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Arquivo mensal: maio 2012

Vacina de Raiva 2012 faz vítimas

Após vacina, cachorro morre e outro fica com patas paralisadas.
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Uma semana após o Estado ter dado início à Campanha Estadual de Vacinação contra a Raiva Animal, que esteve parada por dois anos após o medicamento provocar reações adversas em cães e gatos de todo o país, o problema parece ter voltado a acontecer.
Donos de cachorros reclamam que seus bichos vêm apresentando problemas desde que receberam a dose. Na clínica veterinária Clinicão, em Vitória, um poodle de sete meses morreu. A veterinária Laura Helena Pinheiro Oliveira alega que o quadro do animal, que já era de diarreia quando ele foi vacinado, piorou com o medicamento, até que ele chegasse ao óbito.
O poodle chegou apresentar anemia, secreção nos olhos, vômito, desidratação e prostração. “Essa vacina só visa à proteção das pessoas, e não dos animais. Nem as agulhas são trocadas”, aponta a veterinária. E ela afirma: “Se o cão não tivesse sido vacinado, teria respondido corretamente ao tratamento contra a diarreia inicial”.
Laura Oliveira diz que casos já foram registrados em outras clínicas veterinárias da Grande Vitória. “Não é um problema único”, acrescenta.
Quem também passou a enfrentar problemas após levar o cachorro para receber a dose, no último sábado, foi o estudante Marcos Vinícius Cordeiro, de 21 anos, que mora em Vila Velha. No domingo, o poodle Spike, de 3 anos, teve febre e, na segunda-feira, ficou com as patas traseiras paralisadas. Desesperado, Marcos levou o cão ao veterinário, que passou antibióticos, mas que não deu certeza se o bicho voltaria a andar.
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Marcos Vinícius já gastou R$ 265 com o cão por causa dos efeitos da vacina. O bicho deixou de  mover as patas traseiras e de controlar urina e fezes. (foto: Carlos Alberto Silva)

Nem a Secretaria de Estado de Saúde nem os municípios de Vitória e Vila Velha confirmaram terem recebido notificações de casos de óbito ou problemas envolvendo animais foram vacinados.
Ministério da Saúde: nova vacina foi testada e é segura
O Ministério da Saúde confirmou que recebeu notificações a respeito de possíveis problemas causados pela vacina do Espírito Santo, mas sua equipe técnica ainda vai avaliar se os casos têm relação com as doses de vacina antirrábica.
A respeito da troca de seringas, o ministério esclareceu que, além da vacina, disponibiliza recursos para que cada Estado arque com os aspectos operacionais da aplicação das doses – entre eles a compra da seringa. Para o Espírito Santo, foi repassado um valor total de
R$ 376.797,31.
O órgão também apontou que a nova vacina antirrábica só passou a ser utilizada após ter sido amplamente testada, tendo sua segurança comprovada. Parte das doses é produzida no Brasil, e outra parte é importada.
Campanha
A Campanha Estadual de Vacinação contra a Raiva Animal começou há uma semana e segue até 15 de junho. Durante esse período, a estimativa da Secretaria Estadual de Saúde é que sejam imunizados 505 mil cães e 126 mil gatos, totalizando pouco mais de 631 mil animais em todo o Estado.
Para receber a vacina, os animais devem ter pelo menos 60 dias de vida. O cão ou gato com 60 dias ou mais de vida que for imunizado pela primeira vez nesta campanha deve receber uma dose de reforço após 30 dias. Não há restrição quanto a cadelas e gatas que estejam gestando filhotes.
Fonte: Jornal A Gazeta

MORTE DE CÃO APÓS VACINAÇÃO DA CAMPANHA

Pipoca era uma pinscher de 11 meses saudável, vacinada 3 doses da vacina Vanguard Plus e uma dose Defensor anti-rábica, ambas importadas da Pfizer.
Pipoca ontem foi levada para tomar a vacina anti-rábica da campanha nacional do Ministério da Saúde, levada por sua dona por achar que era obrigatório e o certo a fazer. Mas Pipoca passou muito mal poucas horas depois de vacina, não conseguia levantar, babou muito, tremia direto, chorava e morreu
A vacina que causou a morte em Pipoca foi dada em Alcântara no Colégio Ferreira Pinto e peço a todos que avisem seus amigos que possuem animais para tomarem cuidado, e se possível vacinarem em veterinários particulares.
Não é propaganda para nenhum veterinário, é precaução para salvar vidas! A doença raiva é grave, não tem cura e muito importante vacinar os cães e gatos de estimação, mas não adianta vacinar e o animal morrer ou passar muito mal.
Fonte: Andréa Lambert (Médica veterinária e Defensora dos Animais)

PS: Não deixem de ler o comentário (abaixo) do Instituto Pasteur esclarecendo o que pode ter ocorrido com as reações adversas postadas aqui.

