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Arquivo mensal: maio 2013

Animais também tem sentimentos

 

Quem passou ontem pela Praça Tenente Gil Guilherme, na Urca, se emocionou com a cena de uma triste mãe.

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Um Sagui, também conhecido como mico estrela, animais muito comum na região por circular livremente sobre os fios e muros em busca de alimentos.

A desesperada mãe tentava reanimar seu pequeno filhote que caiu de uma altura de 5 metros sobre um banco de madeira que fica na praça, o animal aparentemente descontrolado pulava de um lado para o outro sem se importar com as pessoas que estavam ao seu redor. Depois de sentir que o pequeno animal não representava qualquer tipo de reação a mãe o acariciou e deu aparentemente um beijo no seu filhote como se já sabia que nuca mais iria vê-lo, e então a triste mãe sem qualquer possibilidade de esperança deixou seu pequeno filhote sobre banco já sem vida e partiu.

Já os populares que estavam ao redor que presenciaram toda a cena, alguns com os olhos cheio de lagrimas, foram aos poucos deixando o local sem se quer dizer uma única palavra.

Simplesmente o ambiente se tornou em poucos minutos um local de reflexão.

Ocorrido em 26/04/2011, texto de Alex Ribeiro.

“Jamais creia que os animais sofrem menos do que o humano. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.” Dr. Louis J. Camuti

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A maior apreensão do tráfico de animais

 

No que hoje é considerada a maior apreensão de animais exóticos na história americana, 27.000 animais, incluindo vários bichos- preguiças, foram resgatados de uma distribuidora de animais na cidade de Arlington, Texas, em 2009.

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Membros da PETA, disfarçados conseguiram filmar o local que mostrou que as preguiças foram mantidos em gaiolas sujas que não tinham o equipamento necessário para que os animais sobrevivessem em cativeiro, incluindo lâmpadas de calor e umidificadores.

Os corpos de várias preguiças foram encontrados mais tarde no congelador da instalação.

Assista o vídeo.

Família de bichos-preguiça é vendida na Colômbia

O comércio de animais selvagens é agora a terceira empresa criminosa mais lucrativo na Colômbia depois das drogas e armas. Estima-se que 60 mil animais foram vítimas de tráfico no ano passado, incluindo um número crescente de bichos-preguiças.

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Nas ruas movimentadas de uma aldeia colombiana, pássaros exóticos coloridos, macacos e preguiças, todos os animais que antes eram selvagens, estão sendo vendidos como animais de estimação, e o negócio está crescendo.

Além do mais, os traficantes estão alimentando uma economia em crescimento que está prosperando fora da Colômbia. O mercado global para os animais selvagens, e que inclui o Estados Unidos , estima-se que trazer US $ 20 bilhões por ano.

A equipe de reportagem do” Nightline “, juntamente com Cooke, foi a uma investigação secreta na cidade de Córdoba, uma região da Colômbia, conhecida por seu comércio ilegal de animais silvestres, onde as preguiças são um dos itens mais populares para venda.

Quando um carro de repente parou próximo a nós, os traficantes se espalharam, mas acabou por ser um alarme falso. Supostamente, foi o prefeito de uma cidade vizinha que queria tirar uma foto com a preguiça.

Então, tivemos a notícia de outro suspeito de tráfico que tinha uma preguiça a venda do lado de fora de uma casa. Quando chegamos, era uma família inteira de preguiças-garganta-pálido, uma mãe com dois bebês, que estavam sendo vendidos em conjunto, e todos os três eram mantidos dentro de uma caixa.

“Eu nunca havia visto um bicho-preguiça-de-garganta pálida antes”, disse ela. “Levou toda a minha vida para ver um. Eu nunca esperei que esse seria o cenário onde isso aconteceria.”

“Eu vou segurá-los juntos, mas sinto-me muito triste”, acrescentou Cooke.

Fomos confrontados com uma decisão, e foi uma situação arriscada. Os traficantes nos cercaram e eles estavam esperando uma venda, mas podemos simplesmente ir embora ou devemos tentar resgatar essa família preguiça?

O que Lucy Cooke e a equipe de reportagem do “Nightline” vão decidir fazer?

Sintonize “Nightline” Esta noite às 12:35 da manhã para descobrir o que aconteceu

Foi uma triste lembrança, zoólogo Lucy Cooke disse, é o equívoco mais comum sobre as preguiças.

“Eles não vão se adaptar a uma casa ou a ser o animal de estimação de alguém”, disse Cooke.

“As preguiças são péssimos animais de estimação. Essa é a verdade.”

Ela descreveu o fato de mais pessoas se interessarem pelas preguiças como a maldição de ‘ser gracioso’.

