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Arquivo mensal: setembro 2013

Bombeiro ressuscita gatinho

(Com vídeo) Depois de extinto um incêndio numa casa na cidade norte-americana de Fresno, o bombeiro entra no local para verificar o interior da habitação e encontra um gatinho totalmente inconsciente no chão.

BOMBEIRO RESSUSCITA GATINHO

As imagens do salvamento de um gatinho pelos bombeiros de Fresno, na Califórnia (EUA), está a comover milhões de pessoas na Internet. Em menos de dois dias, o vídeo tornou-se viral no Youtube. Veja as imagens.

“Eu olhei para baixo, e ai eu pude realmente ver o que brilhava no centro da minha lanterna, e eu olhei para trás, e foi aí que eu vi o gato e o agarrei”, disse o bombeiro Cory Kalanick.

Ele pegou o gatinho fora de casa e colocou-a sobre a luva para proteger o pequeno de tocar o asfalto quente. Ele usou uma máscara e um tanque de oxigênio para tentar reanimar a um pouco sem vida.

“Usei um pano molhado para esfriar-lo um pouco, e ele ficou muito melhor.” Dentro de 15 minutos, o pequeno gatinho voltou à vida. Eles chamaram o gatinho de Lucky que em livre tradução significaria sortudo.

De acordo com a SPCA Califórnia Central, o gatinho já foi devolvido a seus donos. “E eu realmente espero que o gato esteja sendo muito amado”, disse o bombeiro.

Fonte: Mirror

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Publicado por em 09/27/2013 em Bombeiros, Gatinho, Noticias

 

Diretriz Brasileira para a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União a Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais para Fins Científicos e Didáticos (DBCA). Segundo a pasta, é a primeira norma no País que trata com detalhes dos cuidados que devem ser seguidos por pesquisadores e instituições para que sejam assegurados a ética e bem-estar com animais em pesquisas e ensino.

DBCA

Entre as responsabilidades apontadas pela norma está a necessidade de garantir que a utilização de animais seja justificada, levando em consideração os benefícios científicos ou educacionais e os potenciais efeitos sobre o bem-estar dos animais. Além disso, o texto destaca que se deve promover o desenvolvimento e o uso de técnicas que substituam o uso de animais em atividades científicas ou didáticas.

Segundo a normatização, as atividades científicas ou didáticas devem considerar a substituição do uso dos animais, a redução do número de animais utilizados, além do refinamento das técnicas que permitam reduzir o impacto negativo sobre o bem-estar dos animais.

As atividades científicas ou didáticas com uso de animais devem ser feitas apenas quando forem essenciais para obter informações relevantes para a compreensão da biologia humana e de outros animais ou, por exemplo, para atingir objetivos educacionais que não podem ser alcançados utilizando nenhuma outra prática que não inclua o uso de animais.

De acordo com a diretriz, projetos ou protocolos envolvendo o uso de animais somente poderão ser feitos após a avaliação da proposta e de seu valor científico ou educacional em relação aos potenciais efeitos negativos sobre o bem-estar dos animais.

A norma aponta que a “dor e o distresse (estresse excessivo) não são avaliados facilmente em animais” e, portanto, pesquisadores e professores devem considerar que animais sentem dor de forma similar a humanos, portanto, as decisões relacionadas ao bem-estar dos animais devem ser baseadas nessa premissa.

Dessa forma, os profissionais devem escolher métodos humanitários para a conduta do projeto, verificar e avaliar os animais regularmente para observar evidências de dor ou distresse durante o curso do projeto e utilizar agentes tranquilizantes, analgésicos e anestésicos adequados para a espécie animal e para os objetivos científicos ou didáticos. Além disso, a pesquisadores devem utilizar métodos apropriados para a eutanásia animal.

Como regra geral, os mesmos animais não devem ser utilizados em mais de uma atividade científica ou didática, ou em projetos ou protocolos diferentes, após alcançado o objetivo principal do projeto. A íntegra da diretriz pode ser acessada na edição de hoje do Diário Oficial.

Fonte: Terra

 

TORNADO EM TAQUARITUBA/SP DESABRIGA PESSOAS E ANIMAIS

ATÉ AGORA NÃO CONSEGUI SABER SE ALGUÉM OU ALGUMA ENTIDADE ESTÁ PRESTANDO AUXÍLIO AOS ANIMAIS.

De acordo com a Coordenaria Estadual de Defesa Civil, o estado tem prestado ajuda humanitária aos moradores atingidos pelos danos. Foram entregues kits de higiene, kits de limpeza, colchões, cobertores, lençóis, rolos de lonas plásticas, agasalhos, camisetas e pares de tênis.