 

Abandono -da contravenção ao crime

A comissão de juristas que discute a reforma do Código Penal no Senado aprovou nesta sexta-feira a inclusão do crime de abandono de animais no texto do código. As propostas dos juristas precisam ainda ser votadas pelo Congresso para virar lei.
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Atualmente, o abandono pode ser incluído na lista dos crimes de maus-tratos contra os animais, previsto na legislação ambiental. Entretanto, o juiz pode entender que não houve o crime, já que ele não é citado explicitamente na lei. A pena prevista vai de três meses a um ano de prisão.
Com a proposta aprovada hoje, o mero abandono passa a ser crime em si, com uma pena que vai de um a quatro anos de prisão –ou seja, quatro vezes maior do que atualmente.
O texto criminaliza o abandono em qualquer espaço, público ou privado, e abrange animais domésticos, silvestres e exóticos (de fora do país), dos quais o acusado tenha a propriedade, posse ou guarda.
A comissão endureceu ainda as penas para outros crimes cometidos contra animais, como o tráfico. Atualmente, um acusado de exportar pele de cobra, por exemplo, pode ser condenado a, no máximo, um ano de prisão.
As alterações trazidas pela comissão aumentam essa pena máxima para até dez anos. Os juristas incluíram na lista, além dos animais vivos, outros “produtos” como penas, ovos e larvas.
No caso de transporte dentro do Brasil, a pena é de 2 a 6 anos –tempo que pode ser aumentado de um sexto a um terço caso o acusado tenha o objetivo de lucro.
A proteção aos animais foi o tema que provocou a maior quantidade de manifestações da população no período em que a reforma do código recebeu sugestões no site do Senado.
A comissão deve encerrar seus trabalhos até o final de junho.
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A comissão também aprovou uma pena quatro vezes maior para quem maltratar animais, silvestres ou domésticos.
Hoje, praticar abuso ou maltratar animais é considerada uma contravenção penal, punida com pena de 3 meses a um ano de prisão. Pela proposta da comissão, o comportamento passa a ser crime, punido com um a 4 anos de prisão.
Fonte: Jornal de Floripa

 

Cãozinho do focinho decepado é adotado

Resgatado em Dezembro/2011 (veja a postagem), o filhote recebeu o nome de Chiquinho.
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Ficou internado na clínica veterinária do Dr. Wilson Grassi, o qual emitiu um boletim médico logo após a primeira intervenção cirúrgica (leia aqui).

Em Janeiro de 2012, Chiquinho foi adotado por uma médica veterinária, à Dra. Fabiana.

Pelo vídeo abaixo, vocês poderão ver que infelizmente a reconstrução do focinho do Chiquinho não foi possível, mas isso não impede que ele tenha uma vida digna, de receber carinho e de ser feliz, e de receber todos os cuidados veterinários que devem ser diários, devido a condição que ele agora terá eternamente, devido a crueldade que sofreu.

Que os céus e as forças do universo, derramem suas bênçãos ao Chiquinho, a sua adotante, e a toda equipe médica que o acompanhou, bem como a todos que de alguma forma colaboraram, para que ele se recuperasse do abandono, e da brutalidade do mundo.

http://www.youtube.com/watch?v=3xkMRftNu2s

Fonte: Dr. Wilson Grassi

 

Ajuda para um Guardião dos Animais

Quando começou na proteção animal, foi declarado o protetor mais jovem do mundo. Já foi chamado de Anjo dos Animais, e o último título que recebeu da mídia foi de a de Guardião dos Animais.