Por trás de sua natureza calma, e um aparente abraço carinhoso e aquele sorriso perpétuo, o animal é de uma biologia altamente delicada, o que deixa as preguiças em grande parte incapazes de sobreviver fora da floresta, especialmente porque elas somente sobrevivem se puderem se alimentar de uma dieta complicada de cerca de mais de diferentes 40 espécies  de plantas.

“Eles são animais altamente delicados”, disse Cooke. “É por isso que você não os encontra em zoológicos. Você não encontra preguiças de três dedos em zoológicos nos Estados Unidos, porque eles são muito difíceis de manter. Assim, a ideia de que qualquer pessoa poderia simplesmente mante-lo um como animal de estimação é em verdade uma falcatrua “

Samuel, o nosso guia local, disse que os traficantes de operar com impunidade, porque há grupos paramilitares ainda que controlam grande parte da área, e a polícia raramente se envolve.

A poucos quilômetros do passado uma delegacia de polícia vazia e um sinal gigante “No tráfico” eram homens suspeitos de vender animais silvestres. Um homem foi empurrando papagaios selvagens exóticos, que foram amarrados e tiveram suas asas cortadas para evitar que eles voassem. Outro estava se oferecendo para vender um bugio. Outro estava vendendo preguiças por cerca de US $ 30 cada, e tirou um fora de sua bolsa para apresentá-lo.

Fonte: ABC News

 

III MARCHA PELAS ÁRVORES-POA

Cada árvore adulta absorve a poluição de 100 carros. Quanto mais pessoas defenderem as causas dos “outros”, mais pessoas defenderão todas as boas causas!

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  • Prefeitura Municipal, Praça Montevideo

  • A qualquer momento a Prefeitura pode cortar as 115 árvores do entorno do Gasômetro. O governo municipal pretende cometer o arvoricídio antes que o desprefeito Fortunati volte de suas férias nos EUA, no dia 1º de junho.

  • Temos uma semana de vigília e mobilização pela frente. Só as ruas podem parar esse crime. E pararão! Não há licença ambiental vendida ou imprensa comprada que vença o poder de uma multidão na rua.
    Contamos contigo.
    Não cortarão. Não passarão. Nós passarinho.

  • Coletivos presentes no ato (e crescendo…):
    AGAPAN.
    Amigos da Gonçalo de Carvalho.
    APEDeMA – Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul.
    Centro de Estudos Ambientais.
    Coágulo Criações – coletivo de cultura.
    Comitê Latino-Americano.
    Corações que Batem nas Árvores.
    Defesa Pública da Alegria.
    Levante Popular da Juventude.
    Marcha Mundial das Mulheres.
    Núcleo de Ecojornalistas do RS – NEJ-RS.
    Ocupa Árvores – acampamento de resistência.
    PoA em Movimento.

Mais informações na página do evento https://www.facebook.com/events/491668327571177/

 

Mendigo mobiliza campanha para tratar cão doente

Na companhia do cachorro Big, Charles Gilliam vive há anos nas ruas de Santa Mônica, Los Angeles, nos Estados unidos.

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Ao perceber que o cão andava desanimado, o americano juntou os trocadinhos que havia conseguido nos últimos dias e pagou a consulta de um veterinário. De acordo com Gilliam, o especialista concluiu que o animal estava com um tumor incurável e que o tratamento seria muito caro. Assim, a melhor alternativa seria sacrificar o pet.

Inconformado com o diagnóstico e com a possibilidade de perder seu melhor amigo por falta de dinheiro, o mendigo voltou para as ruas e deixo de lado o discurso de que precisava de um trocado para comer. Para qualquer pedestre, Gilliam mostrava o cartão do veterinário, explicava a doença do cachorro e pedia qualquer quantia para ajudá-lo com as despesas do tratamento.

130514-Gilliam-Big2Uma das pessoas abordadas pelo morador de rua foi Jasmine Dustin. Responsável pelo abrigo para cães“Cause 4 Paws”, a americana ficou comovida com a determinação de Gilliam para salvar Big e decidiu ajudar o mendigo. Ela lançou em uma rede social um apelo para arrecadar dinheiro e salvar o cachorro. Mais de 10 mil pessoas compartilharam a história.

Em poucos dias, Gilliam e Jasmine acharam que o dinheiro levantado já era suficiente para dar início ao tratamento do cão. A dupla levou Big ao Centro Veterinário Pet Care Chesterfield Square, onde o cachorro foi submetido a novos exames. Os resultados comprovaram que a doença do cachorro não era nada grave e receitou apenas uma dieta especial para tratar pedras no canal da urina do bicho.

A história rendeu a Gilliam e Big uma vaga em um lar para desabrigados.