Um adolescente de 15 anos conta que viveu momento de pânico durante o tornado que passou por Taquarituba (SP) no último domingo (22). O jovem estava sozinho em casa quando começaram os ventos fortes que provocaram a destruição da casa da família dele. Ele não ficou ferido porque se escondeu embaixo de um colchão.

TORNADO EM TAQUARITUBA

Everton Leal dos Santos conta que dormia durante a tarde de domingo quando percebeu o vendaval. Segundo o jovem, o telhado da casa onde mora com a mãe, a dona de casa Lucia Maria Leal de Abreu, e com o padrasto Marcilio Luiz de Abreu, tremia. Com medo, ele decidiu se esconder embaixo de um colchão do quarto, mas antes foi ao quintal e recolheu um dos cães da família que estava lá fora. “Eu peguei e levei o cachorro para debaixo do colchão comigo e fiquei segurando ele”, relembra.

O adolescente se manteve abrigado sob o colchão até o fim da passagem do tornado. Segundo ele, quando saiu, percebeu a destruição. Uma das paredes caiu e o telhado foi totalmente arrancado. Já quando foi ao quintal, encontrou o outro cachorro, que tinha ficado no quintal, morto. Segundo a família, o animal foi jogado contra uma parede pela força do vento e morreu.

O garoto afirma que ficou apavorado. “O barulho foi muito forte. Quando tudo caiu, foi horrível”, afirma.

A mãe conta que quando chegou em casa, após o tornado, ficou chocada com a cena que encontrou no lugar onde ficava a residência da família. “Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido”, diz.

Lucia explica que morava de aluguel em um imóvel em um conjunto habitacional. Com a casa destruída, a família está alojada no ginásio de esportes da Vila São Vicente. Já o animal que sobreviveu foi levado para a propriedade rural onde o padrasto trabalha como lavrador.

Sem ter condições de fazer um novo aluguel por conta de dificuldades financeiras, o lavrador diz que não sabe o que fazer. A família está sendo apoiada pela equipe da Assistência Social.

O prefeito do município, Miderson Zanelo, decretou estado de calamidade pública. O governador do estado, Geraldo Alckmin, esteve na cidade nesta segunda-feira e autorizou uma linha de crédito para auxiliar o poder público municipal nas obras que serão necessárias na cidade. O governador anunciou também que o distrito industrial de Taquarituba contará com auxílio da Desenvolve SP para recuperar as instalações danificadas. A linha de crédito auxiliará na recuperação dos galpões, dos silos, da parte industrial.

Fonte: G1

 

ANIMAIS SILVESTRES ATROPELADOS EM CAMPINAS/SP

Gatos-do-mato, gambás, suçuaranas, jaguatiricas, capivaras, ouriços e cachorros-do-mato. Esses são alguns exemplos dos animais expostos ao risco de atropelamento todos os dias na Avenida Ivan de Abreu Azevedo, que separa a mata do Jardim Xangrilá da fazenda Monte Deste, onde um grande lago funciona como atrativo para a fauna local.

Muitos dos animais são atingidos por veículos. Na última segunda-feira, um gato-do-mato foi atropelado durante a travessia. Ele sofreu uma fratura na coluna e, graças à ajuda de voluntários, foi socorrido, atendido e está internado em um hospital veterinário de Campinas. O animal deve ser submetido a uma cirurgia e há risco de que não volte a andar. “Não temos um levantamento exato do número de casos, mas recebo relatos de cerca de cinco atropelamentos por semana aqui”, afirma o veterinário especializado em animais selvagens Roberto Stevenson.

silvestres-atropelados

A presidente da Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (Proesp), Márcia Corrêa, explica a estrada divide duas áreas de preservação e que por isso os animais costumam atravessar o local. “Os carros passam ali geralmente em alta velocidade”, diz.

Essa mata é o último resquício de proteção e muitos animais estão migrando para o local. “Eu moro aqui perto e tenho visto muito bicho que não via antes. Os animais não têm mais para onde ir, as matas estão sendo destruídas, queimadas e eles acabam migrando para essas regiões ainda preservadas”, afirma a ambientalista.

Segundo os especialistas, a fauna da região é muito rica. “Lá existem vários tipos de animais, como jaguatirica, gato- do-mato, onça parda, capivara, muitos gambás, ouriços, ratão do banhado e muitas aves”, completa o veterinário, que costuma atender animais atropelados na região.