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Hoje, Marcelo da Silva Vieira completa 22 anos de vida, à maior parte vividos em prol dos animais necessitados. Do despejo da casa da mãe, aos anos em que morou em um barraco de 12 mts2 na Favela do Sapo, até conseguir se mudar para uma chácara em Mairiporã/SP, Marcelinho como foi carinhosamente apelidado, tem tentado ajudar todos os animais que cruzam o seu caminho.

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Pombas, ratinhos, cães, gatos, mãezinhas com crias, Marcelinho não discrimina a espécie, ajuda a todas da forma que pode.Resgatar, medicar, levar ao veterinário, castrar, vacinar, alimentar, doar, infelizmente tem seus custos tanto financeiros, quanto os emocionais de se abster da própria vida, de estudar, de passear, ou de ter um trabalho com carteira assinada.

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Pouquíssimas são, ás vezes em que o Protetor Marcelo pede alguma ajuda pela internet; e não é porque ele não precisa de ajuda, mas é porque as respostas que recebe de seus pedidos, são mais pedidos de pessoas, para que ele resgate outros animais pela cidade São Paulo, sem se importarem com os animais que o Marcelinho já resgatou e que hoje dependem única e exclusivamente dele.


Poucos são os que valorizam e contribuem para o projeto que ele criou na Favela do Sapo, de castração de cães e gatos – em média R$ 50,00 ajudam a salvar 5000 animais que nasceriam nos próximos 5 anos na favela, e que estariam a mercê da fome, da dor e do frio.


O Marcelinho não tem carro e nem renda fixa, sobrevive fazendo banho-tosa a domicílio. Para recolher os animais, seja para castrá-los ou resgatá-los precisa pagar taxi-dog. Algumas castrações saem de graça; ou por benevolência de algumas ONG’s ou de veterinários solidários e das vagas existentes no CCZ-SP; já outras castrações são pagas a preço de custo.

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Para comemorar o aniversário do Marcelinho, novamente estou divulgando seu trabalho, e pedindo as pessoas que colaborem em presenteá-lo, com o que ele mais quer,  que é poder alimentar tanto os animais que ele tem abrigado em sua chácara, como poder continuar com seu trabalho de castração e doação de animais.

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Um saco de ração de 15 kilos para cães, custa em média R$ 32,00 – e para gato custa R$ 50,00. Cada taxi-dog de sua chácara, que fica numa estrada de terra em Mairiporã sai em média R$ 200,00. E para que os animais possam ser doados, eles precisam ser vacinados, e as vacinas giram em torno de R$ 55,00 a R$ 85,00. O inverno já está chegando, e quem quiser doar caminhas, cobertores, casinhas, paninhos, toalhas para os animais do Marcelo, entre em contato.

Estou disponibilizando meus últimos adesivos “EU FREIO PARA OS ANIMAIS” por R$ 10,00 -com a postagem inclusa por carta comum pelos correios, mede 20 cm.


para angariar fundos para a continuação do trabalho do Marcelinho, e todos os valores depositados nessa minha conta-poupança, será revertida ao Marcelinho. Fizemos isso (Eu e o Marcelinho), para facilitar para que as pessoas contribuam, já que é possível depositar em qualquer agência lotérica. Também estou disponibilizando os dados da conta do Marcelinho para quem quiser contribuir mensalmente com seu trabalho, que não termina nunca, já que os animais precisam comer todos os dias.

Caixa Econômica Federal ou Lotéricas -Banco: 104, Agência: 2880, Op: 013 -Conta-Poupança: 4424-8 – Nome Marli Delucca ou Banco Itaú (341) Agência 1664, Conta-Poupança Conj. 234182500 – Nome Marcelo Vieira

Se você preferir doar a ração, ou qualquer outra coisa que possa ser útil ao Marcelinho ou aos seus animais, entre em contato comigo por e-mail (mdproanimal@gmail.com), para que eu lhe forneça os endereços onde você pode entregar sua doação.

Para falar com o Marcelinho Protetor, vá até o perfil dele no facebook (http://www.facebook.com/marcelinho.protetor), ou até a feirinha de doações de animais.