Fonte: Globo Rural – Fotos: Jasmine Dustin

 
 

Pombo cego vive como galinha

Marluce e o pombo cego. Uma paixão sem limites. (Foto: Felipe Pellegrini)

Marluce e o pombo cego. Uma paixão sem limites. (Foto: Felipe Pellegrini)

Marluce, Marvin e  Célia. (Foto:  Felipe Pellegrini)Marluce, Marvin e Célia. (Foto: Felipe Pellegrini)

Marvin é um pombo ornamental da raça rabo-de-leque que, segundo sua dona, a acadêmica de Ciências Biológicas, Marluce da Costa, “vive como uma galinha, já que não voa”. O “hábito”, que causa estranheza e imensa interrogação em uma primeira leitura, é justificável: a ave criada por ela é cega. Teve os olhos “vazados”, julga a jovem, para não fugir do criadouro.

Apesar do problema, o pombo é um bicho de sorte. Há 3 anos era apenas mais um animal posto à venda em um loja, junto com a “esposa” e outros “encarcerados”. Como o macho era cego, nenhum cliente se interessou pelo casal.

Não fosse Marluce, Marvin e a “esposa” estariam largados à própria sorte. Quando soube do “desprezo”, por intermédio de um tio, a acadêmica se compadeceu. “Me apaixonei e, sem ao mesmo ver a carinha deles, escolhi os nomes. Fiquei ansiosa para a chegada, no dia seguinte”, relatou.

“Marido e mulher”, graças à solidariedade humana, logo se tornaram os novos integrantes da casa, mas ele, em pouco tempo, enfrentou a “traição”. A companheira, que era saudável, vôou. “Desejei boa sorte a ela e deixei que ganhasse os céus e sua liberdade”, contou a estudante.

Marvin é o xodó da casa. Chora quando sente falta da dona. (Foto:  Felipe Pellegrini)

Marvin é o xodó da casa. “Chora” quando sente falta da dona. (Foto: Felipe Pellegrini)

“O macho ficou, obviamente, e, desde então, vive como uma galinha, já que não voa. No começo foi difícil nos adaptarmos um ao outro, eu não sabia como manuseá-lo sem machucar a ele ou a mim. Não sabia como ele iria se alimentar. Criamos uma intimidade tão rápida, que ele dorme esparramado nas mais variadas poses em cima de mim, poses essas estranhas para uma ave”, escreveu Marluce.

A história de do pombo cego, que ganhou uma casinha no quarto da dona e que hoje “chora” com a ausência dela, chegou ao conhecimento do público por meio da própria acadêmica, que compartilhou a história no Facebook.

Competição – O relato emocionado foi feito para inscrição em um concurso destinado a “animais especiais”, que está sendo promovido por um casal de fotógrafos que atua em Campo Grande: a jornalista Célia Nazarko, de 35 anos, e o marido, o administrador Felipe Pellegrini, 37.

Apaixonados por animais e por registros, claro, os dois resolveram investir, há 3 anos, nas fotografias desses “pequenos seres”. A ideia surgiu dentro de casa. “Tudo começou com as fotografias dos nossos pets. Eu sempre fotografia e fiz montagens com eles pela casa. O Felipe também. Temos quatro gatos (Pingo, Pitoco, Bilo e Mimi).

Fotógrafa em ação. (Foto: Felipe Pellegrini)

Fotógrafa em ação. (Foto: Felipe Pellegrini)

Célia Nazarko e o marido, Felipe Pellegrini. (Foto: Divulgação)Célia Nazarko e o marido, Felipe Pellegrini. (Foto: Divulgação)

Na época, um amigo do administrador, tirando sarro, comentou que ele só fazia fotos de “gatinhos”, contou a esposa. “Aí ele pensou: Vamos fazer fotos de cachorros também. Quer saber? Vamos fotografar animais domésticos na casa da pessoa. Foi bem assim”, resumiu.

Os primeiros “modelos” foram três cães de uma amiga. De lá para cá, muitos cliques dos donos com os xodós, em casa e até no ambiente de trabalho. 

Seu PetStar – Em outubro do ano passado, para divulgar o trabalho que vem desenvolvendo, os fotógrafos lançaram um projeto-campanha no Facebook. O “Seu PetStar”, como a ideia foi batizada, é a oportunidade do dono compartilhar, na rede, a história de seu animal de estimação. Mas há uma restrição. Só podem participar bichos que tenham alguma deficiência, como é o caso de Marvin.

“Nossa intenção é transformar o olhar preconceituoso, fazendo ser natural acolher animais com alguma limitação. Percebemos que as pessoas têm dó, mas não tem coragem”, explicou, acrescentando que, muitas vezes, o trabalho de cuidar de um pet especial é o mesmo dispensando a outro tido como “normal”.

A proposta não é só compartilhar a história. “É mostrar alegria nos casos”. “Quem tem um animal em casa não fica chorando com pena dela. Simplesmente vive e vive feliz, porque sabe que esta ajudando e recendo amor dele”, disse a mulher.