A maior parte dos atropelamentos, conta o veterinário, termina em morte. “Tem uma placa no local informando sobre a presença de animais selvagens, mas é preciso reduzir a velocidade dos carros que passam por ali com lombadas ou radares”, afirma Stevenson.

Depois de recuperados, os animais são colocados de volta na mata. “O Roberto já me procurou algumas vezes para soltarmos os animais que ele resgata. No mês passado soltamos dois gambás e um ouriço com filhote. Ele cuida dos bichos e traz para a gente e soltamos na mata Xangrilá”, conta Márcia.

Stevenson conta que está fazendo um levantamento do número de animais que são atropelados. “Com base nessas informações, iremos tentar mobilizar a sociedade e os órgãos públicos para melhorar essa situação”, afirmou.

Márcia conta que irá encaminhar um ofício para a Secretaria de Transportes para que visite o local e viabilize lombadas. “Não tem sentido vermos todo dia morte de bichos”, diz.
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou, por meio da assessoria de imprensa, que assim que receber a solicitação irá fazer estudo no local para verificar o que pode ser feito para amenizar o problema

Fonte: Correio Popular

 

ARCEBISPO NÃO RECONHECE DIGNIDADE DOS ANIMAIS?

A pessoa que compra o espaço pode usá-lo como quiser. Se quiser enterrar um cachorro ali, qual é o problema? A liberação é uma demanda da sociedade e um direito do cidadão, que paga para adquirir e manter um túmulo.

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A proposta, dos vereadores Roberto Tripoli (PV) e Antonio Goulart (PSD), visa a permitir o enterro dos bichos ao lado de seus donos.Os parlamentares alegam que os proprietários dos animais os consideram membros da família.

“Quando um deles vem a falecer, além do extremo sofrimento da perda, as pessoas em geral se desesperam sem saber para onde destinar o cadáver”, diz a proposta da lei.

Mas o arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, foi até Prefeitura com uma missão: impedir a aprovação do projeto de lei que libera o sepultamento de animais domésticos, como cães e gatos, em jazigos comuns dos cemitérios municipais.

Ao prefeito Fernando Haddad (PT), d. Odilo argumentou que a presença de jazigos de animais entre túmulos comuns poderia provocar um processo de depreciação da dignidade humana ou reconhecer aos animais uma dignidade igual à dos humanos, o que seria inaceitável. Informal, a conversa sobre animal ter ou não alma não obteve um desfecho.

Apesar de aprovado em primeira discussão na Câmara Municipal, ainda não há data para nova votação do tema na Casa. Os autores da proposta aguardam uma manifestação de Haddad, o que ainda não ocorreu. A intenção é evitar o desgaste de um possível veto do prefeito a uma lei sugerida e aprovada por vereadores da base aliada.

O vereador ressalta ainda que os poucos cemitérios e crematórios particulares destinados a bichos domésticos na cidade cobram altíssimas taxas, praticamente inviabilizando o uso pela maioria da população.

 

ONGs DE ANIMAIS NÃO RECEBEM VERBA NENHUMA DO GOVERNO

A sigla ONG que significa organização não governamental, é interpretada por muitas pessoas, como se fosse mantida pelo governo, mas isso não é verdade, as ONGs que cuidam de animais abandonados ou resgatados não receberem nenhum apoio das autoridades.

O Arcebispo

A organização não governamental Centro de Atendimento ao Trabalhador (CEAT), que está sendo alvo de investigação pela Polícia Federal, por desvio de R$ 47,5 milhões, em contratos com o Ministério do Trabalho e Emprego, tem como presidente do seu conselho consultivo Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo.

Oito pessoas foram presas, por envolvimento no caso; entre elas, o padre Lício de Araújo Vale, muito ligado a Dom Scherer

A operação da PF, denominada Pronto-Emprego, teve início em janeiro deste ano e constatou o desvio dos recursos e lavagem de dinheiro desde a concessão de verbas no ministério. Além disso, foi comprovado o direcionamento das contratações, a inexecução de contratos, doações fictícias e simulações de prestações de serviço. Sete integrantes da ONG e um assessor do Ministério do Trabalho foram presos e responderão por quatro crimes: corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato, cuja soma das penas pode chegar a 37 anos

A verba obtida com os convênios e aditivos foi repassada ao Ceat e deveria ser investida em centros públicos de emprego e a qualificação de trabalhadores. Porém, foi desviada com a ajuda de empresas de fachada administradas pelos próprios dirigentes da ONG. Parte do dinheiro foi usado para a importação de produtos da China e venda em nas rua 25 de Março e Santa Ifigênia, centros de compras da capital, disse o delegado da PF Alberto Ferreira Neto.