Se você realmente gosta de animais, e admira quem faz um trabalho sério, com amor e alegria como o Marcelinho faz, não deixe de presenteá-lo, ele precisa saber que não está só nessa luta e que pode contar conosco quando precisa.
Click nas imagens, para ler as reportagens
 
 
Reportagem TV Record

Lamber com moderação

Brasileiro cria a primeira cerveja para cães e gatos do país nos sabores carne, frango e peixe.
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Não-alcoólica, a primeira cerveja brasileira desenvolvida especialmente para o paladar dos bichos é fabricada nos mesmos moldes da bebida para humanos e é encontrada nos sabores já utilizados em petiscos sólidos para animais, como carne e frango para cães e peixes para gatos. “A Dog Beer possui formulação a base de malte, que faz muito bem para os rins, e é uma fonte rica em Vitamina B”, conta Marco Melo, idealizador da cerveja brasileira.
De acordo com Melo a ideia de criar as bebidas Dog Beer e Cat Beer surgiu do desejo em oferecer algo novo e diferenciado para o mercado pet. “ Inicialmente tentei importar, mas encontrei barreiras e limitações das cervejas americana, europeia e australiana. Foi então que decidi desenvolver a primeira fórmula brasileira de cerveja para animais, seguindo o padrão de produção de uma cervejaria convencional, com capacidade de produção em larga escala”, revela.
Para viabilizar o projeto Melo procurou o SENAI, que possui o único Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas da América Latina, dentro do qual são formados todos os mestres cervejeiros do Brasil. “O case foi aceito e então começamos a desenvolver a legítima cerveja para animais, sem álcool, lúpulo e CO2, que são letais aos animais”, explica.
De acordo com o produtor a recomendação de consumo para animais com até 4 Kg é ½ garrafa ao dia; cães acima desse peso e gatos podem consumir uma garrafa ao dia. A cerveja para bichos chega ao mercado com preço próximo ao das cervejas importadas, em torno de U$ 5,00 a garrafa de 355ml.

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Fonte: Revista Época

 

Os animais náufragos do Titanic

 

A trágica viagem já completa 100 anos. No dia 14 de Abril de 1912 o Titanic deixou o porto de Southhampton, Inglaterra, em direção ao porto de Nova York. Viagem fatídica que terminou no fundo do oceano. .

O assunto poderia ser considerado esgotado se não fosse pelo fato de não haver sido mencionada a existência dos muitos animais que estavam a bordo.

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Em reportagens veiculadas esta semana pela mídia londrina, estima-se que viajavam a bordo em torno de 12 cães, 4 galinhas, 30 frangos, 1 canário amarelo e a gatinha Jenny, a encarregada de caçar ratos no navio.

Alguns dos cães que estavam a bordo participariam de uma exibição/show que aconteceria no dia exato do naufrágio. No “Titanic” seguiam doze cães. Três deles sobreviveram ao terrível naufrágio.

Os demais acompanhavam seus donos como a pequinesa Suki, a pomerania Lady, a airedale Kitty, pertencente ao milionário americano J.J. Astor, e  o buldogue inglês campeão, comprado pelo equivalente a 14.000 libras esterlinas de hoje, um cocker spaniel e um pequeno cachorrinho frou-frou.

Ainda que alguns dos cães estivessem nas cabinas com seus donos, outros viajavam trancados em jaulas colocadas embaixo dos decks, o que lhes tirou qualquer chance de serem salvos. Na verdade poderiam ser muitos mais, pois os animais de estimação não eram incluídos na lista de passageiros. As galinhas possivelmente pertencessem aos passageiros imigrantes que as trouxeram a bordo para poderem consumir os ovos, único luxo que podiam se dar na longa viagem para Nova York.

A gatinha Jenny pertencia a tripulação do navio. O cachorro favorito do capitão Smith, um galgo irlandês, que costumava acompanha-lo nas viagens, nessa travessia foi felizmente deixado em casa.

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Apenas 3 dos cães e o canário amarelo sabe-se com certeza que  salvaram-se.  Um deles foi a pequinesa Suki, pertencente a Grace Rushton, que se recusou a entrar no bote salva-vidas sem ela. Contra o argumento de que a mesma ocuparia o espaço de uma criança respondeu: – Como não tenho filhos, considerem-na minha filha”. A temperatura gélida do Atlântico norte era de -2 graus, impossibilitando a sobrevivência na água. Os animais que não se afogaram morreram de hipotermia. Uma história, porém,  chama a atenção, a de Rigel, um terranova negro, pertencente ao primeiro oficial do Titanic, Willian Murdock. Surpreendentemente Rigel sobreviveu nadando na água gelada por mais ou menos duas horas até que o navio salvador, Carpathia, chegou. Conta-se também que foi seu latido de alerta que evitou que o navio abalroasse um dos botes salva-vidas ao se aproximar em demasia no escuro. Na época Rigel ficou conhecido, até mesmo pela necessidade de encontrar-se algo positivo em uma catástrofe daquela dimensão.

