acostumada com tudo nesta nossa lida de protetores, mas hoje ví uma cena que me emocionou, ao efetuar um resgate.

Fui informada que na rua paralela ao cemitério aqui da cidade, havia uma cadela deitada, que não podia caminhar. Ao chegar ao local encontrei uma cadela com um imenso tumor na barriga e um cão de porte grande que parecia estar tomando conta dela.

Ao me ver aproximar, ele também aproximou- se mais da cadela, como que para protegê- la, e ficou me observando enquanto eu a pegava ao colo e carregava até nosso veículo.
Após acomodá- la, voltei- me para ele e disse: ‘- Você também vai comigo, não vai?’
Ele imediatamente levantou- se, deu dois latidos para mim e afastou- se do local. Encaminhando- se para uma entrada lateral do cemitério, e pouco antes de entrar, parou e olhou mais uma vez para trás.
Era como se ele dissesse: ‘- Cuide dela que eu consigo me virar!’
Já era final de tarde e somente amanhã cedo eu vou poder levá- la a clínica veterinária, mas prometi a mim mesma que na volta passo por lá, encontro e resgato aquele cão.”


Cida Lellis

Clube dos Vira-Latas

Referência no Grande ABC e no Estado de São Paulo na luta pela garantia dos direitos dos animais, Ribeirão Pires acaba de perder a mais conhecida militante pela causa na região. Aos 62 anos, Maria Aparecida das Graças Lellis, popularmente conhecida como Cida, presidente do Clube dos Vira-Latas, faleceu na manhã de quinta-feira (30/12) no hospital Mário Covas em Santo André, onde estava internada há cerca de 20 dias.
De acordo com informações da organização não-governamental, Cida foi “vítima de uma rara doença conhecida como Síndrome de GoodPasture”, tendo AVC (Acidente Vascular Cerebral) e pneumonia apontados como causas da morte . O corpo da “cachorreira”, como são conhecidas as protetoras desses animais, foi sepultado no dia 31 de dezembro no Cemitério de Ribeirão Pires e a missa de sétimo dia em sua memória está marcada para esta quinta-feira (06/01) às !9h na Igreja Matriz de São José, na mesma cidade.

Caçula de cinco irmãos, Cida Lellis nasceu em São João da Boa Vista (SP) em 29 de março de 1948, sendo destacada pelos amigos por seu nível cultural elevado e pela carreira profissional na área de comércio exterior junto a um banco em São Paulo, pelo qual chegou a ser transferida para Nova York. Aposentada, dedicou-se ao cuidado com os pais de quem herdou o apego aos animais. Não era casada nem teve filhos biológicos, mas tinha os bichos que cuidava como “filhos do coração”, segundo conta a amiga Cláudia Demarchi, vice presidente do Clube dos Vira-Latas, que agora passa a comandar.

É Cláudia quem fala da consternação da equipe pela perda de Cida, mas garante que o Clube dos Vira-Latas continuará atuante. “Para nós a Cida Lellis não morreu. Ela dedicou sua vida à proteção e amor aos animais e seu trabalho vai”, afirma Cláudia, lembrando como a cachorreira enfrentou “dificuldades e privações” para levar o trabalho adiante. A nova presidente adianta a intenção da equipe do clube de criar uma fundação em homenagem a Cida Lellis.
Animais em circo – Além da criação do Clube dos Vira-Latas, há 10 anos, Cida, ao lado de outras cachorreiras, destacou-se por várias lutas que resultaram em conquistas na defesa dos animais. Uma delas foi a lei municipal que tornou Ribeirão Pires um dos primeiros municípios do Brasil a proibir a utilização de animais em espetáculos circences na cidade. Numa das mais recentes mobilizações do setor, Cida engrossou a luta pela criação de delegacias especiais de proteção animal no Estado de São Paulo.
De acordo com o sitio do clube, nos seus dez anos de existência, a ONG já conseguiu adoção para 4500 animais abandonados. Atualmente, a entidade, funciona em uma chácara doada por Cida na Quarta Divisão, em Ribeirão Pires, onde abriga 450 animais, a grande maioria cães. Além da diretoria, o Clube dos Vira-Latas conta com 10 funcionários, entre os quais dois veterinários. Mais informações sobre o trabalho do clube e sobre os animais disponíveis para adoção podem ser encontradas no sitio http://www.clubedosviralatas.com.br/.

Por Valderez Coimbra

Fonte: http://lamparinaurbana.blog.br/ribeirao-pires/animais-pedem-protetora-cida-lellis

CADELA PRETA

O caso da cadela Preta refere-se ao assassinato em 2005 da cadela conhecida pelo nome de “Preta”, na cidade brasileira de Pelotas. Na noite do dia 9 de março de 2005, a cadela, que estava prenha, foi amarrada ao para-choque de um carro e arrastada pela cidade por Fernando Siqueira Carvalho, Marcelo Ortiz Schuch e Alberto Conceição da Cunha Neto.

O caso gerou comoção da população em todo o estado do Rio Grande do Sule ganhou repercussão nacional ao ser noticiado no Fantástico, em rede nacional, do dia 17 de março de 2005, aparecendo posteriomente então em diversos jornais, revistas e programas de TV, fato que gerou protestos em vários outros centros para além do estado.

A condenação dos acusados, ocorrida anos depois, trouxe o caso à mídia, e teria se baseado no fato de que o assassinato do cão teria trazido prejuízos de ordem psicológica à população local. Alberto Conceição da Cunha Neto, por ter antecedentes criminais, recebeu a maior pena dentre os três acusados, sendo condenado em 2007 a um ano de detenção em regime semiaberto.
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