 

Cão esfomeado no gramado do Rock in Rio

O cão, sem nome, seguia livre pela grama sintética, passeando pela Cidade do Rock, esperando abocanhar o que, fora dali, ele certamente não conseguiria. Com dó de seu aspecto subnutrido, muitos fãs dividiam com ele lanches e água.

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“Acho que ele é nosso filho agora”, brincou a autônoma Beatriz Magnani, 28 anos, de São Paulo, que veio ao Rock in Rio ao lado do namorado, o também paulistano Gabriel Rique. “Só não pode tomar a minha cerveja”, alertou Rique para o cachorro, que aproveitou a desatenção do casal para abocanhar o sanduíche que estava solto na canga dos dois. 

“Agora já foi, acho que ele é meio interesseiro também”, voltou a brincar Beatriz. Tão logo viu que suas “vítimas” não tinham mais o que oferecer, o vira-lata da Cidade do Rock partiu para outros grupos, sempre chamando a atenção do público. Muitos paravam o que estavam fazendo para tirar uma foto. 

Priscila Sonesso, 20, estudante do Rio de Janeiro, foi até o bicho, quase de estimação agora, para lhe fornecer um pouco de água. “Não sei como esse cachorro entrou aqui, mas dá uma dó, não tem como não cuidar dele”, disse. O cão, sem nome, seguia livre pela grama sintética, passeando pela Cidade do Rock, esperando abocanhar o que, fora dali, ele certamente não conseguiria. 

Fonte: G1

Em 2011, um outro cão andarilho, também foi flagrado atrás de alimento e de carinho no Rock in Rio.

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Fotos: Glauco Araújo/G1

 
 

BRIGADA MILITAR SALVA 11 FILHOTES QUE FORAM ENTERRADOS VIVOS EM ENCANTADO/RS

A Brigada Militar de Encantado recebeu uma denúncia anônima pelo 190 na manhã desta sexta-feira 13. Uma pessoa teria enterrado 11 filhotes cachorro nos fundos de casa. O Fato ocorreu no Bairro Lambari.
Segundo a BM, ao chegar na casa onde os animais estavam enterrados, a proprietária foi questionada sobre o acontecido. Em seguida, o marido dela confirmou que teria enterrado os cachorros porque eles estavam mortos.
BRIGADA MILITAR SALVA 11 FILHOTES QUE FORAM ENTERRADOS
Os policiais pediram então para que se desenterrasse os animais.

Os filhotes foram tirados com vida do buraco. A cadela e os onze cachorrinhos foram levados para a Associação Encantadense de Defesa dos Animais – AEDA.  (http://www.aedaencantado.com.br/)
Segundo o sargento, o buraco tinha cerca de 50 centímetros de profundidade e foi fechado com terra. A mãe dos cachorrinhos, sem raça-definida, mas semelhante a um labrador, estava presa a uma corrente.
— Chamamos a associação de defesa dos animais que viram que a mãe estava subnutrida. Prova disso é quando nós a soltamos, ela correu e começou a comer um pé de alface. É muita crueldade — conta o sargento. (Fonte: Zero Hora)
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A Associação Encantadense de Defesa Animal é uma ONG registrada (CNPJ: 08.042.261/0001.86), sem fins lucrativos, localizada na cidade de Encantado/RS, que tem por objetivo a proteção aos animais abandonados, sobrevivendo através de doações, das mais diversas formas. Hoje em dia praticamente todas as pessoas tem acesso à internet, por isso lançamos nosso site. Esperamos, através deste, mostrar as pessoas o trabalho desenvolvido pela AEDA.
Além de divulgar nossos produtos e campanhas. Somos todos voluntários porque amamos essa causa, mas temos limitações, principalmente financeiras. Não mantemos abrigos porque somos contra o acúmulo de animais, possuímos lares temporários. Vivemos de doações, sua ajuda é essencial.
Nesse período ajudamos muitos animais! E esperamos poder fazer mais! Precisamos da sua compaixão, de seu apoio e ajuda.

AEDA-RS

O casal foi levado a Delegacia de Polícia de Encantado para prestar depoimento e depois liberados.
Créditos- Foto Brigada Militar de Encantado – Notícia Rodrigo Nascimento – Vídeo: Zero Hora
Fonte: O Informativo