O destino dos animais a bordo do Titanic foi proporcionalmente ainda mais trágico do que o dos humanos, uma vez que, de todos os animais, apenas três cães sobreviveram e foram levados nos botes salva-vidas por seus tutores: o lulu-da-pomerânia de Margaret Hays, o cão de Elizabeth Rothschild e o pequinês de Henry e Myra Harper.

Margaret Hays e suas amigas fugiram da cabine do transatlântico Titanic enquanto ele começava a afundar. Neste momento ela só pensava em salvar seu maior tesouro: Lily, seu cachorro spitz alemão. Quando Margaret entrou no bote salva-vidas, ela segurou firme Lily, que estava enrolada em um cobertor. As duas sobreviveram ao desastre marítimo mais célebre da história.

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E há a estória de Ann Elizabeth Isham, que preferiu morrer abraçada ao seu cão em vez de o abandonar.
Ann Elizabeth Isham, 50 anos, visitava o canil do “Titanic” quando foi dada ordem de evacuação. Pediu para levar o seu cão, disseram-lhe que não, por ser muito pesado. Preferiu morrer junto ao animal de estimação.

Uns dias depois, a equipe de resgate encontrou o corpo de uma mulher abraçada a um cão.

Um caso dramático melhor descrito foi o de Fru-Fru, o cão de Helen Bishop. Bishop, a contragosto, abandonou o cão em sua cabine, e ele ainda tentou impedi-la de sair sem ele, mordendo-a pelo vestido até que este rasgou. A sobrevivente ainda falou depois: “A perda do meu cãozinho me machucou demais. Jamais vou esquecer como ele se agarrava a minhas roupas. Ele queria tanto me acompanhar!”

De acordo com os arquivos oficiais do Titanic, apenas 12 cães teriam embarcado em Southampton, naquele abril de 1912. Mas apenas três sobreviveram.

Agora os cães do Titanic estão sendo apresentados na exposição, RMS Titanic: 100 Years, na Widener Art Gallery, na Universidade de Widener, na Pensilvânia (EUA).

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“Não se sabe muito sobre os cachorros, mas todos estavam com os passageiros da primeira classe. Quando os ricos e famosos viajavam, eles costumavam levar os cachorros junto”, explica o curador da mostra, Joseph J. Edgette, professor emérito da educação e folclore. Uma vez que os cães eram considerados ‘carga’, não havia uma lista oficial daqueles que estavam a bordo. Edgette, porém, a partir de extensa pesquisa em documentos pessoas dos passageiros, criou sua própria lista com os cães, nomes, raças e tutores.

Todos os objetos expostos vieram da coleção particular de Edgette, inclusive a fotografia de um grupo de cães, tirada no convés superior do Titanic pelo Padre Francis Browne. O padre fotografou poucos sobreviventes e apenas de conhecidos no interior do navio. “A Kodak iria tirar fotos quando o navio chegasse em Nova York”, disse o curador.

Entre os outros passageiros caninos estava Airedale, Kitty, cujo tutor era John Jacob Astor. Nenhum dos dois sobreviveu. Outros artigos em exposição incluem jornais originais, réplicas do serviço de prata do Titanic…
“Existe uma ligação especial entre as pessoas e os animais. Para muitas, eles são considerados membros da família. Eu não acho que qualquer outra exposição sobre o Titanic retrate e reconheça o trabalho e o amor que estes animais tiveram para perder suas vidas em um cruzeiro”, finaliza Edgette.

 
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Publicado por em 05/09/2012 em Cães, Náufragos, Titanic

 

Reportagem na Veja/SP Guardiões dos bichos

Rapaz de 21 anos já encaminhou mais de 2.500 animais para adoção
por Carolina Giovanelli – edição-2268 | 09/05/2012

Ao soar da campainha do sítio de Marcelo Vieira, em Mairiporã, na região metropolitana, a sinfonia de latidos, miados, cacarejos e arrulhos dá a pista ao visitante do que ele encontrará atrás do portão de madeira.
 