Pitoco, o gato pop-star. (Foto: Célia Nazarko)

“Pitoco”, o gato pop-star. (Foto: Célia Nazarko)

Premiação – O projeto – que surgiu da amizade com pessoas que tem animais com algum tipo de limitação – vai premiar o autor da história mais compartilhada com um pôster do bicho no tamanho 60 x 90 cm.

A sessão de fotos com o dono é produzida, conta com a estrutura de um estúdio móvel, que é levado até a casa do cliente, e deve durar de 1 a 2 horas. “Quando fotografamos a entrega é total. Rolamos no chão com eles”, adiantou a fotógrafa.

Interessados em participar da campanha “Seu PetStar” devem enviar o relato e as fotos do animal ao e-mail seupetstar@gmail.com. Por enquanto, apenas Marvin está participando. Para ler a história completa, clique aqui.

Quer saber mais sobre trabalho da Célia e do Felipe? Acesse o blog Meu Gato Pingo.

Cadelinha também teve seu momento de estrela. (Foto: Célia Nazarko)

Cadelinha também teve seu momento de estrela. (Foto: Célia Nazarko)

Fonte: Campo Grande News

 
 

Mulher que agrediu cãozinho continua no condomínio

O esposo da mulher que foi filmada agredindo um filhote de poodle em Porto Alegre/RS, disse em depoimento a polícia que a família está arrependida. O marido afirma que a família vai continuar vivendo normalmente, mesmo assustados com as ameaças sofridas desde que o vídeo foi publicado, e revelou que não pretende se mudar do condomínio onde o vídeo da agressão foi registrado.

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O homem de 46 anos, pediu para não ser identificado.

Não me identifiquem

De acordo com informações do site g1, o marido afirma que a família vai continuar vivendo normalmente, mesmo assustados com as ameaças sofridas desde que o vídeo foi publicado.

“Fiquei muito bravo com ela. O país inteiro ficou. Mas nós frequentamos a igreja, somos evangélicos, nunca passamos por isso. Houve muita exposição dos meus filhos. Ela vai assumir, já está arrependida”, declara o marido. “Creio que a denúncia deveria ser feita mesmo e ficar com a Justiça. Eu não cometi crime algum, vamos continuar vivendo normalmente, não temos por que nos mudar. Foi um fato isolado”, diz.

Ele diz ainda que sua mulher passará por exames para comprovar que não usa drogas. “É difícil. Vamos procurar assistência psicológica e ela vai fazer exames para provar que não usa mais drogas”, explica.

Depoimento da agressora

A antiga dona, e agressora do filhote, se apresentou à polícia nesta terça-feira, 14, para prestar depoimento. Ela chegou acompanhada dos filhos e do marido pouco depois das 9h à sede da Delegacia de Polícia para Crianças e Adolescentes (Deca) e está sendo ouvida pelo delegado Andrei Luiz Vivan.

A mulher estava sendo procurada pela Polícia Civil desde a última segunda-feira,  13, mas não havia sido encontrada.

Segundo o delegado, o caso é investigado inicialmente pelo Deca pois também existem suspeitas que ela praticava agressões contra os filhos. No decorrer da investigação, o delegado Leandro Cantarelli Lisadro, da Delegacia para Criança e Adolescente Vítima (DPCAV), assumirá o caso.

As imagens gravadas por um estudante mostram a mulher e o filho agredindo o animal, um filhote da raça poodle, em um condomínio na Zona Norte da capital gaúcha.

O animal desmaiou e foi resgatado na última sexta-feira (10) pelo subsíndico do condomínio, Bruno Campelo. O cão foi levado por ele e pelo síndico até uma clínica, onde passou por exames e foi medicado. No domingo, ele já estava bebendo água e se alimentando sozinho.

Em determinado momento do vídeo, a mulher que agrediu o filhote diz a um de seus filhos: “Todos os cachorros, todos os bichos que tu vês na rua a gente não trata bem. A gente vai e bate”.

Nova família

Adotado pelo homem que o resgatou, o filhote Rossi recebeu a primeira vacina nesta terça-feira, 14. Recuperado, ele já corre normalmente e brinca com a filha do novo dono, Bruno Campelo.  O filhote de poodle batizado de Rossi (nome também do condomínio onde ele foi agredido) passa bem depois da agressão.

Fonte: O Povo

Cidadãos solicitam aumento das penas para agressores de animais.

As penas para os crimes de maus-tratos contra animais constitui o assunto que a população mais tem encaminhado manifestações aos senadores, via Alô Senado, fone 0800-612211 ou pelo site http://www.senado.gov.br/senado/alosenado

alo-senado-salve-animais

Envie  mensagem aos Senadores exigindo flagrante e penas rígidas para aqueles que cometem crueldades contra os animais.