(click na imagem para ler)
 
São 68 cachorros, 33 gatos, cinco galinhas, um jabuti e dois pombos que disputam a atenção do dono. Um desses pombos, aliás, adquirido quando filhote e chamado de Jacques Leclair, gosta de dormir na cama com Marcelo. Todos foram resgatados pelo rapaz de 21 anos que atende pelo apelido de Marcelinho Protetor.
 
Nascido no bairro do Jardim Antártica, na Zona Norte, ele começou a cuidar de bichos aos 14 anos. Sua mãe havia sido despejada da casa em que viviam. Marcelo não quis ficar longe de seus xodós (dezoito cães), que não teriam espaço na nova residência. Decidiu, então, mudar-se para um barraco de madeira. Em 2009, quando já se tornara conhecido no meio dos defensores de animais, pôde comprar o sítio. “Tudo o que tive até hoje consegui graças ao amor que dei aos animais”, diz. “Vivo para eles e vou morrer fazendo isso”, completa o rapaz, que mantém o site www.marcelinhoprotetor.blogspot.com.br e conta com a ajuda gratuita de uma veterinária, Fernanda Conde.
 
Marcelinho promove eventos como rifas e bingos para arrecadar dinheiro e, aos sábados e domingos, das 14h às 19h, expõe cães e gatos na feira da loja Pet Center Marginal, no Pari. “Já encaminhei para a adoção mais de 2.500 animais”, orgulha-se.

FONTE : Revista Veja São Paulo

A VOCAÇÃO E A MISSÃO! O dia-a-dia na proteção animal

Um saco de ração de 15 kilos para cães, custa em média R$ 32,00, e para gatos custa R$ 50,00. O Marcelinho não tem nem carro, nem habilitação, e cada taxi-dog de sua chácara, que fica numa estrada de terra de Mairiporã até São Paulo, sai em média R$ 200,00. Para poder doar os animais que resgata, esses precisam ser castrados, alimentados, à grande maioria também tem que ser medicada e depois eles tem que ser vacinados, e as vacinas giram em torno de R$ 55,00 a R$ 85,00.

Se você quiser se voluntariar para ajudar o Marcelinho, seja com carona, ou na divulgação dos animais para doação, ou mesmo se voluntariar a ficar o dia inteiro nas feirinhas de doação, por favor, entre em contato.
 
O inverno já está chegando, e quem quiser doar caminhas, cobertores, casinhas, paninhos, toalhas para os animais do Marcelo, entre em contato.
Estou disponibilizando meus últimos adesivos “EU FREIO PARA OS ANIMAIS” por R$ 10,00 – para angariar fundos para a continuação do trabalho do Marcelinho, e todos os valores depositados nessa minha conta-poupança, será revertida ao Marcelinho. Fizemos isso (Eu e o Marcelinho), para facilitar para que as pessoas contribuam, já que é possível depositar em qualquer agência lotérica. Também estou disponibilizando os dados da conta do Marcelinho para quem quiser contribuir mensalmente com seu trabalho, que não termina nunca, já que os animais precisam comer todos os dias.

Caixa Econômica Federal ou Lotéricas -Banco: 104, Agência: 2880, Op: 013 -Conta-Poupança: 4424-8 – Nome Marli Delucca ou Banco Itaú (341) Agência 1664, Conta-Poupança Conj. 23418-2-500 – Nome Marcelo Viera da Silva, quem precisar do CPF favor pedir pelo e-mail.
 
Se você realmente gosta de animais, e admira quem faz um trabalho sério, com amor e alegria como o Marcelinho faz, não deixe de presenteá-lo, ele precisa saber que não está só nessa luta e que pode contar conosco quando precisa.
 
Se você preferir doar a ração, ou qualquer outra coisa que possa ser útil ao Marcelinho ou aos seus animais, entre em contato comigo por e-mail (mdproanimal@gmail.com), para que eu lhe forneça os endereços onde você pode entregar sua doação. Para falar com o Marcelinho Protetor, vá até o perfil dele no facebook (http://www.facebook.com/marcelinho.protetor), ou até a feirinha de doações de animais.

Veja os vídeos, com um pouco do dia-a-dia do Marcelinho Protetor.
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